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Pela segunda semana consecutiva, preço médio da gasolina cai em Mato Grosso do Sul

Litro do combustível varia de R$ 5,299 a R$ 5,998 no Estado, segundo pesquisa da ANP

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Combustíveis registraram queda no preço pela segunda semana consecutiva - Foto: Álvaro Rezende / Correio do Estado

Pela segunda semana consecutiva, o preço médio da gasolina registrou ligeira queda em Mato Grosso do Sul.

Na semana que se encerrou neste sábado (18), o litro do combustível fechou com valor médio de 5,547, variação de -0,64% em relação a semana anterior, quando o preço foi de R$ 5,583.

É o que aponta levantamento realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

A trajetória de queda, no entanto, pode não se manter nesta semana, tendo em vista que a PEtrobras anunciou, na última sexta-feira (16), reajuste de 1,9% no preço da gasolina e de 3,8% no óleo diesel em suas refinarias.

Os combustíveis ficaram, respectivamente, R$ 0,05 e R$ 0,10 mais caros e a alta pode chegar ao consumidor.

Na pesquisa da ANP, considerando os preços mínimo e máximo, o combustível foi encontrado sendo comercializado de R$ 5,299 em um dos postos de combustíveis, a R$ 5,998 em outro.

Pesquisa foi realizada em 53 postos de combustíveis do Estado, entre os dias 11 a 17 de abril.

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Em Campo Grande, o preço seguiu a tendência do Estado e houve queda de -1,87% no valor médio do combustível,

Nesta semana, a gasolina comercializada na Capital teve preço médio de R$ 5,497, enquanto na semana anterior o preço era de R$ 5,567. Assim como no Estado, também é a segunda semana consecutiva que o combustível registra deflação.

Nos 43 postos pesquisados na Capital, o preço varia de R$ 5,299 a R$ 5,749.

Ponta Porã continua sendo a cidade do Estado onde a gasolina é mais cara, comercializada no preço médio de R$ 5,922, sem variação em relação a semana anterior, quando o preço foi o mesmo. Com relação ao preço mínimo e máximo, o combustível custa de R$ 5,799 e R$ 5,999 na cidade fronteiriça.

Além da gasolina, o etanol hidratado também registrou queda, de -2,39% no Estado, fechando a semana no preço médio de R$ 4,038, frente a R$ 4,137 da última semana.

Na Capital, o combustível que é uma alternativa à gasolina, tem valor médio abaixo de R$ 4, sendo comercializado no preço médio de R$ 3,973 até este sábado.

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Já no óleo diesel, a retração foi menor, com valor médio de R$ 4,193 no Estado, variação de -0,36% no comparativo com a semana anterior, quando valor era de R$ 4,208.

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Governo de Mato Grosso do Sul suspende a desestatização da MSGÁS

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O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul decidiu suspender, após estudo minucioso, a desestatização de 51% das ações da companhia MSGÁS, responsável pela distribuição do gás em Mato Grosso do Sul.

“Essa decisão, de não vender a MSGÁS,  tomada após a realização de um estudo de viabilidade, será fundamental para garantir incentivos que resultem em qualidade e produtividade nesse momento”, explicou o governador Reinaldo Azambuja.

Apesar da decisão, o Governo do Estado mantém a construção do novo modelo de concessão que está sendo elaborado em parceria com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e está alinhado ao novo Marco Regulatório do Gás Natural, sancionado neste mês pelo Presidente da República.

Esse novo modelo de contrato será concebido com a adoção de boas e modernas práticas regulatórias, com aplicação de um novo plano de investimento, nova regra tarifária e contando ainda com outros fatores que gerem produtividade e qualidade nos serviços.

Decisão

A decisão de não privatizar parte da companhia se origina diante de uma série de incertezas de mercado, como a saída da Petrobras da área de transporte e distribuição de gás.

Com o novo marco regulatório, que substitui a atual legislação e regulamenta a distribuição do gás no país, o ambiente deverá se tornar mais sólido e com maior estabilidade, apostam especialistas.

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A secretária Especial de Parcerias Estratégicas de Mato Grosso do Sul, Eliane Detoni, explica que este não era o momento mais oportuno para a venda de parte da companhia, mas garante que o novo modelo do contrato de concessão continuará em construção, buscando as diretrizes do marco regulatório.

“Com base nos estudos do BNDES vamos definir o modelo de contrato a ser seguido. Esse modelo estará  alinhado às diretrizes da nova lei do gás e garantirá as  boas práticas regulatórias. Depois de estudos de qualidade entendemos que era preciso um ambiente de maior estabilidade no mercado de gás para que a venda acontecesse”, afirmou a secretária.

O governador Reinaldo Azambuja, acompanhado do secretário de Estado de Infraestrutura, Eduardo Riedel, da secretaria Eliane Detoni, e do diretor presidente da MSGÁS, Rui Pires dos Santos, comunicou, na semana passada, aos funcionários da empresa sobre a decisão de manter o Estado como detentor da maior parte das ações da companhia.

“Entendemos que a MSGÁS é uma empresa sólida, com um trabalho primoroso de sua equipe. O empenho da comissão dos funcionários da MSGÁS para mim foi um dos pontos altos nessa decisão. É gratificante perceber que, mais do que defender os interesses da companhia, eles demonstraram a posição do cidadão sul-mato-grossense sobre o assunto. Esse é o tipo de gestão participativa que faz toda a diferença”, afirmou o governador.

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Para Eduardo Riedel  essa é uma decisão muito importante e mostra a solidez do trabalho do Governo de Mato Grosso do Sul. “O governador fez da MSGÁS uma empresa técnica. A companhia fechou 2020 com o maior lucro de sua história e isso devemos aos que estão trabalhando nessas operações e ajudando nesse crescimento”, pontuou.

O diretor-presidente da MSGÁS acredita que “essa foi uma decisão extremamente bem conduzida durante todos os momentos das discussões, tratada sempre com alto nível, respeito e assertividade por todas as partes.”

A comissão de funcionários que acompanhou o trabalho de construção dessa proposta comemorou com entusiasmo a decisão.

MSGÁS

A companhia MSGÁS é uma sociedade mista, composta pelo Estado com 51% das ações, e pela Petrobras Gaspetro detentora dos outros 49%. A companhia nasceu em 1998 e desde então, a MSGÁS tem a concessão em todo Estado para:

-Executar serviços relativos à pesquisa tecnológica, exploração, produção, aquisição, armazenamento;

-Produção e comercialização independente de energia elétrica;

-Transporte, importação, exportação, fabricação e montagem de componentes necessários ao suprimento do mercado de gás;

– Distribuição e comercialização de gás e/ou subprodutos e derivados.

Luciana Brazil, EPE

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