REGIÃO

Eldorado inicia operação de termoelétrica movida a biomassa de eucaliptos

Projeto é o primeiro do Brasil a usar tocos e raízes das árvores
para produzir energia 100% limpa e renovável

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Assessoria de Imprensa Eldorado Brasil/Contexto Mídia

A Eldorado Brasil deu início à operação de sua primeira usina termoelétrica, movida a biomassa e com capacidade de produzir energia suficiente para abastecer uma cidade de 700 mil habitantes. Trata-se de projeto inédito no Brasil em razão da matéria-prima utilizada: tocos e raízes dos eucaliptos colhidos para a fabricação de celulose.

Primeiro empreendimento da Eldorado Brasil na área de energia, a unidade, batizada de Onça Pintada, contou com investimentos da ordem de R$ 400 milhões, realizados com recursos próprios da companhia, sem qualquer subsídio ou financiamento público.

A usina funciona dentro do complexo da fábrica de celulose da Eldorado Brasil, em Três Lagoas (MS). A planta terá capacidade para gerar 432 mil MegaWatts de energia por ano.

“Este é um projeto absolutamente inovador e com a capacidade de promover renovação no setor florestal brasileiro, implicando a realização de investimentos e a criação de milhares de empregos por todo o país”, avalia Carlos Monteiro, diretor industrial da Eldorado Brasil. “Com a ativação da usina, a Eldorado Brasil passa a ter um ciclo de 100% de aproveitamento do eucalipto, que ela mesma planta, e reitera seu papel de excelência na economia verde”, conclui.

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Atualmente, a Eldorado Brasil já é autossuficiente do ponto de vista energético, pois usa resíduos do processo de fabricação da celulose como fonte de energia para abastecer seu parque fabril. Com a nova usina, a empresa passa a ofertar 100% limpa e sustentável ao sistema elétrico nacional, via Ambiente de Contratação Regulado (ACR), em contrato gerenciado pelo ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico).

PREPARAÇÃO E LICENCIAMENTO – Desde a segunda quinzena de março, a Eldorado Brasil vinha realizando, sob acompanhamento das autoridades ambientais e do setor elétrico, os testes para homologação do projeto e obtenção do licenciamento para início da operação. Os testes foram concluídos nesta semana, atestando o funcionamento adequado da turbina, caldeira e demais equipamentos envolvidos na operação.

O empreendimento recebeu a Licença de Operação, expedida pelo Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), com validade de quatro anos. O documento certifica o cumprimento da legislação ambiental vigente, que inclui monitoramento das emissões atmosféricas, além de resíduos sólidos e ruídos.

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Suzano e WRI Brasil promovem parceria para desenvolver projeto de Regeneração Natural Assistida em larga escala na Amazônia brasileira

Iniciativa visa acelerar a restauração de áreas degradadas no bioma, enriquecer a diversidade de espécies na região, além de gerar trabalho e renda para comunidades

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A natureza tem um grande poder de se regenerar. Mesmo as áreas que sofreram profundas alterações ou severa degradação podem, dependendo do seu grau de resiliência, recuperar sua paisagem florestal novamente. Porém, nessas áreas, o processo de regeneração natural leva tempo e algum nível de assistência humana faz toda a diferença e garante sua permanência ao longo prazo.

Para apoiar e monitorar a forma como a floresta está se regenerando sem grandes intervenções, o WRI Brasil, em parceria com a Suzano, o Instituto Centro de Vida (ICV), o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e o programa global do World Resources Institute (WRI), iniciou o projeto “Promovendo e implementando a Regeneração Natural Assistida no Mato Grosso e Pará”. Trata-se de uma iniciativa para incentivar o uso de técnicas de regeneração natural assistida por parte de produtores rurais e comunidades na Amazônia.

Por meio de um conjunto de técnicas podemos acelerar o crescimento da floresta em áreas abandonadas ou de baixa aptidão agrícola com menor custo e tempo. Intervenções como o isolamento ou cercamento de uma área próxima a fragmentos florestais, manejo adequado de espécies invasoras e plantio para o enriquecimento da diversidade de espécies de uma área em regeneração podem ser a alavanca que falta para garantir que o Brasil recupere milhões de hectares.

O projeto visa incentivar a restauração de aproximadamente 300 mil hectares por meio da regeneração natural assistida, atuando com foco em oito municípios (três no Pará e cinco no Mato Grosso) e em três linhas de ação: identificar e mapear fatores de sucesso e áreas prioritárias para a regeneração natural assistida, desenhar e testar pacotes e soluções de implementação de regeneração natural assistida, bem como aumentar a escala das iniciativas bem-sucedidas nos municípios, estados e bioma.

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“A regeneração natural assistida pode ser reconhecida como uma opção viável para a restauração de áreas degradadas na Amazônia brasileira, o que permitirá o sequestro de milhões de toneladas de carbono da atmosfera, contribuirá para a adequação ambiental e produtiva do imóvel rural, com cumprimento do Código Florestal por parte dos produtores rurais e poderá trazer outros inúmeros benefícios sociais, econômicos e ambientais para a região”, destaca Mariana Oliveira, coordenadora do projeto no WRI Brasil.

A regeneração natural assistida é uma das diversas técnicas para restaurar florestas e melhorar o meio ambiente, mitigar os efeitos das mudanças climáticas, e promover o desenvolvimento sustentável. De acordo com Ana Paula Pulito, coordenadora de Desenvolvimento Social e Meio Ambiente da Suzano, “esta parceria busca criar e consolidar mecanismos financeiros de incentivo à restauração florestal, gerar renda, emprego e melhoria de vida para as populações da Amazônia, além de replicar as experiências de sucesso em outros biomas e países”, afirma. “Até 2030, temos a meta de remover 40 milhões de toneladas de carbono da atmosfera e de contribuir diretamente para que 200 mil pessoas instaladas nas regiões onde atuamos saiam da linha da pobreza”.

Sobre a Suzano

Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 97 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br

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Sobre o WRI Brasil

O WRI Brasil é um instituto de pesquisa que transforma grandes ideias em ações para promover a proteção do meio ambiente, oportunidades econômicas e bem-estar humano. Atua no desenvolvimento de estudos e implementação de soluções sustentáveis em clima, florestas e cidades. Alia excelência técnica à articulação política e trabalha em parceria com governos, empresas, academia e sociedade civil.

O WRI Brasil faz parte do World Resources Institute (WRI), instituição global de pesquisa com atuação em mais de 60 países. O WRI conta com o conhecimento de aproximadamente 1000 profissionais em escritórios no Brasil, China, Estados Unidos, Europa, México, Índia, Indonésia e África.

 

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