SAÚDE

Covid-19: médias móveis sobem, e Brasil registra 451 óbitos em 24 horas

As médias móveis de óbitos e de infecções apresentam tendência de elevação e ficaram em 369 e 12.158, respectivamente, nesta quinta-feira (21)

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O Brasil registrou 451 mortes e 16.852 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas. As médias móveis de óbitos e de infecções apresentam tendência de elevação e ficaram em 369 e 12.158, respectivamente, nesta quinta-feira (21).

As informações são do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Com a atualização, o país tem um total de 604.679 mortes e 21.697.341 casos confirmados da doença desde o início da pandemia, em março de 2020.

Alta de casos

Reino Unido tem mais casos de Covid-19 que França, Alemanha, Itália e Espanha juntas. Leia mais.

Moscou voltará a adotar medidas de lockdown a partir do dia 28 de outubro para combater uma alta nos casos de Covid-19, disse o prefeito da capital russa, Sergei Sobyanin, nesta quinta-feira. Leia mais.

Reforço da Pfizer

Estudo divulgado nesta quinta-feira mostrou que a dose de reforço da vacina contra Covid-19 da Pfizer mostrou eficácia de 95,6% contra infecção pelo SARS-CoV-2. O estudo foi realizado pelos próprios laboratórios Pfizer e BioNTech. Leia mais.

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Uso de máscaras

A prefeitura de São Paulo planeja flexibilizar o uso de máscaras em locais abertos após a conclusão da vacinação em adultos e adolescentes acima de 12 anos. A data para concluir o ciclo vacinal em adultos é o dia 15 de novembro. Leia mais.

Doações de vacinas

A Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu aos países do G20 que reforcem as doações de vacinas contra a Covid-19 a países onde a imunização avança muito lentamente.

Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu aos países do G20 que reforcem as doações de vacinas contra a Covid-19 a países onde a imunização avança muito lentamente.

A entidade já havia declarado anteriormente que a pandemia pode se prolongar por mais tempo porque os países mais pobres não estão recebendo as doses que precisam.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que os países ricos têm que cumprir com seus compromissos de compartilhamento de vacinas, porque ainda faltam 500 milhões de doses para serem aplicadas no mundo todo, principalmente nos países mais pobres, para que seja cumprida a meta da organização de imunizar 40% da população mundial até o meio do ano que vem.

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Das 500 milhões de doses necessárias, 240 milhões estão estocadas nos países mais ricos. Devido ao desequilíbrio, é possível que a pandemia acabe um ano a mais do que o previsto.

(Publicado por Daniel Fernandes)

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OMS identifica nova variante da Covid-19 na África do Sul e coloca Brasil em alerta

OMS identifica nova variante da Covid-19 na África do Sul e coloca Brasil em alerta

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Profissionais da saúde de Cuba auxiliam atendimento à Covid-19 na África do Sul em abril de 2020 (Foto: South Africa Goverment/Elmond Jiyane)

Especialistas da OMS (Organização Mundial da Saúde) estão reunidos nesta sexta-feira (26) na sede da entidade, em Genebra, para avaliar o índice de gravidade de uma nova variante da Covid-19, identificada na África do Sul e classificada como B.1.1.529, ou Ômicron.

Estudos preliminares já confirmam que esta variante do coronavírus tem um número muito maior de mutações que as outras, mas a OMS afirma que ainda são necessárias algumas semanas para se entender o impacto dessa variante.

Os pesquisadores querem compreender qual o potencial de transmissão e o impacto nos diagnósticos, tratamentos e até mesmo se as vacinas disponíveis oferecem proteção. Após o encontro dos especialistas, a OMS informou que a variante será classificada como “variante de preocupação” em vez de “variante de interesse”, que seria uma classificação menos alarmante.

Desde já, a União Europeia (UE) tem pedido a suspensão imediata de todo o tráfego aéreo para países do sul da África. No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recomendou restrições de voos e de viajantes vindos de nações do continente africano, incluindo África do Sul, Botsuana, Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

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Mas a OMS recomenda cautela e medidas de restrição de viagens apenas baseadas em riscos e em estudos científicos. A agência da ONU lembra à população mundial a importância de continuar utilizando máscaras, evitar aglomerações e de higienizar as mãos sempre que possível.

Um novo levantamento da OMT (Organização Mundial do Turismo) mostra que 46 países ainda estão totalmente fechados aos turistas; em 55%, as fronteiras estão parcialmente fechadas e para entrar em 112 destinos, os viajantes são obrigados a apresentar um teste negativo de Covid-19.

Em relação ao acesso às vacinas, a OMS informa que apenas 27% dos trabalhadores de saúde da África, ou um entre quatro, estão completamente vacinados contra o coronavírus.

Com isso, a maioria dos profissionais do continente africano na linha de frente do combate à doença continuam desprotegidos.

Conteúdo adaptado do material publicado originalmente pela ONU News

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