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Mineradora anuncia projeto de R$ 40 milhões para extração de basalto em Inocência

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O município de Inocência terá em breve um importante empreendimento: uma empresa da área de mineração, com investimento previsto de R$ 40 milhões e a geração de 50 empregos diretos. O projeto foi apresentado ao secretário da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), Jaime Verruck, pelo empresário Jairo Clemente de Oliveira e o prefeito de Inocência Antônio Garcia dos Santos durante reunião realizada ontem (25).

“Trata-se de uma nova atividade que chega ao Estado por Inocência e cria a possibilidade de ofertar vários produtos da rocha, como o basalto negro utilizado pela indústria da construção para se obter o ‘preto absoluto’, usado em decoração. Também deve ser extraído o pó de rocha, remineralizante para a agriculta, além da brita, muito demandada para asfaltamento. É um investimento significativo e uma atividade nova para o Estado que vem ao encontro dos esforços que o governo vem empreendendo para diversificar as atividades econômicas”, disse Verruck.

Há pesquisas em andamento sobre a utilização do pó de rocha na agricultura. O secretário afirma que esse “é um caminho novo pelo qual a agricultura brasileira está se direcionando” e enxerga boas perspectivas de negócios para esse empreendimento.

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A empresa já tem autorização da Agência Nacional de Mineração e a Licença Ambiental Prévia do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul). Também já entrou com pedido de incentivos fiscais junto ao governo do Estado. O empresário Jairo Clemente de Oliveira acredita que já no segundo semestre deste ano sua empresa entre em atividade.

Participaram da reunião o vice-prefeito Adair Aparecido de Freitas e os vereadores Jefferson Lopes de Oliveira e João Maria Aparecido Ladeia.

Veja abaixo imagens da reunião:

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REGIÃO

Eldorado inicia operação de termoelétrica movida a biomassa de eucaliptos

Projeto é o primeiro do Brasil a usar tocos e raízes das árvores
para produzir energia 100% limpa e renovável

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Assessoria de Imprensa Eldorado Brasil/Contexto Mídia

A Eldorado Brasil deu início à operação de sua primeira usina termoelétrica, movida a biomassa e com capacidade de produzir energia suficiente para abastecer uma cidade de 700 mil habitantes. Trata-se de projeto inédito no Brasil em razão da matéria-prima utilizada: tocos e raízes dos eucaliptos colhidos para a fabricação de celulose.

Primeiro empreendimento da Eldorado Brasil na área de energia, a unidade, batizada de Onça Pintada, contou com investimentos da ordem de R$ 400 milhões, realizados com recursos próprios da companhia, sem qualquer subsídio ou financiamento público.

A usina funciona dentro do complexo da fábrica de celulose da Eldorado Brasil, em Três Lagoas (MS). A planta terá capacidade para gerar 432 mil MegaWatts de energia por ano.

“Este é um projeto absolutamente inovador e com a capacidade de promover renovação no setor florestal brasileiro, implicando a realização de investimentos e a criação de milhares de empregos por todo o país”, avalia Carlos Monteiro, diretor industrial da Eldorado Brasil. “Com a ativação da usina, a Eldorado Brasil passa a ter um ciclo de 100% de aproveitamento do eucalipto, que ela mesma planta, e reitera seu papel de excelência na economia verde”, conclui.

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Atualmente, a Eldorado Brasil já é autossuficiente do ponto de vista energético, pois usa resíduos do processo de fabricação da celulose como fonte de energia para abastecer seu parque fabril. Com a nova usina, a empresa passa a ofertar 100% limpa e sustentável ao sistema elétrico nacional, via Ambiente de Contratação Regulado (ACR), em contrato gerenciado pelo ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico).

PREPARAÇÃO E LICENCIAMENTO – Desde a segunda quinzena de março, a Eldorado Brasil vinha realizando, sob acompanhamento das autoridades ambientais e do setor elétrico, os testes para homologação do projeto e obtenção do licenciamento para início da operação. Os testes foram concluídos nesta semana, atestando o funcionamento adequado da turbina, caldeira e demais equipamentos envolvidos na operação.

O empreendimento recebeu a Licença de Operação, expedida pelo Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), com validade de quatro anos. O documento certifica o cumprimento da legislação ambiental vigente, que inclui monitoramento das emissões atmosféricas, além de resíduos sólidos e ruídos.

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