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Leilão da Sanesul tem caminhão, motos e utilitários com lance a partir de R$ 17 mil

São 144 lotes que podem ser arrematados, via Internet, até dia 18 de julho

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Caminhões prontinhos para circular, com lances iniciais a partir de R$ 17 mil; motos cujos preços partem de R$ 1,5 mil e automóveis utilitários iniciando em R$ 9 mil. Essas são algumas das atrações de um total de 144 lotes que a Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul (Sanesul) coloca à venda através de leilão. O pregão, já aberto e totalmente online (modalidade eletrônica, via Internet), se encerra no próximo dia 18 de julho às 15 horas (horário Brasília). Os interessados devem se cadastrar no portal da leiloeira – www.reginaaudeleiloes.com.br – e atender as exigências estipuladas no edital publicado no Diário Oficial/MS em 28 de junho de 2022 – https://www.reginaaudeleiloes.com.br/envios/leiloes_edital1913.pdf.

Um dos conjuntos que mais chama atenção é o de caminhões. Alguns deles, inclusive, são equipados com estrutura completa para desobstrução de esgoto. É o caso, por exemplo, do lote 2, que traz um Ford Cargo 2422 modelo/ano 2007/2007, branco, com direito à documentação e prontinho para circular. Seu lance inicial foi fixado em R$ 70 mil.

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As motos tomam boa parte dos lotes. São dezenas, com destaque para as Honda CG 125 Cargo e Suzuki EN 125 YES, cujos lances partem de R$ 1,5 mil (cada uma). O leilão traz ainda 13 reboques equipados com estrutura de desobstrução de esgoto com calores iniciais variando entre R$ 1,6 mil e R$ 3,8 mil, cada um. O pregão também coloca à venda 70 veículos utilitários, sendo 30 GM Montana 1.4 (lances a partir de R$ 9 mil) e 40 veículos Fiat Strada 1.4. com (lances a partir de R$ 13,2

mil).

Os interessados em ver os veículos de perto, podem fazê-lo até 15.07.2022 (somente dias úteis) nos períodos das 8h30min às 11 horas e das 14 às 16 horas (horários MS). De todos os lotes, apenas um (número 4) se encontra em Três Lagoas (MS), na Rua Alfredo Justino, 1153. Os demais podem ser vistoriados pelos interessados no Pátio da Sanesul, na Rua Estrela do Sul, 300, Bairro Vilas Boas, em Campo Grande, MS.

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Podem participar do leilão pessoas físicas e jurídicas de qualquer natureza, desde que instaladas ou domiciliadas em território brasileiro. As exceções devem ser conferidas no edital. Informações mais detalhadas podem ser obtidas pessoalmente com a equipe da leiloeira Regina Aude na Rua Jaboatão, 271, Bairro Silvia Regina (Campo Grande, MS) e nos fones 67-4042-1555 e 67-3363-7000.

Comunicação Sanesul

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ABPO e o Instituto do Homem Pantaneiro unem-se em acordo para reduzir a perda de bezerros por predação de felinos

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A Associação Pantaneira de Pecuária Orgânica e Sustentável (ABPO) firmou um acordo de parceria e colaboração técnica, científica e operacional em conjunto com o Instituto do Homem Pantaneiro (IHP). A parceria foi formalizada no mês de julho, em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, e tem como principal objetivo potencializar a experiência desenvolvida pelo IHP, por meio do programa Felinos Pantaneiros, para a proteção dos felinos e para a preservação dos recursos naturais do Pantanal tendo a Pecuária Sustentável, que há mais de 300 anos protege o bioma, como aliada.

“Com essa parceria, esperamos minimizar a perda de bezerros por felinos, por meio de estratégias de manejo como a localização das maternidades em áreas com menor predisposição, o que ajuda no controle de predação de onças; as fazendas que fazem parte da associação também atuam na prevenção e combate de incêndios, que são muito suscetíveis nas épocas de seca”, ressalta Eduardo Cruzetta, Presidente da ABPO.

Além da maternidade controlada por cercas elétricas, alarmes sonoros e luz repelente, a cooperação entre a ABPO e o IHP envolve o monitoramento dos animais silvestres, câmeras de monitoramento e o treinamento de brigadas de incêndio para atuarem de maneira coordenada no combate aos incêndios.

A atividade agrícola não é relevante no bioma pantaneiro e isso faz com que a região mantenha seu desenvolvimento econômico através da pecuária de corte, principal atividade econômica da região. Dessa forma, o método de pecuária produzido pela ABPO busca efetuar de forma social e ambientalmente responsável, um método menos invasivo que mantenha um equilíbrio com a natureza, equivalente a um sistema sustentável.

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“Queremos cada vez mais valorizar a carne pantaneira, porque ela está atrelada à proteção da biodiversidade e de inúmeros processos ecossistêmicos que beneficiam a sociedade. Nós queremos, também, desenvolver uma estratégia de marketing que valorize a carne, onde a biodiversidade se faz presente. O Pantanal merece essa deferência”, afirma o presidente do IHP, coronel Ângelo Rabelo.

Com isso, as associações esperam encontrar uma alternativa para a construção de um meio ambiente equilibrado através do controle de predação de onças, monitoramento de animais silvestres e a prevenção e combate aos incêndios. Ambas as partes estão concentradas em seguir com a proteção ecológica e práticas de conservação que caminhem simultaneamente com as transformações culturais e as aspirações econômicas, além de manter práticas de desenvolvimento sustentável na região do Pantanal.

 

 

Sobre a ABPO

Criada em 2001 por pecuaristas da região do Pantanal, a Associação Pantaneira de Pecuária Orgânica e Sustentável (ABPO) busca sistematizar a produção para atender aos requisitos da Pecuária Orgânica Certificada brasileira e da linha Carne Sustentável do Pantanal, atuando com conceitos modernos de qualidade e desenvolvimento sustentável e busca melhorar a rentabilidade da atividade econômica na região pantaneira, através da valorização dos produtos locais certificados e do reconhecimento pela sociedade dos serviços ambientais prestados pela conservação da biodiversidade e dos recursos naturais pelos produtores.

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Sobre o IHP

 

Fundado em 2002, o IHP é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que atua na gestão de áreas, conservação e preservação do bioma Pantanal e da cultura local. Sua missão é “Preservar o Pantanal”. Tem sede em Corumbá – Mato Grosso do Sul.

Como programa principal da Instituição, está a gestão do Rede de Proteção e Conservação da Serra do Amolar (Rede do Amolar), criado em 2008 e que tem como finalidade propor ações de gestão integrada entre as organizações parceiras para proteção de 276.000 hectares, sendo que 201.000 hectares legalmente protegidos. A iniciativa surgiu a partir da parceria entre IHP, Instituto Acaia Pantanal, Fazenda Santa Tereza, Fundação Ecotrópica e Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense/Instituto Chico Mendes (ICMBio) e Polícia Militar Ambiental.

 

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