POLÍTICA

Em MS, ao menos oito políticos são cotados para sair ao governo em 2022

Senadores, prefeito, juiz aposentado, ex-governadores e secretário estão na lista

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Faltando um pouco mais de um ano para as eleições 2022, muitos políticos de Mato Grosso do Sul já se posicionam como possíveis pré-candidatos ao cargo de governador ou são cotados por partidos e especulações. Até agora, ao menos oito nomes surgem como pleiteadores da função.

São eles: ex-governador André Puccinelli (MDB), ex-governador Zeca do PT, secretário de infraestrutura Eduardo Riedel (PSDB), senadora Soraya Thronicke (PSL), juiz aposentado Odilon de Oliveira (Sem partido).

Pelo PSD, já houve especulações de que o prefeito Marquinhos Trad poderia entrar na disputa, assim como o irmão o senador Nelsinho Trad, mas nada oficial, até o momento. Já a deputada federal Rose Modesto (PSDB) também surge como motivo de mistério, pois, burburinhos indicam a possibilidade dela sair do ninho tucano na abertura da janela eleitoral rumo ao Podemos para alavancar a candidatura.

Entre os que já confirmaram a vontade de concorrer estão o secretário Eduardo Riedel, que inclusive tem apoio do partido, que vem há alguns meses divulgando o nome do gestor da Seinfra. Inclusive em evento com a participação do governador de São Paulo João Dória na sede do PSDB, há duas semanas, Riedel foi indicado pelo próprio governador Reinaldo Azambuja como futuro sucessor, se houver mérito nas urnas.

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Pelo MDB, o nome do ex-governador André Puccinelli é unânime. O presidente regional do partido, Junior Mochi afirma que somente por razões pessoais de André é que a pré-candidatura poderia ser retirada.

No Partido dos Trabalhadores, o ex-governador Zeca do PT expôs a vontade de tentar o pleito diante de uma possível candidatura do ex-presidente Lula. Ele acredita que a majoritária nacional influencie no voto sul-mato-grossense e por enquanto, tem o aval do PT-MS para engrenar uma pré-candidatura a governador.

A senadora Soraya Thronicke que também é presidente regional do PSL deixou no ar que pode concorrer ao cargo.

Já o juiz aposentado Odilon de Oliveira ainda busca um partido para dialogar e firmar pré-candidatura. Ele deve divulgar posicionamento oficial até novembro.

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POLÍTICA

Presidente do Senado diz que “democracia é inegociável”

Rodrigo Pacheco defende “união nacional”

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O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse hoje (16), em Brasília, que tanto os poderes Legislativo e Judiciário como as Forças Armadas têm, na democracia, “ambiente único” para o desenvolvimento do país. Acrescentou que os problemas de relações entre poderes são “solucionáveis” e que a situação tem melhorado a cada semana. 

As afirmações foram feitas durante a abertura de audiência na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado. “A democracia do Brasil é muito jovem, e como toda juventude, comete erros, acertos e tem seus arroubos”, disse. “Mas a democracia é algo inegociável e não retrocederá”, afirmou.

“Tanto o Congresso Nacional quanto Judiciário e Forças Armadas têm absoluta compreensão da importância e prevalência da democracia como ambiente único de desenvolvimento. Esses problemas que temos nas relações entre os poderes são solucionáveis e já temos essa semana uma semana muito melhor do que a passada, de boa relação entre os poderes constituídos”, acrescentou, ao defender uma “união nacional” para resolver os reais problemas do país.

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Conciliação

Rodrigo Pacheco frisou que união nacional não significa, necessariamente, conciliação absoluta, e que divergências sempre existem. Acrescentou que essas divergências, no entanto, não podem atrapalhar o enfrentamento de problemas, o que, segundo ele, tem sido feito pelos debates e tramitações de projetos no Legislativo, sobre questões como precatórios e a definição do nosso sistema político-eleitoral. “As eleições acontecerão em 2022, e não há nenhuma dúvida quanto a isso”, disse.

O senador disse, ainda, que o sucesso nessa empreitada passa pelo respeito entre os poderes e entre as instituições, o que, para ele, acaba sendo prejudicado pelo mau uso das redes sociais.

“É importante também a responsabilidade de cumprir os deveres, cada qual em seu quadrado. E, por último, são também importantes o otimismo e o entusiasmo com o Brasil para preenchermos espaços e resolver problemas”, finalizou.

Edição: Kleber Sampaio

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