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Polícia Civil: novo projeto de reestruturação das carreiras avança na política salarial

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Elaborado pelo Governo do Estado e validado pelo movimento sindical, o novo projeto de lei que reestrutura as carreiras da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul começou a tramitar na Assembleia Legislativa na semana passada. Para agentes, peritos e delegados, a proposta prevê 21 anos de exercício até o topo das carreiras.

Segundo a mensagem do governador Reinaldo Azambuja enviada à Casa de Leis, a reestruturação objetiva trazer melhorias ao ao sistema remuneratório dos delegados e policiais, modificando tabelas, destravando as carreiras e melhorando as promoções e progressões funcionais. A mudança traz garantias e sustentabilidade às carreiras.

Nesse cenário, o projeto de lei cria uma quarta classe para a carreira de Delegado da Polícia Civil, que terá um total de cinco classes: especial, primeira, segunda, terceira e quarta.

O tempo de interstício para que os delegados sejam promovidos será de seis anos da 4ª para a 3ª classe; de 5 anos da 3ª para a 2ª classe; de 5 anos da 2ª para a primeira classe; e de 5 anos da 1ª para a classe especial.

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Já as carreiras de agente de Polícia Judiciária, perito Oficial Forense, perito Papiloscopista e agente de Polícia Científica passam a se desdobrar em quatro classes (terceira, segunda, primeira e especial) e sete referências para fins de promoção funcional. Para os agentes e peritos, o tempo de interstício será de quatro anos.

Além disso, o projeto de lei cria um sétimo nível de progressão funcional para todas as carreiras da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, viabilizando o aumento da remuneração ao longo de toda a vida funcional do servidor.

“Ajustamos o projeto conforme pedidos da categoria. Adequamos o que era possível sem ferir a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) e o equilíbrio fiscal do Estado. Chegamos a um denominador comum”, destacou o governador Reinaldo Azambuja.

Para as novas regras valerem, os deputados precisam aprovar o projeto ainda neste ano. Pela projeção da SAD (Secretaria de Estado de Administração e Desburocratização), as novas regras devem valer a partir de 1º de janeiro de 2022.

Confira o projeto aqui.

Bruno Chaves, Subcom
Foto: Polícia Civil

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Polícia Civil prende ladrões de gado e recupera 32 animais furtados

Uma vaca estava sendo desossada na hora que a polícia chegou

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O SIG (Setor de Investigações Gerias) da Polícia Civil de Brasilândia e investigadores de polícia civil das cidades de Bataguassu e Nova Andradina conseguiram descobrir a autoria do crime de abigeato e recuperar algumas cabeças de gado nesta quarta-feira (19) em Nova Andradina, gado esse furtada de uma fazenda em Bataguassu.

Após a vítima denunciar na delegacia de Bataguassu o furto de 15 vacas nelores e 17 bezerros, as delegacias de policia civil de toda região Leste do Mato Grosso do Sul e Oeste do estado de São Paulo, passaram a investigar o caso a troca de informações entre as seccionais de policia civil, resultou na identificação dos caminhões utilizados no transporte do gado roubado.

Dois caminhões boiadeiros da cidade de Nova Andradina, foram identificados de participação no crime de abigeato. Em conversa com a dupla de participantes no crime, foi descoberto que do total de 32 animais furtados (17 bezerros e 15 vacas) teria restado apenas 13 bezerros e quatro vacas. Após confessar a participação, a dupla indicou aos policiais que o gado havia sido transportado para uma fazendinha nas proximidades e os dois levaram os policiais até o local.

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Assim que a força policial da civil chegou no local indicado, já presenciaram um gado abatido e sendo limpo para a venda em mercearias e açougues da região. Os animais que restaram 4 vacas nelore e 13 bezerros foram levados novamente para à fazenda de onde foram subtraídos e os autores presos por abigeato (crime de furto de gado) e também poderão responder por associação criminosa e crime contra à saúde pública.

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