SAÚDE

Com o Painel Mais Saúde, população pode conferir em tempo real situação de ocupação de leitos no Estado

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Prezando pela transparência em relação às informações sobre o coronavírus, há seis meses o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), disponibiliza o Painel Mais Saúde, que reúne diversos dados relacionados à Covid-19, entre eles: a gestão leitos. Por esta ferramenta, a população pode acompanhar em tempo real, como está a situação dos leitos nas quatro macrorregiões de saúde divididas em Mato Grosso do Sul.

Intuitivo e dinâmico, o ‘Painel Gestão de Leitos’ mostra, no primeiro item, o panorama geral da situação dos leitos clínicos e de UTIs, inclusive dos leitos exclusivos à Covid-19. No segundo item, mostra a ocupação de leitos clínicos e de UTIs no geral. No terceiro item, o cidadão tem acesso a todo serviço de forma detalhada por meio dos microdados.

O Painel Mais Saúde reúne outras informações que garantem a transparência quanto a evolução da doença no Estado. Pelo sistema é possível colher dados referentes ao Programa Prosseguir, além de outros serviços que são disponibilizados, como: decretos e notas técnicas que foram criadas especialmente para atender os municípios e demais setores da sociedade para o enfrentamento à Covid-19.

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Para o coordenador de Tecnologia da SES-MS, Marcos Espíndola de Freitas, estes recursos tecnológicos são fundamentais para a gestão pública na tomada de decisões, pois, a partir do conhecimento do comportamento e evolução da doença, é possível definir estratégias de ação para o efetivo combate ao coronavírus.

“Tais informações evidenciam em que momento estamos na pandemia, se controlado, estável ou crítico, o que exigiria medidas extremas. O Governo do Estado sempre prezou pela transparência e oportunidade das informações como direito de todos”, pontua o coordenador.

Assim, o Painel se transformou em uma ferramenta fundamental para que o Estado, através da Secretaria de Estado de Saúde, parceiros e colaboradores, pudessem nortear as ações e condutas como testagem em massa a apoio aos municípios no enfrentamento à Covid-19. A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) que acompanha a política local de enfrentamento à Covid-19 contribuiu para a elaboração deste projeto junto à SES.

O Monitor de Apoio a Informações em Saúde (Painel Mais Saúde) possibilita aos cidadãos navegarem e acompanhar em tempo real as informações sobre a pandemia. Para tanto, basta acessar mais.saude.ms.gov.br, trata-se de um site totalmente interativo, onde é possível acompanhar a situação da doença e indicadores importantes, como taxa de isolamento, dados por município, sexo, faixa etária, local de ocorrência, comorbidades, entre outros.

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Rodson Lima, SES            

Fotos: Edemir Rodrigues     

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SAÚDE

Segundo mais frequente no Brasil, câncer colorretal tem prevenção e chances de cura com diagnóstico precoce

Câncer colorretal é mais frequente em pessoas acima dos 50 anos

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Março é o mês dedicado a conscientização e combate ao câncer colorretal.  A escolha do mês coincide com o Dia Nacional de Combate ao Câncer de Intestino celebrado no dia 27 de março no país como símbolo de prevenção e tratamento da enfermidade.

O câncer colorretal é um tumor maligno que se instala no reto do intestino grosso, sendo depois dos cânceres de mama e próstata, o segundo mais frequente no Brasil. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima o surgimento de 40.990 novos casos por ano, para o triênio 2020/2022, sendo 20.520 em homens e 20.470 em mulheres. Os números correspondem a um risco estimado de 19,64 casos novos a cada 100 mil homens e 19,03 a cada 100 mil mulheres.

Embora a doença seja mais frequente em pessoas acima dos 50 anos, ela também afeta pessoas abaixo dessa faixa etária. Em agosto de 2020, o ator Chadwick Boseman interprete de Pantera Negra no filme da Marvel, perdeu a batalha para o câncer de cólon aos 43 anos de idade. O caso foi amplamente divulgado na imprensa.

Coloproctologista no Hospital Regional (HRMS), o médico Carlos Henrique Marques Santos afirma que além da preocupação com os tipos de câncer mais frequentes, a população também precisa se atentar para o rastreamento do câncer colorretal. “A partir dos 50 anos, uma vez a cada 5 anos, é recomendável que todas as pessoas façam a colonoscopia. Porque ela pode diagnosticar um câncer precoce, em que a chance e cura é maior”.

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Muito além do diagnóstico precoce, o exame pode identificar a lesão precursora do câncer. “A grande maioria dos tumores colorretais se originam de um pólipo que é um tumor benigno. Então a colonoscopia ao identificar o pólipo e remove-lo, previne o câncer. É uma situação em que realmente a gente consegue prevenir”, destaca o especialista.

Se engana quem pensa que só quem tem histórico familiar pode desenvolver a doença. Segundo Dr. Carlos, de cada 4 pessoas com câncer colorretal, 3 delas não tem histórico familiar algum. Dentro desse contexto, também vale ressaltar que a colonoscopia não deve ser feita só por pessoas com sintomas ou sinais que sugerem câncer.

Dr. Carlos Henrique Marques Santos

“O exame tem que ser feito justamente quando não há nenhuma alteração para que ele sirva como prevenção. Caso contrário, se a pessoa já tem um sangramento, se mudou o ritmo intestinal, houve perda de peso, e se isso foi causado por um câncer é provável que ele já seja um câncer mais antigo, e a cura pode ser um pouco mais difícil. Então a indicação é colonoscopia a partir dos 50 anos mesmo que não haja sintomas e mesmo que não haja histórico familiar”, orienta.

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Um estilo de vida saudável é apontado pelo especialista como uma das formas de prevenção por parte de pessoas mais jovens. “O que nós temos de consagrado pela evidência medica é que uma dieta com muita gordura animal predispõe facilita o câncer colorretal. E por outro lado, o consumo frequente de fibras, verduras, legumes e frutas, pode proteger e prevenir”. A prática regular de atividade física, não fumar e evitar o consumo excessivo de álcool também estão entre as medidas.

A prevenção e o rastreamento a partir dos 50 anos são importantes, pois o câncer colorretal é uma doença silenciosa. Geralmente os sintomas aparecem em estágios mais avançados tendo como principais manifestações: sangue nas fezes, sangue vermelho vivo ou coagulado; mudança no ritmo intestinal; dor abdominal; anemia; e perda de peso sem explicação lógica.

A campanha Março Azul Marinho no Brasil acontece por iniciativa da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (Sobed), Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM) e mais nove sociedades de especialidades médicas.

Mireli Obando, Subcom

Foto: Divulgação

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