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Na volta às aulas, Reinaldo Azambuja destaca investimento de R$ 289 milhões em reformas de escolas

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Mais de 200 mil alunos da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso do Sul voltaram às aulas presenciais nesta segunda-feira (2) depois de 16 meses de ensino remoto, por causa da pandemia de Covid-19. Ao voltar às atividades de forma alternada e seguindo protocolos de biossegurança, a maioria dos estudantes encontrou escolas reformadas e equipadas.

Felipe de Souza: feliz com a volta às aulas presenciais

Um dos prédios novos entregues pelo Governo do Estado é o da Escola Estadual Vespasiano Martins, de Campo Grande, que atende 232 estudantes e foi revitalizado com R$ 2,9 milhões. “Muito bom poder voltar e encontrar tudo novo. A expectativa agora é grande, rever os amigos e estudar presencial. Será bem legal esse segundo semestre”, disse o jovem Felipe de Souza, do 2º ano do ensino médio.

Ao recepcionar os alunos da unidade na acolhida de volta às aulas, o governador Reinaldo Azambuja detalhou os investimentos que têm sido feitos na Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso do Sul, que vão das reformas em prédios à valorização dos servidores da Educação, entre professores e administrativos.

Essa escola passou por reforma completa. Reconstrução, melhorias e laboratórios que estão sendo feitos em praticamente todas as 347 escolas da Rede Estadual. Estamos com mais de R$ 289 milhões em investimentos. Só neste momento, mais de 132 escolas passam por reformas como essa do Vespasiano Martins. Isso faz parte do conjunto e do trabalho que estamos realizando no setor educacional”, afirmou.

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Governador Reinaldo Azambuja destaca investimentos do governo na reforma de escolas e valorização de professores e administrativos da educação

Segundo o governador, a reestruturação da Rede contempla ainda a mudança no sistema de ensino. “Vamos entregar até 2022 praticamente 60% das 347 em escolas em tempo integral. Entendo que investimento em Educação é um conjunto, que vai da valorização dos profissionais da Educação aos alunos”, pontuou.

“Agora em outubro, enviaremos projeto de lei à Assembleia Legislativa para valorização dos administrativos, vou publicar também um novo concurso para professores e continuar fazendo a reestruturação da Rede, com laboratórios de tecnologia, salas de ciência e reformas de prédios”, completou.

Reinaldo Azambuja recepcionado pelos alunos da escola cívico-militar prof. Tito

Também nesta segunda-feira, o governador Reinaldo Azambuja inaugurou a construção do prédio da Escola Cívico-Militar Prof. Alberto Elpídio Ferreira Dias (Professor Tito). O prédio era uma obra inacabada que entrou no Programa das Escolas Cívico-Militares (Pecim), do Governo Federal, em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar, e vai atender 404 alunos.

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A unidade foi construída com R$ 4,4 milhões e possui 14 salas de aula e quadra de esportes coberta com arquibancada, totalizando 3,6 mil m² de área construída. A unidade ainda tem biblioteca, cantinho da leitura, sala de informática, cantina, despensa, área de descanso, espaço de múltiplo uso e um palco, além de toda estrutura administrativa e banheiros, todos com acessibilidade.

Acompanharam o governador no acolhimento de volta às aulas a secretária estadual de Educação, Maria Cecília Amendola da Motta, e o adjunto da pasta, Édio Rezende; o secretário estadual de Justiça e Segurança Pública, Antonio Carlos Videira; o secretário estadual de Relações Institucionais e Assuntos Estratégicos de Mato Grosso do Sul em Brasília, Pedro Chaves; o diretor-presidente da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte), Marcelo Miranda; e os comandantes do Corpo de Bombeiros, coronel Hugo Djan, e da Polícia Militar, coronel Marcos Paulo Gimenez.

Bruno Chaves, Subcom

Fotos: Chico Ribeiro

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Instituições e ambientalistas elogiam medidas do governo para transformar MS em estado carbono neutro

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Com foco na redução do aquecimento global e preservação do meio ambiente, instituições e ambientalista que atuam no Estado elogiaram as medidas lançada peloGoverno para tornar Mato Grosso do Sul Estado de carbono neutro até 2030, que significa mitigar todas as emissões de gases causadores do efeito estufa, dentro do próprio território.

Uma das medidas é o financiamento de projetos científicos que possam ajudar na neutralização dos gases que prejudicam o meio ambiente. O edital da Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado) lançado pelo governador Reinaldo Azambuja prevê R$ 4 milhões de investimento.

“Com certeza são medidas bem-vindas e que são de extrema importância, sendo mais uma alternativa para tratar da questão do clima. Precisamos potencializar estes projetos que visam proteger o meio ambiente, estamos por exemplo diante de uma crise hídrica”, destacou o diretor-executivo do SOS Pantanal, Felipe Dias.

André Luiz Siqueira (Foto: Divulgação – Ecoa)

O presidente da Ecoa, André Luiz Siqueira, parabenizou a política do Estado de colocar a agenda de mudanças climáticas entre suas prioridades. “O Estado vem se alinhado com as políticas globais, e avança em uma agenda mais proeminente. É fundamental citar que o Estado vem sofrendo com crises hídricas que tem relação direta com o clima, e o governo se preparou para enfrentar esta questão, como nos incêndios florestais. Ele consegue entender o problema macro, para criar as soluções locais. Quem ganha somos todos nós. Carbono zero é uma política de governo importante”

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Fábio Bolzan, consultor associado Wetlands International Brasil, destacou que estas medidas anunciadas pelo Governo seguem uma política adotada desde o início da atual gestão. “Parabenizo e vejo com bons olhos estas ações e projetos do Governo que vai ed encontro com nossos objetivos que visam o bem-estar da população”.

Bolzan citou que o edital lançado pelo governo vai de encontro com importantes iniciativas internacionais em favor do meio ambiente. “Tem a mesma sintonia da iniciativa 20×20, que visa à recuperação de 20 milhões de hectares de áreas produtivas na América Latina e Caribe”, descreveu.

A analista de conservação do WWF-Brasil, Júlia Correa Boock, também elogiou o lançamento do Governo. “O WWF-Brasil reconhece a importância de iniciativas como o edital publicado, que busca acelerar soluções e inovação para a reversão das curvas de emissões de gases de efeito estufa que causam as mudanças climáticas. Devemos investir em ciência e tecnologia para alcançar resultados em escala de maneira urgente, pois já sentimos os efeitos das mudanças no planeta”, complementou.

Foto: Saul Schramm

Prioridade

O governador Reinaldo Azambuja afirmou que faz parte do planejamento estratégico transformar o estado em carbono neutro até 2030. “Temos visto os efeitos causados pelo aquecimento global: secas extremas em algumas regiões, excesso de chuva em outras, e até frio em lugares atípicos. Isso desperta compromisso com a agenda da sustentabilidade”, afirmou.

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Ainda destacou que o Estado vai focar neste objetivo, que é reduzir a emissão de gases que prejudicam o meio ambiente e provocam o efeito estufa. “Mato Grosso do Sul está focado nisso. Negar o aquecimento global é negar a evolução da ciência e a importância que os países têm dado à essa agenda”, ponderou.

Para o secretário estadual Jaime Verruck, titular da Semagro (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), este compromisso em tornar o estado carbono neutro vem sendo desenvolvido desde 2016, com várias iniciativas com foco no desenvolvimento sustentável.

“Temos programas como Prósolo, Carne Orgânica do Pantanal, Plano Integração Lavoura-Pecuária-Floresta e Ilumina Pantanal, que seguem nesta direção e uma lei estadual de mudanças climáticas. O edital (Fundect) vai trazer a comunidade científica para fazer a avaliação de como está a situação atual do inventário de emissão de carbono no Estado”, ressaltou o secretário.

O edital lançado pela Fundect vai selecionar projetos de pesquisa e inovação nas áreas de Bioeconomia, Biotecnologia, Biodiversidade, Energias Renováveis e Produção Sustentável. Pesquisadores vinculados às Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs) e empresas que executam atividades de pesquisa em Ciência, Tecnologia e Inovação.

Leonardo Rocha, Subcom

Foto Capa: Chico Ribeiro

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