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Suzano apresenta evolução de compromissos ambientais e sociais em 2021

Companhia removeu 9 milhões de toneladas de CO2e da atmosfera e contribuiu para a retirada de mais de 9 mil pessoas da linha da pobreza

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Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, alcançou no último ano avanços significativos nos seus “Compromissos para renovar a vida”, um conjunto de 15 metas de longo prazo estabelecidas pela empresa. Entre outros destaques ao longo de 2021, nas frentes ambiental e social, estão o total de remoções líquidas de 9 milhões de toneladas de CO₂e da atmosfera, e a retirada de mais de 9 mil pessoas da linha da pobreza.

A companhia entende que atuar no combate às mudanças climáticas é um papel de todos e todas, e a operação integrada do seu negócio – que une suas florestas às Unidades Industriais – a coloca como agente transformador no avanço dessa agenda. Entre 2020 e 2021, a Suzano alcançou um acumulado de balanço – soma de todas as emissões e remoções –, de aproximadamente 25 milhões de toneladas de CO₂e removidos da atmosfera, representando um atingimento de 60% da meta de remover 40 milhões de toneladas de CO₂e da atmosfera, até 2025.

Em linha com o compromisso de ter a Suzano como parte da solução para a emergência climática, em 2021 a companhia aderiu ao Science Based Target Initiative (SBTi), iniciativa que busca impulsionar ações climáticas ambiciosas no setor privado, permitindo que as organizações estabeleçam metas de redução de emissões com base científica. A adesão ao SBTi reforça o compromisso da companhia em assumir uma posição relevante nas discussões mundiais sobre os efeitos causadores das mudanças climáticas, uma questão geracional que exige atuação imediata e relevante por parte da liderança mundial e da população global.

Influenciar a sociedade por meio de iniciativas que gerem impactos sociais e ambientais positivos também é um movimento constante na Suzano, que está presente em mais de 200 municípios brasileiros. De acordo com o Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), do Governo Federal, em 2021 foram registradas 36.1 milhões de pessoas vivendo em situação de pobreza nos estados do Maranhão, Bahia, Pará, Tocantins, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e São Paulo – todas regiões de atuação da Suzano. No último ano, mesmo com o aumento da pobreza, a insegurança alimentar, somados aos desafios trazidos pela pandemia, a Suzano seguiu ampliando suas ações de geração de trabalho, renda e impacto social, beneficiando mais de 21 mil pessoas e alcançando um avanço de 5,7 % em relação ao objetivo do compromisso público de retirar 200 mil pessoas da linha de pobreza, até 2030.

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Para 2022, a companhia seguirá construindo soluções inovadoras e sustentáveis junto a comunidades e atores estratégicos presentes em suas áreas de atuação, trabalhando em soluções escaláveis por meio da incubação e aceleração de negócios de impacto social, fortalecimento das redes, arranjos territoriais, além do estabelecimento de parcerias institucionais para resiliência dos territórios.

A companhia já conta com diversos projetos sociais, como o PDRT – Programa de Desenvolvimento Territorial Rural –, uma iniciativa que fortalece a agricultura familiar, promove o acesso a políticas públicas e contribui com a qualidade de vida de produtores rurais. No último ano, o programa auxiliou no incremento da renda familiar de mais de 2.900 famílias por meio da produção agrícola regenerativa, gerando mais de 30 mil toneladas de alimentos.

“É cada vez mais natural e necessário que as frentes ambientais e sociais caminhem juntas para fortalecer a sociedade na construção de um futuro mais justo e sustentável, em que consigamos produzir mais soluções e gerar renda, porém utilizando menos recursos naturais. Precisamos fomentar a reflexão sobre as nossas ações diárias e como podemos contribuir para sua preservação e conservação”, diz Cristina Gil, diretora executiva de Sustentabilidade e Comunicação e Marca da Suzano.

Ainda em 2021, e como exemplo da importância em aliar o aspecto ambiental ao social, a Suzano lançou um compromisso para a conservação da biodiversidade. A companhia se compromete, até 2030, a conectar, por meio de corredores ecológicos, meio milhão de hectares de áreas prioritárias para a preservação nos biomas Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia – o que equivale a quatro vezes a cidade do Rio de Janeiro. A partir da iniciativa, com o 15º Compromisso para renovar a vida lançado pela Suzano, a ideia é criar um movimento colaborativo, diversificado e contínuo, que contribua efetivamente para a conservação de espécies hoje ameaçadas pela ação humana, mas que também eleve o patamar de gestão ambiental, trabalhando em conjunto com proprietários(as) rurais, instituições e lideranças desses locais, identificando oportunidades de sinergia em ações de desenvolvimento socioambiental.

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Além das metas de remoção de CO2, mitigação da pobreza e conservação da biodiversidade, a Suzano conta com outros 12 Compromissos para renovar a vida, que podem ser acompanhados na Central de Sustentabilidade da companhia. A plataforma contempla informações relacionadas à gestão e estratégia da companhia, além dos indicadores atualizados sobre os principais aspectos operacionais e socioambientais. São, ao todo, mais de 450 indicadores que podem ser acessados no endereço http://centraldesustentabilidade.suzano.com.br/.

Sobre a Suzano

A Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 98 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br

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Junto com fábrica de celulose, Inocência ganha investimentos em hospital, novas escolas e aeroporto

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Com cerca de 8 mil habitantes, o município de Inocência, a 337 km de Campo Grande, chamado de “Princesinha da Costa Leste” deverá se tornar a partir de 2028, uma “Rainha da Celulose”. Tudo isso por conta do anúncio na quarta-feira (22) da instalação da fábrica da chilena Arauco com investimentos de R$ 15 bilhões. Em pleno pico da obra a cidade terá 12 mil pessoas trabalhando, ou seja quase o dobro da população. Para dar conta desta demanda que vai exigir projetos estruturantes em saúde, segurança, educação e infraestrutura, o município contará com total apoio do Governo do Estado.

A garantia foi dada ontem pelo governador do Estado Reinaldo Azambuja, que destacou que a cidade terá melhorias na infraestrutura para escoamento da produção nas estradas e pontes, e acesso até a ferrovia Malha Oeste, novas escolas, investimento em hospital e até criação de um aeroporto.

“Por meio do termo de acordo assinado a Arauco terá benefícios semelhantes aos oferecidos a Eldorado e Suzano, justamente para que exista um equilíbrio competitivo entre as empresas. Mas de maneira especifica a cidade vai receber melhorias na saúde, infraestrutura para transporte em estradas e pontes, novas escolas, investimento no hospital e linhas de transporte para os trabalhadores se deslocarem para a empresa, que vai ficar a 50 km de distância do centro de Inocência. Tudo isso em parceria com a Prefeitura e Governo do Estado”, destacou Reinaldo Azambuja.

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Um outro anúncio importante foi a construção de um aeroporto na cidade. O local será comprado pela Prefeitura e contará com um aeródromo e um receptivo, que ter o Governo como parceiro.

Governador e o prefeito Toninho da Cofap de Inocência – Foto Bruno Rezende

O prefeito Antônio Ângelo Garcia, Toninho da Cofap agradeceu o apoio do Governo do Estado e a direção da Arauco. “Quero agradecer à diretoria da Arauco. Estão confiando em Mato Grosso do Sul e em Inocência, uma cidade pequenininha, a quem eu chamo de “A Princesinha da Costa Leste”. E a nossa princesinha, em pouco tempo, será a ‘Rainha da Costa Leste’”, enfatizou o prefeito.

Ele salientou a Prefeitura está fazendo projeto de desenvolvimento sustentável para o município visando atender as demandas estruturantes que virão com a nova fábrica. “Nosso compromisso é que precisamos construir sonhos junto com o governador. Temos um hospital para ser inaugurado, um hospital totalmente novo que é pequeno e precisará ser ampliado. Também teremos que melhorar a segurança pública, isso é importantíssimo diante do número de pessoas que virão para Inocência. Nossa meta é ter o mínimo possível de problemas”, salientou lembrando que a estimativa é que a cidade possa ter de 15 mil a 20 mil habitantes em plena execução da obra.

A qualificação de pessoal também será reforçada, segundo o secretário de Produção, Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico e Agricultura Familiar (Semagro) Jaime Verruck. “A meta é que nós consigamos qualificar as pessoas de Inocência, que é um município aí de 8 mil habitantes para atuar diretamente no processo florestal e na fábrica. Nós não podemos esperar. Nesse momento precisamos qualificar para a base florestal. São os operadores de máquina, para facilitar o plantio. Nós temos ainda que pensar naqueles que futuramente irão operar a fábrica que serão técnicos, pessoas que fizeram cursos na área de celulose, com formação para beneficiar a população daquele município. Então primeiro passo é que a população do município vai ser qualificada em parceria com o sistema S e com outros organismos. E depois a parte de fornecimento”, salientou.

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Nova Fábrica

O grupo chileno Arauco assinou Termo de Acordo para potencial investimento em uma fábrica de celulose no Mato Grosso do Sul, no município de Inocência. Os investimentos estimados seriam de US$ 3 bilhões (aproximadamente R$ 15 bilhões) e a previsão é que as obras tenham início em 2025, sujeito à aprovação do Licenciamento Ambiental, à avaliação da oferta de madeira e à confirmação do investimento por parte do board da empresa. Cumpridas estas condições, espera-se que a fábrica entre em operação no primeiro trimestre de 2028, com capacidade para produzir 2,5 milhões de toneladas/ano de celulose de fibra curta. Atualmente, a empresa opera no setor de celulose no Chile, Argentina e Uruguai.

Rosana Siqueira, Subcom

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