REGIÃO

Produtores de Mato Grosso do Sul comercializam 113,5 toneladas de alimentos com apoio da Suzano

Em 2020, a ação “A Feira Vai Até Você” comercializou mais de 14 mil cestas de produtos da agricultura familiar por delivery e gerou receita bruta de R$ 226,1 mil

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Com o apoio da Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, agricultores familiares de Mato Grosso do Sul comercializaram mais de 113,5 toneladas de alimentos em 2020 por meio da iniciativa “A feira vai até você”. A ação foi lançada em abril do ano passado, com o objetivo de auxiliar as vendas de pequenos produtores familiares por meio do sistema de delivery (entregas domiciliares) diante das mudanças provocadas pela pandemia do novo coronavírus. Com grande adesão dos consumidores, a ação alcançou a marca de 14.205 cestas de hortifrútis agroecológicos entregues, gerando receita bruta de R$ 226,1 mil, aproximadamente, no ano passado. O resultado ajudou a reduzir os impactos econômicos da pandemia na agricultura familiar da região.

“Os agricultores familiares continuaram produzindo alimentos, mas, com o fechamento das feiras no início da pandemia e o isolamento social, o escoamento da produção foi muito afetado. A iniciativa da Suzano surgiu como forma de mitigar esse impacto, conectando produtores rurais ao consumidor final por meio da entrega domiciliar. A experiência deu tão certo que, mesmo depois da flexibilização do isolamento social, os agricultores mantiveram o projeto, fidelizando consumidores”, ressalta Israel Batista Gabriel, coordenador de Desenvolvimento Social da Suzano em Mato Grosso do Sul.

A Suzano fornece aos agricultores toda a assistência técnica necessária, desde a montagem das cestas com os produtos, operacionalização da logística, até a comunicação. O resultado foi um incremento de 322,6% nas vendas por delivery em MS. Antes da ação, a média de vendas por delivery era de 420 cestas mensais. Em 2020, o volume médio saltou para 1.775 cestas entregues aos consumidores ao mês.

No Estado, a ação beneficia 56 famílias, de seis comunidades rurais, nos municípios de Três Lagoas, Selvíria e Santa Rita do Pardo. Entre elas, está a de Josefa de Oliveira Nascimento, tesoureira da Associação dos Agricultores(as) do Projeto Paulistinha. De acordo com ela, o projeto foi essencial para que as famílias de agricultores tivessem renda durante o período mais crítico da pandemia. “Sem a ajuda da Suzano, seria muito difícil para todos nós. Vimos outras famílias devastadas pela crise gerada com a pandemia. Com essa ação das cestas, e todo suporte técnico que recebemos, conseguimos gerar renda e enfrentarmos a pandemia”, completa.

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A produtora também ressalta a importância da iniciativa como vitrine para os trabalhos desenvolvidos nas comunidades rurais de região. “Embora já tivéssemos a venda das cestas, muitas pessoas não conheciam, nem tinham ouvido falar. Com a ação, elas se interessaram bastante tanto pelos nossos produtos quanto pelo trabalho que a gente desenvolve, sem o uso de defensivos agrícolas, dos nossos produtos artesanais. Superou todas as nossas expectativas. Muitas pessoas se surpreenderam com o nosso trabalho. Tanto que ainda hoje existe uma boa demanda que vemos como fruto desse projeto”, destaca Josefa.

Como adquirir

O sistema de delivery está disponível em Três Lagoas, nas comunidades: 20 de Março, telefones (67) 9 9 9350 9380 e (67) 9 9206 8208; Pontal do Faia, (67) 9 9965 8030, e Paulistinha, (67) 9 9948 3427.  Em Santa Rita do Pardo, as cestas podem ser adquiridas pelos telefones (67) 9 9858 2276 ou (67) 9 9610 5096, na comunidade São Thomé. Já em Selvíria, o delivery pode ser contratado pelos telefones (67) 9 9859 1265 (São Joaquim) e (67) 9 9652 7260 (Alecrim).

A iniciativa também é realizada na Bahia, Espírito Santo, Maranhão e São Paulo, beneficiando 310 famílias. Ao todo, foram comercializadas 300 toneladas de produtos agroecológicos diversos por meio da ação. Os agricultores que participaram da iniciativa entregaram mais de 37.530 cestas, gerando uma receita bruta de mais de R$ 1,14 milhão.

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PDRT

O Programa de Desenvolvimento Rural e Territorial (PDRT) visa promover o fortalecimento das comunidades rurais vizinhas às unidades da Suzano, gerando renda e melhorando a qualidade de vida dos pequenos produtores. O PDRT atua em três eixos: gestão, produção e comercialização das associações e cooperativas participantes, permitindo que essas comunidades, capacitadas, conquistem sua independência financeira.

Em Mato Grosso do Sul, o PDRT atua junto às comunidades rurais desde 2012. São 1.065 famílias beneficiadas em 15 comunidades rurais. No Brasil, mais de 5 mil famílias, em nove estados e mais de 118 localidades já foram beneficiadas pelo programa.

Sobre a Suzano

A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 11 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem aproximadamente 37 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de eucalipto, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

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Eldorado inicia operação de termoelétrica movida a biomassa de eucaliptos

Projeto é o primeiro do Brasil a usar tocos e raízes das árvores
para produzir energia 100% limpa e renovável

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Assessoria de Imprensa Eldorado Brasil/Contexto Mídia

A Eldorado Brasil deu início à operação de sua primeira usina termoelétrica, movida a biomassa e com capacidade de produzir energia suficiente para abastecer uma cidade de 700 mil habitantes. Trata-se de projeto inédito no Brasil em razão da matéria-prima utilizada: tocos e raízes dos eucaliptos colhidos para a fabricação de celulose.

Primeiro empreendimento da Eldorado Brasil na área de energia, a unidade, batizada de Onça Pintada, contou com investimentos da ordem de R$ 400 milhões, realizados com recursos próprios da companhia, sem qualquer subsídio ou financiamento público.

A usina funciona dentro do complexo da fábrica de celulose da Eldorado Brasil, em Três Lagoas (MS). A planta terá capacidade para gerar 432 mil MegaWatts de energia por ano.

“Este é um projeto absolutamente inovador e com a capacidade de promover renovação no setor florestal brasileiro, implicando a realização de investimentos e a criação de milhares de empregos por todo o país”, avalia Carlos Monteiro, diretor industrial da Eldorado Brasil. “Com a ativação da usina, a Eldorado Brasil passa a ter um ciclo de 100% de aproveitamento do eucalipto, que ela mesma planta, e reitera seu papel de excelência na economia verde”, conclui.

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Atualmente, a Eldorado Brasil já é autossuficiente do ponto de vista energético, pois usa resíduos do processo de fabricação da celulose como fonte de energia para abastecer seu parque fabril. Com a nova usina, a empresa passa a ofertar 100% limpa e sustentável ao sistema elétrico nacional, via Ambiente de Contratação Regulado (ACR), em contrato gerenciado pelo ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico).

PREPARAÇÃO E LICENCIAMENTO – Desde a segunda quinzena de março, a Eldorado Brasil vinha realizando, sob acompanhamento das autoridades ambientais e do setor elétrico, os testes para homologação do projeto e obtenção do licenciamento para início da operação. Os testes foram concluídos nesta semana, atestando o funcionamento adequado da turbina, caldeira e demais equipamentos envolvidos na operação.

O empreendimento recebeu a Licença de Operação, expedida pelo Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), com validade de quatro anos. O documento certifica o cumprimento da legislação ambiental vigente, que inclui monitoramento das emissões atmosféricas, além de resíduos sólidos e ruídos.

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