SAÚDE

Quatro estados não resgistraram mortes por Covid-19 nos últimos dias; MS é um deles

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Com cenário de queda de mortes e casos de covid-19, Mato Grosso do Sul apareceu entre os quatro estados do Brasil que não apresentaram mortes pela doença, referente ao último boletim divulgado na quarta-feira (20). Este levantamento foi feito pelo Consórcio de Veículos de Imprensa.

Além de Mato Grosso do Sul, os estados de Acre, Amapá e Rio Grande do Norte estão entre as unidades da federação sem registrar mortes pela covid. O último óbito no Estado inclusive foi no dia 15 de outubro, há seis dias, tendo como vítima uma mulher de 32 anos, da cidade de Terenos.

Neste levantamento feito pelo Consórcio de Imprensa, do último dia 20, São Paulo foi a unidade que mais apresentou mortes, chegando a 87. Ao todo foram registradas 401 mortes em todo Brasil, tendo a média da semana em 380, sendo o nono dia consecutivo que o indicador permanece abaixo de 400.

Segundo o último boletim divulgado pela SES (Secretaria Estadual de Saúde), Mato Grosso do Sul tem 2.654 casos registrados de covid em outubro, tendo 34 mortes confirmadas neste mês. Este cenário é o mais positivo em relação a pandemia neste ano de 2021 e a média de mortes no mês só é maior que março, abril e maio do ano passado.

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Cenário positivo

O secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, descreveu este período sem mortes por covid no Estado como um “fato histórico” e atribuiu este cenário ao avanço e bons números de vacinação de Mato Grosso do Sul, que é um dos maiores do Brasil desde o começo da imunização.

“Desde o dia 15 (de outubro) não acontecem óbitos nos dias subsequentes. Os casos que estamos divulgando são casos que aconteceram em dias anteriores ou meses anteriores e que estavam em investigação. Mostra que estamos no caminho certo”, descreveu o secretário.

Os números positivos refletem também na redução de casos em relação aos meses anteriores, assim como número de pessoas internadas devido a doença, que no último boletim apresentou 51 pacientes, sendo 29 em leitos clínicos e 22 em leitos de UTI (Unidade de Tratamento Intensivo). O número de pessoas em isolamento também aparece menor, com apenas 806.

O principal fator é a vacinação no Estado, que chegou a 77% da população ao menos com a primeira dose e 63% com ciclo completo (segunda dose e dose única). Se levar em conta a população adulta este percentual sobe para 93% e 76% respectivamente. Ao todo já foram aplicadas 3,9 milhões de doses nos 79 municípios.

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Leonardo Rocha, Subcom
Foto Capa: Saul Schramm/Arquivo

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SAÚDE

OMS identifica nova variante da Covid-19 na África do Sul e coloca Brasil em alerta

OMS identifica nova variante da Covid-19 na África do Sul e coloca Brasil em alerta

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Profissionais da saúde de Cuba auxiliam atendimento à Covid-19 na África do Sul em abril de 2020 (Foto: South Africa Goverment/Elmond Jiyane)

Especialistas da OMS (Organização Mundial da Saúde) estão reunidos nesta sexta-feira (26) na sede da entidade, em Genebra, para avaliar o índice de gravidade de uma nova variante da Covid-19, identificada na África do Sul e classificada como B.1.1.529, ou Ômicron.

Estudos preliminares já confirmam que esta variante do coronavírus tem um número muito maior de mutações que as outras, mas a OMS afirma que ainda são necessárias algumas semanas para se entender o impacto dessa variante.

Os pesquisadores querem compreender qual o potencial de transmissão e o impacto nos diagnósticos, tratamentos e até mesmo se as vacinas disponíveis oferecem proteção. Após o encontro dos especialistas, a OMS informou que a variante será classificada como “variante de preocupação” em vez de “variante de interesse”, que seria uma classificação menos alarmante.

Desde já, a União Europeia (UE) tem pedido a suspensão imediata de todo o tráfego aéreo para países do sul da África. No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recomendou restrições de voos e de viajantes vindos de nações do continente africano, incluindo África do Sul, Botsuana, Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

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Mas a OMS recomenda cautela e medidas de restrição de viagens apenas baseadas em riscos e em estudos científicos. A agência da ONU lembra à população mundial a importância de continuar utilizando máscaras, evitar aglomerações e de higienizar as mãos sempre que possível.

Um novo levantamento da OMT (Organização Mundial do Turismo) mostra que 46 países ainda estão totalmente fechados aos turistas; em 55%, as fronteiras estão parcialmente fechadas e para entrar em 112 destinos, os viajantes são obrigados a apresentar um teste negativo de Covid-19.

Em relação ao acesso às vacinas, a OMS informa que apenas 27% dos trabalhadores de saúde da África, ou um entre quatro, estão completamente vacinados contra o coronavírus.

Com isso, a maioria dos profissionais do continente africano na linha de frente do combate à doença continuam desprotegidos.

Conteúdo adaptado do material publicado originalmente pela ONU News

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