REGIÃO

Suzano lança programa de Mudanças Climáticas na Cadeia de Valor focado nos fornecedores

Primeira etapa do projeto conta com a parceria do CDP

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Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, lançou o Programa de Mudanças Climáticas na Cadeia de Valor, cujo foco é engajar os fornecedores na mensuração, transparência de dados, definições de metas e avaliação de riscos e oportunidades relacionados às mudanças climáticas.

Como parte da estratégia de Mudanças Climáticas, a Suzano possui metas de longo prazo que preveem a captura de 40 milhões de toneladas equivalentes de carbono da atmosfera e a redução, em 15%, das emissões específicas das operações nos escopos 1 e 2 até 2030. E embora já capture da atmosfera mais CO2 (carbono) do que emite com suas operações, a Suzano entende que é necessário um amplo esforço colaborativo para que se possa superar os desafios impostos pelas mudanças climáticas. Dessa forma, é natural e primordial envolver os fornecedores neste esforço.

“Reduzir as emissões de gases do efeito estufa é essencial para o planeta e acreditamos que é nosso papel olharmos além das nossas operações. Por essa razão, auxiliaremos nossos parceiros na identificação de oportunidades para conseguirem resultados ambientais ainda mais expressivos”, afirma Viviane Danemberg, Gerente Executiva de Suprimentos da Suzano.

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Como parte desta iniciativa e com o objetivo de apoiar os fornecedores nessa jornada, foi firmada parceria com o CDP, uma organização internacional independente que fornece o maior e mais completo sistema de avaliação de impacto e divulgação de dados ambientais.

O projeto Mudanças Climáticas na cadeia de Valor foi lançado no dia 16 de abril. A primeira etapa é o engajamento de parceiros para que acessem a plataforma do CDP e reportem os dados relacionados a clima. O mapeamento dessas informações é essencial para que as empresas possam medir o impacto de suas atividades e, posteriormente, estabelecer metas para melhorar seu desempenho. Para além da mensuração de impactos, o programa também possibilitará a ampliação do conhecimento no tema dentro da cadeia de valor, com consequente amadurecimento da gestão de emissões e da estratégia climática por parte dos fornecedores.

“Essa parceria ressalta o compromisso da Suzano em ser agente protagonista e transformador no desenvolvimento de soluções sustentáveis​, que contribuam para solucionar os desafios da sociedade. Temos certeza que nossos parceiros estarão ao nosso lado no combate à crise climática”, complementa Cristiano Resende de Oliveira, Gerente Executivo de Sustentabilidade na Suzano.

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Além desta iniciativa, a Suzano também está desenvolvendo outras ações voltadas para práticas sustentáveis na cadeia de fornecedores, que serão divulgadas no decorrer de 2021.

Sobre a Suzano

A Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 97 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br

 

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REGIÃO

Suzano e WRI Brasil promovem parceria para desenvolver projeto de Regeneração Natural Assistida em larga escala na Amazônia brasileira

Iniciativa visa acelerar a restauração de áreas degradadas no bioma, enriquecer a diversidade de espécies na região, além de gerar trabalho e renda para comunidades

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A natureza tem um grande poder de se regenerar. Mesmo as áreas que sofreram profundas alterações ou severa degradação podem, dependendo do seu grau de resiliência, recuperar sua paisagem florestal novamente. Porém, nessas áreas, o processo de regeneração natural leva tempo e algum nível de assistência humana faz toda a diferença e garante sua permanência ao longo prazo.

Para apoiar e monitorar a forma como a floresta está se regenerando sem grandes intervenções, o WRI Brasil, em parceria com a Suzano, o Instituto Centro de Vida (ICV), o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e o programa global do World Resources Institute (WRI), iniciou o projeto “Promovendo e implementando a Regeneração Natural Assistida no Mato Grosso e Pará”. Trata-se de uma iniciativa para incentivar o uso de técnicas de regeneração natural assistida por parte de produtores rurais e comunidades na Amazônia.

Por meio de um conjunto de técnicas podemos acelerar o crescimento da floresta em áreas abandonadas ou de baixa aptidão agrícola com menor custo e tempo. Intervenções como o isolamento ou cercamento de uma área próxima a fragmentos florestais, manejo adequado de espécies invasoras e plantio para o enriquecimento da diversidade de espécies de uma área em regeneração podem ser a alavanca que falta para garantir que o Brasil recupere milhões de hectares.

O projeto visa incentivar a restauração de aproximadamente 300 mil hectares por meio da regeneração natural assistida, atuando com foco em oito municípios (três no Pará e cinco no Mato Grosso) e em três linhas de ação: identificar e mapear fatores de sucesso e áreas prioritárias para a regeneração natural assistida, desenhar e testar pacotes e soluções de implementação de regeneração natural assistida, bem como aumentar a escala das iniciativas bem-sucedidas nos municípios, estados e bioma.

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“A regeneração natural assistida pode ser reconhecida como uma opção viável para a restauração de áreas degradadas na Amazônia brasileira, o que permitirá o sequestro de milhões de toneladas de carbono da atmosfera, contribuirá para a adequação ambiental e produtiva do imóvel rural, com cumprimento do Código Florestal por parte dos produtores rurais e poderá trazer outros inúmeros benefícios sociais, econômicos e ambientais para a região”, destaca Mariana Oliveira, coordenadora do projeto no WRI Brasil.

A regeneração natural assistida é uma das diversas técnicas para restaurar florestas e melhorar o meio ambiente, mitigar os efeitos das mudanças climáticas, e promover o desenvolvimento sustentável. De acordo com Ana Paula Pulito, coordenadora de Desenvolvimento Social e Meio Ambiente da Suzano, “esta parceria busca criar e consolidar mecanismos financeiros de incentivo à restauração florestal, gerar renda, emprego e melhoria de vida para as populações da Amazônia, além de replicar as experiências de sucesso em outros biomas e países”, afirma. “Até 2030, temos a meta de remover 40 milhões de toneladas de carbono da atmosfera e de contribuir diretamente para que 200 mil pessoas instaladas nas regiões onde atuamos saiam da linha da pobreza”.

Sobre a Suzano

Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 97 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br

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Sobre o WRI Brasil

O WRI Brasil é um instituto de pesquisa que transforma grandes ideias em ações para promover a proteção do meio ambiente, oportunidades econômicas e bem-estar humano. Atua no desenvolvimento de estudos e implementação de soluções sustentáveis em clima, florestas e cidades. Alia excelência técnica à articulação política e trabalha em parceria com governos, empresas, academia e sociedade civil.

O WRI Brasil faz parte do World Resources Institute (WRI), instituição global de pesquisa com atuação em mais de 60 países. O WRI conta com o conhecimento de aproximadamente 1000 profissionais em escritórios no Brasil, China, Estados Unidos, Europa, México, Índia, Indonésia e África.

 

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