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POLÍTICA

CONFLITO POR TERRASA – Líder indígena aponta ingratidão e ‘amaldiçoa’ Zeca do PT, por críticas à invasão de fazenda

Pelo WhatsApp, liderança diz que petista é mal-agradecido, virou ‘canibal’ e se voltar à aldeia pode virar alvo de ‘macumba e feitiçaria’

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Deputado estadual Zeca do PT, durante campanha eleitoral no ano passado, em visita a aldeia Sucuri, em Maracaju - Facebook de Zeca do PT

Líder indígena de uma aldeia situada aos arredores da cidade de Amambai, na região de fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai, por meio de um áudio via whatsaap, praguejou o deputado estadual Zeca do PT, pelas sistemáticas declarações contra a recente ocupação de uma fazenda, tomada por índios guarani-kaiowá, em Rio Brilhante, município distante 165 quilômetros de Campo Grande.

Por sentir-se traído pelo também ex-governador de MS, a liderança mandou um duro recado ao deputado, dizendo-lhe para não voltar mais à aldeia, do contrário recorreria ao “feitíço e à macumba” para prejudicá-lo. “Não sai vivo”, é parte da mensagem.

Fala do também ex-governador de MS exaltou mais ainda os ânimos dos indígenas, a que Zeca pediu a cabeça do número 2 do Ministério dos Povos Indígenas, Eloy Terena, advogado, com formação em doutorado, nascido numa aldeia em Aquidauana.

Essa declaração foi dada ontem, terça-feira (30), justamente quando os indígenas promoviam um manifesto no saguão do legislativo estadual contra a aprovação do Marco Temporal, em debate no Congresso Nacional. O projeto prejudica as demarcações de terras indígenas.

No entanto, ele ajudou na tradução do recado mandado ao deputado Zeca,  gravado em guarani, idioma originalmente indígena.
De acordo com a tradução de Magno, não integralmente, mas “o que mais ou menos ele [líder indígena de Amambai] falou ao Zeca, foi isso?”:

CREDITOS  – CORREIO DO ESTADO

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O Mato Grosso do Sul se despede de uma de suas mais importantes lideranças políticas. Faleceu nesta semana o ex-governador Marcelo Miranda Soares, aos 87 anos.

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  1. O velório acontece na sede da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, no Palácio Guaicurus, em Campo Grande, reunindo autoridades, familiares, amigos e a população sul-mato-grossense para prestar as últimas homenagens.
    Marcelo Miranda construiu uma trajetória marcante na vida pública, tendo sido prefeito de Campo Grande, senador da República e governador de Mato Grosso do Sul em diferentes períodos de sua carreira. Seu legado está ligado ao desenvolvimento do Estado, especialmente nas áreas de infraestrutura e administração pública.
    O clima no Palácio Guaicurus é de profunda comoção. Diversas autoridades comparecem ao velório para manifestar respeito e reconhecimento à história de um homem que ajudou a construir os caminhos políticos e administrativos de Mato Grosso do Sul. Em razão de seu falecimento, foi decretado luto oficial de três dias no Estado.
    A presença de lideranças políticas, amigos e admiradores demonstra a dimensão da contribuição de Marcelo Miranda para a história sul-mato-grossense. Seu nome permanece registrado entre os grandes personagens da formação e do desenvolvimento de Mato Grosso do Sul.p
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