POLÍCIA

Com toque de recolher prorrogado, polícia mapeia festas de Réveillon para fiscalizações em MS

Fiscalização vai mirar locais e eventos propícios para aglomeração e trânsito intenso

Publicados

em

 foi orientada a mapear locais e eventos de Réveillon propícios à aglomerações e ao descumprimento do toque de recolher vigente em . O horário de reclusão domiciliar, das 22h até 5h, foi prorrogado por decreto estadual até 9 de janeiro de 2021.

Segundo o tenente-coronel André Macedo, à frente das ações de fiscalização ao toque de recolher no Comando de Policiamento Metropolitano, o efetivo empregado não vai mudar em relação ao Natal. Porém, a estratégia sim.

“A peculiaridade é em torno de pontos e horários de emprego, pois no  o comportamento é diferente. Enquanto o Natal temos uma situação mais familiar, no , historicamente e tradicionalmente, as comemorações são mais efusivas”, disse.

Assim, lugares com maior possibilidade de circulação e aglomeração de pessoas entram no radar da polícia. Locais propícios a acidentes de trânsito e fiscalização da  também serão prioridade.

“Especificamente em relação ao  e em razão da prorrogação do toque de recolher pelo Governo Estadual, todas as unidades operacionais estão orientadas a realizar a fiscalização, assim como coibir eventuais festas clandestinas, nesse caso independente do horário”, completou Macedo.

Leia Também:  No primeiro dia oficial de vacinação, Mato Grosso do Sul atinge 2,7 mil mortes por Covid-19

Balanço parcial

Nas duas primeiras semanas de Operação Boas Festas, entre 14 e 27 de dezembro, a PM flagrou 1.058 estabelecimentos comerciais com aglomeração durante ações preventivas em todo o Estado. O problema se repetiu em 367 residências.

Ainda segundo balanço parcial da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e ), 129 pessoas foram autuadas por descumprirem medida sanitária; 42 por desobediência; oito por resistência; e 10 por desacato. Pelo menos 10,7 mil pessoas e 9,9 mil veículos foram abordados no período.

 conta com o reforço dos órgãos municipais, como a Guarda em Campo Grande, que mandou mais de 800 desobedientes ao toque de recolher para casa na véspera de Natal.

Além disso, pelo menos 500 policiais militares em formação integram a Operação Boas Festas neste mês de dezembro, em todas as regiões urbanas da Capital. A dinâmica é a mesma nos demais Comandos de Policiamento de Área pelo interior do Estado.

Em Campo Grande, a PM atua com 30 viaturas quatro rodas, dez motocicletas e 360 policiais a pé. O Comando de Policiamento Metropolitano alcança, além da Capital, também Sidrolândia, Terenos, Corguinho, Rochedo, Bandeirantes, Jaraguari e Ribas do Rio Pardo.

Leia Também:  Denúncia anônima pelo 181 da PM ajuda no combate de crimes

Flagrado pela polícia ‘furando’ toque de recolher no Réveillon pode ser preso

Quem for flagrado violando o toque de recolher no Estado pode responder pelo crime de desobediência e ser preso.

Além disso, vigora na Capital o decreto 14.566/2020, que limita festas e reuniões a 40% da capacidade de lotação do local. O ato também proíbe eventos com mais de 80 pessoas.

As restrições à circulação de pessoas tentam frear a contaminação em massa pela covid-19. A SES (Secretaria de Estado de Saúde) confirmou mais 1.366 infectados e 25 mortes pela doença nas últimas 24 horas.

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍCIA

Vítimas de tarados, 480 mulheres de MS foram alvo de atos obscenos e importunações sexuais em 2020

Nos últimos dias, vários casos foram denunciados à Polícia Civil

Publicados

em

Foto: Leonardo de França | Midiamax

Dados da Sejusp (Secretaria Estadual de Justiça e Segurança) apontam que em 2020, 480 mulheres registraram ocorrências de assédio nas ruas de . Elas foram vítimas de crimes como importunação sexual e ato obsceno. Só nos primeiros 10 dias de 2021, já são 14 ocorrências do tipo, mostrando o risco ao qual as vítimas estão frequentemente expostas.

A diferença entre os dois crimes é que no ato obsceno, há uma exibição por parte do autor, que constrange a vítima. Já na importunação sexual, há algum tipo de contato entre autor e vítima, porém, sem ameaça grave ou violência. No entanto, se houver ameaça grave ou violência, o crime passa a ser tratado como estupro.

Conforme balanço feito pela Sejusp, no ano passado foram 102 ocorrências de ato obsceno e 378 de importunação sexual, dentre os quais 30 casos de ato obsceno e 129 de importunação sexual ocorreram somente em Campo Grande. Em todo o estado, já em 2021, são 2 de ato obsceno e 12 de importunação.

Leia Também:  Provas do Exame Nacional do Ensino Médio começam neste domingo

Casos recentes

Na manhã da última terça-feira (12), uma mulher de 38 anos que voltava de uma caminhada no Parque Lageado, na Capital, foi abordada por um homem em um Gol que se aproximou e se masturbou olhando para ela. A ação foi filmada e o caso encaminhado à  (Delegacia de Atendimento à Mulher), onde foi instaurado inquérito.

Na tarde da quarta-feira (13), uma jovem de 24 anos foi perseguida por um homem que se masturbava em um ponto de ônibus na Rua José Carlos Silva de Almeida. Ela também registrou o ocorrido nas redes sociais e recebeu apoio da blogueira Mayra Cardi. Como no primeiro caso, esta ocorrência é tratada como ato obsceno.

Já na quinta-feira (14), em Aparecida do Taboado, a 457 quilômetros de Campo Grande, um homem foi preso pela Polícia Militar por se masturbar dentro de um hotel, enquanto encarava a funcionária do estabelecimento. Neste caso, o indivíduo foi levado à Delegacia  e autuado em flagrante por importunação sexual.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

SELVÍRIA

ACONTECEU

MATO GROSSO DO SUL

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA