SELVÍRIA
Com implantação de rede elétrica, Prefeitura de Selvíria avança para entregar casas populares
A expectativa é de que os trabalhos, etapa fundamental para viabilizar a entrega das unidades, tenham início em breve
Já foram licitadas as obras para a implantação da rede de energia elétrica do conjunto habitacional. A expectativa é de que os trabalhos, etapa fundamental para viabilizar a entrega das unidades, tenham início em breve.
De acordo com o prefeito Jaime Soares Ferreira, o avanço é resultado de meses de negociação. “Depois de meses de negociação, conseguimos aprovar, junto à concessionária, a expansão da rede de energia elétrica. Isso era fundamental para que as casas pudessem ser entregues aos contemplados. E esperamos que isso aconteça muito em breve”, afirmou.
As intervenções serão realizadas em duas etapas. A primeira prevê a implantação da infraestrutura de distribuição de energia elétrica, com instalação de postes, cabos, transformadores e iluminação pública, garantindo o fornecimento ao conjunto habitacional.
Já a segunda etapa contempla a instalação dos padrões de entrada de energia em cada residência, além da execução dos circuitos de alimentação, permitindo a ligação individual de cada imóvel à rede da concessionária.
Com a conclusão dessas fases, o município assegura não apenas a chegada da energia ao local, mas também o pleno funcionamento do sistema elétrico em todas as unidades, garantindo condições adequadas de habitabilidade, segurança e qualidade de vida às famílias beneficiadas.
As inscrições para o programa habitacional já foram encerradas e não serão reabertas. Entre os aprovados, 30 famílias em situação de maior vulnerabilidade social receberão as casas sem necessidade de sorteio. As demais participarão de um sorteio público, que ainda não tem data definida.
Durante o processo, 5% das moradias serão destinadas a pessoas com deficiência e outros 5% a idosos, sejam eles chefes de família ou parentes de primeiro grau do responsável familiar.
Por: ASSECOM
ACONTECEU
Selvíria participa de audiência na ALEMS que discutiu o avanço da Sivicultura
Ao final da audiência, ficou definido que um documento com as principais conclusões do debate será encaminhado ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em Brasília.
O avanço do plantio de eucalipto no leste de Mato Grosso do Sul e seus efeitos sobre as nascentes dos rios e impactos na produção rural e na fauna silvestre e foi tema de uma audiência pública realizada na semana passada, em Campo Grande, na Assembleia Legislativa do Mato Grosso do Sul.
O evento foi coordenado pelo deputado estadual Zeca do PT, presidente da Comissão de Desenvolvimento Agrário e Assuntos Indígenas e Quilombolas da Assembleia Legislativa, e contou com a participação do subsecretário de Meio Ambiente de Selvíria, Valcitinez Santiago.
A área de eucaliptos plantados no Estado aumentou em 500% nos últimos dez anos, conforme a Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), somando 1,75 milhão de hectares em 2025.
Durante a audiência, representantes de diversos setores debateram a expansão da silvicultura na região e destacaram a necessidade de atualização da legislação ambiental para acompanhar o crescimento da atividade.
Segundo Zeca do PT, o objetivo do encontro foi promover um debate mais aprofundado sobre o tema e buscar encaminhamentos que permitam compreender melhor os impactos da atividade. “A ideia é conhecer melhor a realidade e os efeitos que as florestas de eucalipto têm causado na vida de muitas pessoas”, afirmou.
Para o subsecretário de Meio Ambiente de Selvíria, Valcitinez Santiago, é importante garantir que a expansão da silvicultura ocorra de forma organizada, com políticas públicas voltadas para minimizar os impactos ambientais e sociais da atividade. Ele também destacou a necessidade de que as compensações e os tributos gerados pela atividade beneficiem os municípios onde os impactos ocorrem. “O eucalipto é plantado, gera impacto ambiental, mas os tributos vão para a cidade onde a empresa está sediada. E nós queremos ser compensados, não apenas gerar receitas para outros Municípios”, afirmou.
Ao final da audiência, ficou definido que um documento com as principais conclusões do debate será encaminhado ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em Brasília.
Por: ASSECOM










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