REGIÃO

Riedel anuncia retomada da obra do Hospital Regional de Três Lagoas

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O secretário de Infraestrutura do Governo do Estado, Eduardo Riedel, reuniu-se nesta segunda-feira (05) com o engenheiro da Sial Engenharia, empresa responsável pela construção da obra do Hospital Regional de Três Lagoas, Pedro Henrique Rossi, para resolução da retomada da obra da unidade hospitalar.

Mais de 91% da obra Hospital Regional de Três Lagoas já foi executada (Foto Saul Schramm)

Na reunião ficou definido que a obra será retomada no dia 15 de abril, com prazo máximo de 90 dias. “Quando assumimos a Secretaria, há pouco mais de um mês, o objetivo principal é dar celeridade a todos os grandes empreendimentos do Estado, entre eles, os da saúde, principalmente, diante do atual cenário”, reforçou Riedel, citando as obras que hoje abrangem unidades de saúde de diversos municípios, como Ponta Porã, Coxim, Três Lagoas.

Atualmente, 91,63% da obra do Hospital Regional de Três Lagoas já foi executada e, neste momento, está paralisada porque a empresa responsável pela construção pediu reajuste de valores.

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Em construção em um terreno com área de 26,4 mil m², o prédio terá 15,6 mil m² e contará com blocos setorizados, 171 novos leitos com maternidade, UTI, UTI neonatal, pediatria, cardiologia, desafogando o atendimento do Hospital Nossa Senhora Auxiliadora (filantrópico).

O presidente da Câmara de Vereadores de Três Lagoas, Cassiano Maia, o secretário Municipal de Obras, Adriano Kawahata Barreto, e o secretário-adjunto da Seinfra, Pedro Caravina, participaram do evento. “Estamos aqui para enfrentar os problemas de frente e fazer as entregas para o Governo do Estado”, reforçou Caravina.

Cassiano Maia fez uma avaliação sobre o andamento da obra. “Há 40 dias estamos observando como evoluiu o processo. Isso mostra o perfil gestor do Riedel e o compromisso do Governo do Estado. Tenho certeza que vamos entregar o mais breve possível, tanto a entrega da obra física, como a compra dos equipamentos, assim como o processo licitatório para a gestão do hospital”.

Representando a Sial Engenharia, empresa responsável pela obra, Pedro Henrique Rossi enfatizou a retomada das obras e confirmou o prazo para entrega do hospital. “Fizemos os ajustes técnicos e, agora, o nosso compromisso é entregar a obra em 90 dias”.

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Além do Hospital Regional, Riedel reforçou aos representantes políticos de Três Lagoas que o projeto para contratar obra de acesso ao hospital referente à rua Marginal já foi liberado pelo DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes). “Minha missão é dar celeridade ao pacote de R$ 4 bilhões anunciados no ano passado, referente ao Governo Presente. O foco é entregar o melhor para nossa sociedade”, reforçou Riedel.

Ana Brito, Seinfra 

Fotos: Guilherme Pimentel 

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REGIÃO

Suzano e WRI Brasil promovem parceria para desenvolver projeto de Regeneração Natural Assistida em larga escala na Amazônia brasileira

Iniciativa visa acelerar a restauração de áreas degradadas no bioma, enriquecer a diversidade de espécies na região, além de gerar trabalho e renda para comunidades

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A natureza tem um grande poder de se regenerar. Mesmo as áreas que sofreram profundas alterações ou severa degradação podem, dependendo do seu grau de resiliência, recuperar sua paisagem florestal novamente. Porém, nessas áreas, o processo de regeneração natural leva tempo e algum nível de assistência humana faz toda a diferença e garante sua permanência ao longo prazo.

Para apoiar e monitorar a forma como a floresta está se regenerando sem grandes intervenções, o WRI Brasil, em parceria com a Suzano, o Instituto Centro de Vida (ICV), o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e o programa global do World Resources Institute (WRI), iniciou o projeto “Promovendo e implementando a Regeneração Natural Assistida no Mato Grosso e Pará”. Trata-se de uma iniciativa para incentivar o uso de técnicas de regeneração natural assistida por parte de produtores rurais e comunidades na Amazônia.

Por meio de um conjunto de técnicas podemos acelerar o crescimento da floresta em áreas abandonadas ou de baixa aptidão agrícola com menor custo e tempo. Intervenções como o isolamento ou cercamento de uma área próxima a fragmentos florestais, manejo adequado de espécies invasoras e plantio para o enriquecimento da diversidade de espécies de uma área em regeneração podem ser a alavanca que falta para garantir que o Brasil recupere milhões de hectares.

O projeto visa incentivar a restauração de aproximadamente 300 mil hectares por meio da regeneração natural assistida, atuando com foco em oito municípios (três no Pará e cinco no Mato Grosso) e em três linhas de ação: identificar e mapear fatores de sucesso e áreas prioritárias para a regeneração natural assistida, desenhar e testar pacotes e soluções de implementação de regeneração natural assistida, bem como aumentar a escala das iniciativas bem-sucedidas nos municípios, estados e bioma.

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“A regeneração natural assistida pode ser reconhecida como uma opção viável para a restauração de áreas degradadas na Amazônia brasileira, o que permitirá o sequestro de milhões de toneladas de carbono da atmosfera, contribuirá para a adequação ambiental e produtiva do imóvel rural, com cumprimento do Código Florestal por parte dos produtores rurais e poderá trazer outros inúmeros benefícios sociais, econômicos e ambientais para a região”, destaca Mariana Oliveira, coordenadora do projeto no WRI Brasil.

A regeneração natural assistida é uma das diversas técnicas para restaurar florestas e melhorar o meio ambiente, mitigar os efeitos das mudanças climáticas, e promover o desenvolvimento sustentável. De acordo com Ana Paula Pulito, coordenadora de Desenvolvimento Social e Meio Ambiente da Suzano, “esta parceria busca criar e consolidar mecanismos financeiros de incentivo à restauração florestal, gerar renda, emprego e melhoria de vida para as populações da Amazônia, além de replicar as experiências de sucesso em outros biomas e países”, afirma. “Até 2030, temos a meta de remover 40 milhões de toneladas de carbono da atmosfera e de contribuir diretamente para que 200 mil pessoas instaladas nas regiões onde atuamos saiam da linha da pobreza”.

Sobre a Suzano

Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 97 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br

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Sobre o WRI Brasil

O WRI Brasil é um instituto de pesquisa que transforma grandes ideias em ações para promover a proteção do meio ambiente, oportunidades econômicas e bem-estar humano. Atua no desenvolvimento de estudos e implementação de soluções sustentáveis em clima, florestas e cidades. Alia excelência técnica à articulação política e trabalha em parceria com governos, empresas, academia e sociedade civil.

O WRI Brasil faz parte do World Resources Institute (WRI), instituição global de pesquisa com atuação em mais de 60 países. O WRI conta com o conhecimento de aproximadamente 1000 profissionais em escritórios no Brasil, China, Estados Unidos, Europa, México, Índia, Indonésia e África.

 

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