POLÍTICA

Senado aprova política nacional de fomento à cultura

União repassará R$ 3 bilhões por ano a estados e municípios

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O Senado aprovou hoje (23) o projeto de lei que institui a política nacional de fomento ao setor cultural, com duração de cinco anos. Batizada de Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, o Projeto de Lei 1518/2021 0prevê repasses anuais de R$ 3 bilhões da União a estados e municípios para ações no setor. O texto segue para sanção presidencial.

A política é voltada para trabalhadores da cultura, entidades e pessoas físicas e jurídicas que atuem na produção, difusão, promoção, preservação e aquisição de bens, produtos ou serviços artísticos e culturais, incluindo o patrimônio cultural material e imaterial. Ao todo, 17 grupos de atividades culturais poderão ser contemplados.

Estados e municípios devem aplicar 80% dos recursos recebidos em ações de apoio ao setor cultural por meio de editais, chamadas públicas, prêmios e compras de bens e serviços culturais, além de subsídio para manutenção de espaços artísticos e ambientes culturais que desenvolvam atividades regulares e de forma permanente em seus territórios e comunidades.

O restante 20% do dinheiro deve ser repassado diretamente em ações de incentivo a programas, projetos e ações de democratização do acesso à produção artística e cultural em áreas periféricas urbanas e rurais, bem como povos e comunidades tradicionais.

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Para receber a verba, os entes federativos devem comprovar que já investem em cultura com recursos próprios um valor não inferior à média dos valores consignados nos últimos três exercícios.

O projeto de lei foi inspirado na Lei Aldir Blanc, criada e aprovada pelo Congresso para prestar assistência emergencial ao setor cultural durante a pandemia da covid-19. No período, atores, músicos, artistas plásticos e produtores culturais não puderam promover ou participar de eventos. A Política Nacional Aldir Blanc veio dessa ideia, mas conferindo estabilidade e um prazo mais longo, de cinco anos, de estímulo financeiro ao fomento da arte no país.

Aldir Blanc

Aldir Blanc foi um escritor e compositor brasileiro que morreu de covid-19 em maio de 2020. Na década de 1960, ele participou de diversos festivais da canção, compondo músicas interpretadas por Clara Nunes, Taiguara e Maria Creuza.

Mas foi na década de 1970 que ele compôs o seu maior sucesso. Com a parceria de João Bosco e na voz de Elis Regina, o mundo conheceu O bêbado e a equilibrista. Em 1978, publicou as crônicas Rua dos Artistas e arredores. Em 1981, Porta de tinturaria (1981). As duas obras foram reunidas, posteriormente, em 2006, na edição Rua dos Artistas e transversais, que ainda trouxe 14 crônicas escritas para a revista Bundas e para o Jornal do Brasil.

Edição: Fernando Fraga

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POLÍTICA

Lula vai casar! Tudo o que já sabemos sobre a cerimônia do ex-presidente

A cerimônia está marcada para acontecer às 19h e será em São Paulo. Dos poucos detalhes que a noiva revelou à imprensa um deles é sobre o vestido. A

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai se casar. O político de 76 anos subirá ao altar no próximo dia 18 de maio com a com a socióloga Rosângela da Silva, a Janja, de 56, com quem vive há pelo menos quatro anos.

“Estou apaixonado como se eu tivesse 20 anos de idade, como se fosse minha primeira namorada. Vou casar da forma mais tranquila possível e vou fazer a campanha feliz”, declarou Lula em recente entrevista à Revista Time.

A cerimônia está marcada para acontecer às 19h e será em São Paulo. Dos poucos detalhes que a noiva revelou à imprensa um deles é sobre o vestido. A peça é assinada pela estilista Helô Rocha, que conversou com a Universa, do Uol. Janja vai usar um vestido longo, em organza (tecido feito de seda) na cor off white e coberto de bordados feitos por moradoras de Timbaúba dos Batistas, uma cidade da região do Seridó, sertão do Rio Grande do Norte.

“Minha mãe e minha família materna são dessa região. Desde a época da faculdade, trabalho com essas mulheres que fazem um bordado muito especial, o de linha, com uma máquina de pedal. É uma mistura de técnicas, ponto cheio, Richelieu [que tem efeito semelhante ao de uma renda] e sombreado, que são feitas nesse tipo de máquinas”, explicou.

“Quando conversei com a Janja, não vi outro caminho a não ser trabalhar com essas bordadeiras. Acho que tinha que ser um vestido brasileiro, com uma mão de obra especial e regional. Elas deram um toque especial”, acrescentou.

De acordo com a colunista Bela Megale, do jornal O Globo, a indicação da estilista foi da chef Bela Gil, que é amiga do casal e está entre os 150 convidados da festa.

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Sabe-se ainda que os os noivos não têm grandes planos para a lua de mel. Segundo a colunista, em uma reunião do PT, o ex-presidente da república falou sobre o assunto. Disse aos presentes que está em “eterna lua de mel com Janjinha”, como se refere à noiva.

Ainda de acordo com a jornalista, os convidados que vêm de outras cidades foram recomendados pela equipe do noivo a chegaram no dia 17 de maio e bloquear a agenda no dia 18. Foi informado também que estaria rolando uma grande ciumeira entre parlamentares. Pouquíssimos teriam sido convidados pelos noivos.

Na mesma reunião do PT citada acima, Lula teria falado sobre a importância da cerimônia. Disse que é “apegado às tradições” e que queria receber benção e se casar de papel passado, assim como fez nas duas uniões anteriores.

Segundo a jornalista e colunista Mônica Bergamo, a lista de convidados de Lula de Janja, que antes estava restrita a apenas a amigos e familiares, algo entorno de 100 pessoas, já passa de 150 convidados, com chance de crescer ainda mais.

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Um dos critérios do casal, segundo a jornalista, foi incluir na lista pessoas que são consideradas igualmente amigas de Lula e de Janja. Chico Buarque e sua mulher, Carol Proner, por exemplo, foram convidados. Gilberto Gil e Flora Gil também, bem como Daniela Mercury e Malu Verçosa.

Na quinta-feira, 12 de maio, a noiva Janja foi às redes sociais comentar sobre o grande dia.

Presidente Lula no Podpa
Por EDUARDO ELIAS – ms noticias
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