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Municípios com alto grau de infecção para Covid-19 deixam MS em alerta

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Mato Grosso do Sul está em alerta para o contágio da Covid-19. Dos 79 municípios do Estado, 44 estão com alto grau de infecção para a doença e foram classificados com a bandeira vermelha do Prosseguir (Programa de Saúde e Segurança na Economia), que indica o funcionamento de atividades econômicas. A classificação vale até 1° de abril.

Com aumento de casos e mortes em todo o Mato Grosso do Sul, a avaliação dos municípios no Prosseguir piorou em relação a última atualização feita no final de fevereiro. Campo Grande, por exemplo, está na bandeira cinza, que significa risco extremo de contaminação.

Aumentou de 31 para 44 cidades na bandeira vermelha. Estão nesta situação as cidades de Amambai, Anaurilândia, Aparecida do Taboado, Aquidauana, Aral Moreira, Bela Vista, Caracol, Cassilândia, Chapadão do Sul, Corumbá, Costa Rica, Coxim, Deodápolis, Dois Irmãos do Buriti e Dourados.

Além de Eldorado, Fátima do Sul, Figueirão, Guia Lopes da Laguna, Itaporã, Itaquiraí, Japorã, Jardim, Juti, Laguna Carapã, Maracaju, Mundo Novo, Naviraí, Paraíso das Águas, Paranaíba, Pedro Gomes, Ponta Porã, Porto Murtinho, Ribas do Rio Pardo, Rio Negro, Rochedo, Santa Rita do Pardo, São Gabriel do Oeste, Selvíria, Sidrolândia, Tacuru, Taquarussu, Terenos e Três Lagoas.

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Já na bandeira laranja houve uma queda de 38 para 32 cidades. Neste cenário a recomendação do programa é para atividades essenciais e não essenciais de baixo e médio risco. Entram neste cenário: Água Clara, Alcinópolis, Anastácio, Angélica, Antônio João, Bandeirantes, Bataguassu, Bataiporã, Bodoquena, Bonito, Brasilândia, Caarapó e Camapuã.

Assim como Corguinho, Coronel Sapucaia, Douradina, Glória de Dourados, Iguatemi, Inocência, Ivinhema, Jaraguari, Ladário, Miranda, Nioaque, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Paranhos, Rio Brilhante, Rio Verde, Sete Quedas, Sonora e Vicentina.

Já na faixa “amarela”, que é considerado o grau “tolerável”, houve redução de 10 para apenas dois municípios: Jateí e Novo Horizonte do Sul. O mapa também mostra que nenhum município das quatro macrorregiões de Saúde (Corumbá, Campo Grande, Três Lagoas e Dourados) estão na bandeira verde, que é considerado o “grau baixo” de contaminação do vírus.

 

Mudanças

Dos 79 municípios do Estado, apenas 39 permaneceram na mesma bandeira da atualização passada, feita no final de fevereiro. Segundo o levantamento 29 regrediram de bandeira, ficando em situação pior e 11 melhoraram em relação ao cenário anterior.

Dos que regrediram estão Campo Grande, Ribas do Rio Pardo, Sidrolândia, Dois Irmãos do Buriti, Rochedo, São Gabriel do Oeste, Água Clara, Anastácio, Aquidauana, Amambai, Anaurilândia, Aral Moreira, Cassilândia, Chapadão do Sul, Eldorado, Fátima do Sul, Figueirão, Itaporã, Japorã, Jardim, Maracaju, Mundo Novo, Nioaque, Paranaíba, Rio Negro, Rio Verde, Santa Rita do Pardo, Selvíria e Taquarussu.

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Já as cidades que “progrediram” por melhorar a bandeira foram Bonito, Antônio João, Caarapó, Camapuã, Coronel Sapucaia, Jateí, Paranhos, Sonora, Angélica, Glória de Dourados e Iguatemi.

Para definir a bandeira de cada cidade são levados em conta uma série de indicadores, entre eles disponibilidade de leitos de UTI, quantidade de equipamentos de proteção individual, contato com casos confirmados, redução da mortalidade em relação a covid-19, disponibilidade de testes, redução de novos casos, ocorrências da doença entre profissionais de saúde e incidência do vírus na população indígena, entre outros fatores.

O programa “Prosseguir” foi criado para avaliar e classificar os municípios em faixas de cores, de acordo com o grau de risco que cada cidade apresenta (de baixo a extremo), a fim de nortear os agentes da sociedade, principalmente entes públicos, a tomarem suas decisões e tornarem suas ações mais eficientes no combate à propagação e aos impactos da Covid-19.

Confira os mapas aqui.

Leonardo Rocha, Subcom

Mapa: Marketing Governo do Estado

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MATO GROSSO DO SUL

Governo de Mato Grosso do Sul suspende a desestatização da MSGÁS

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O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul decidiu suspender, após estudo minucioso, a desestatização de 51% das ações da companhia MSGÁS, responsável pela distribuição do gás em Mato Grosso do Sul.

“Essa decisão, de não vender a MSGÁS,  tomada após a realização de um estudo de viabilidade, será fundamental para garantir incentivos que resultem em qualidade e produtividade nesse momento”, explicou o governador Reinaldo Azambuja.

Apesar da decisão, o Governo do Estado mantém a construção do novo modelo de concessão que está sendo elaborado em parceria com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e está alinhado ao novo Marco Regulatório do Gás Natural, sancionado neste mês pelo Presidente da República.

Esse novo modelo de contrato será concebido com a adoção de boas e modernas práticas regulatórias, com aplicação de um novo plano de investimento, nova regra tarifária e contando ainda com outros fatores que gerem produtividade e qualidade nos serviços.

Decisão

A decisão de não privatizar parte da companhia se origina diante de uma série de incertezas de mercado, como a saída da Petrobras da área de transporte e distribuição de gás.

Com o novo marco regulatório, que substitui a atual legislação e regulamenta a distribuição do gás no país, o ambiente deverá se tornar mais sólido e com maior estabilidade, apostam especialistas.

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A secretária Especial de Parcerias Estratégicas de Mato Grosso do Sul, Eliane Detoni, explica que este não era o momento mais oportuno para a venda de parte da companhia, mas garante que o novo modelo do contrato de concessão continuará em construção, buscando as diretrizes do marco regulatório.

“Com base nos estudos do BNDES vamos definir o modelo de contrato a ser seguido. Esse modelo estará  alinhado às diretrizes da nova lei do gás e garantirá as  boas práticas regulatórias. Depois de estudos de qualidade entendemos que era preciso um ambiente de maior estabilidade no mercado de gás para que a venda acontecesse”, afirmou a secretária.

O governador Reinaldo Azambuja, acompanhado do secretário de Estado de Infraestrutura, Eduardo Riedel, da secretaria Eliane Detoni, e do diretor presidente da MSGÁS, Rui Pires dos Santos, comunicou, na semana passada, aos funcionários da empresa sobre a decisão de manter o Estado como detentor da maior parte das ações da companhia.

“Entendemos que a MSGÁS é uma empresa sólida, com um trabalho primoroso de sua equipe. O empenho da comissão dos funcionários da MSGÁS para mim foi um dos pontos altos nessa decisão. É gratificante perceber que, mais do que defender os interesses da companhia, eles demonstraram a posição do cidadão sul-mato-grossense sobre o assunto. Esse é o tipo de gestão participativa que faz toda a diferença”, afirmou o governador.

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Para Eduardo Riedel  essa é uma decisão muito importante e mostra a solidez do trabalho do Governo de Mato Grosso do Sul. “O governador fez da MSGÁS uma empresa técnica. A companhia fechou 2020 com o maior lucro de sua história e isso devemos aos que estão trabalhando nessas operações e ajudando nesse crescimento”, pontuou.

O diretor-presidente da MSGÁS acredita que “essa foi uma decisão extremamente bem conduzida durante todos os momentos das discussões, tratada sempre com alto nível, respeito e assertividade por todas as partes.”

A comissão de funcionários que acompanhou o trabalho de construção dessa proposta comemorou com entusiasmo a decisão.

MSGÁS

A companhia MSGÁS é uma sociedade mista, composta pelo Estado com 51% das ações, e pela Petrobras Gaspetro detentora dos outros 49%. A companhia nasceu em 1998 e desde então, a MSGÁS tem a concessão em todo Estado para:

-Executar serviços relativos à pesquisa tecnológica, exploração, produção, aquisição, armazenamento;

-Produção e comercialização independente de energia elétrica;

-Transporte, importação, exportação, fabricação e montagem de componentes necessários ao suprimento do mercado de gás;

– Distribuição e comercialização de gás e/ou subprodutos e derivados.

Luciana Brazil, EPE

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