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Com apoio do Governo do Estado, usina de etanol vai gerar 150 empregos diretos e 2 mil indiretos

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Maracaju vai ganhar uma usina de etanol de milho que vai gerar 150 empregos diretos e cerca de dois mil indiretos durante a construção da planta. A apresentação técnica do projeto será feita nesta sexta-feira (30), a partir das 9 horas, na Câmara Municipal daquele município, com a presença do governador Reinaldo Azambuja.

Diretores do Grupo Cerradinho farão a apresentação. A nova planta industrial será construída às margens da rodovia MS-157. Incentivos do Governo do Estado e da Prefeitura vão assegurar a geração dos postos de trabalho.

O Grupo Cerradinho investirá R$ 1 bilhão na construção da primeira usina de etanol de milho de Maracaju, que terá capacidade total para processar 1,2 mil toneladas do grão, oriundo 100% do Estado, agregando valor à produção do cereal sul-mato-grossense.

Paulo Fernandes, Subcom

Foto: Chico Ribeiro/arquivo

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POLÍTICA

Presidente do Senado diz que “democracia é inegociável”

Rodrigo Pacheco defende “união nacional”

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O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse hoje (16), em Brasília, que tanto os poderes Legislativo e Judiciário como as Forças Armadas têm, na democracia, “ambiente único” para o desenvolvimento do país. Acrescentou que os problemas de relações entre poderes são “solucionáveis” e que a situação tem melhorado a cada semana. 

As afirmações foram feitas durante a abertura de audiência na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado. “A democracia do Brasil é muito jovem, e como toda juventude, comete erros, acertos e tem seus arroubos”, disse. “Mas a democracia é algo inegociável e não retrocederá”, afirmou.

“Tanto o Congresso Nacional quanto Judiciário e Forças Armadas têm absoluta compreensão da importância e prevalência da democracia como ambiente único de desenvolvimento. Esses problemas que temos nas relações entre os poderes são solucionáveis e já temos essa semana uma semana muito melhor do que a passada, de boa relação entre os poderes constituídos”, acrescentou, ao defender uma “união nacional” para resolver os reais problemas do país.

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Conciliação

Rodrigo Pacheco frisou que união nacional não significa, necessariamente, conciliação absoluta, e que divergências sempre existem. Acrescentou que essas divergências, no entanto, não podem atrapalhar o enfrentamento de problemas, o que, segundo ele, tem sido feito pelos debates e tramitações de projetos no Legislativo, sobre questões como precatórios e a definição do nosso sistema político-eleitoral. “As eleições acontecerão em 2022, e não há nenhuma dúvida quanto a isso”, disse.

O senador disse, ainda, que o sucesso nessa empreitada passa pelo respeito entre os poderes e entre as instituições, o que, para ele, acaba sendo prejudicado pelo mau uso das redes sociais.

“É importante também a responsabilidade de cumprir os deveres, cada qual em seu quadrado. E, por último, são também importantes o otimismo e o entusiasmo com o Brasil para preenchermos espaços e resolver problemas”, finalizou.

Edição: Kleber Sampaio

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