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Imasul realiza exames de ultrassom e raios-x em onça pintada; quadro do animal é estável

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Sob os cuidados do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), no Centro de Recuperação de Animais Silvestres (CRAS), a onça pintada resgatada no Pantanal com queimaduras nas patas foi submetida no final da manhã desta sexta-feira (6) a exames de ultrassom e raios-x no próprio CRAS.

A equipe de médicos veterinários que acompanha o tratamento do animal contou com o apoio de técnicos e profissionais da UFMS, para a realização do ultrassom e da Cavalaria da Polícia Militar, para os exames de raios x. Foram verificadas as condições dos pulmões e outros órgãos do felino, bem como alguma possível fratura. Os resultados dos exames devem ser apresentados na próxima semana.

“Fizemos a sedação no animal e realizamos todos os exames necessários em parceria com a UFMS e com a Cavalaria da PM. O estado de saúde dessa onça pintada, a priori, é estável. O animal já está se alimentando e apresenta ‘comportamentos de defesa’, o que já representa uma evolução no tratamento que estamos realizando nesse animal e nos dá uma boa expectativa de recuperação”, informou o veterinário do Imasul Lucas Cazati, responsável técnico do CRAS.

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A onça pintada macho, de aproximadamente dois anos de idade, estava em companhia de outra onça macho numa região da Serra do Amolar, próximo ao rio Paraguai, aparentando severa debilidade e com dificuldades para andar devido aos ferimentos causados pelo incêndio que voltou a atingir aquela localidade. Socorridas por equipes que atuam no Pantanal, as onças foram sedadas, tiveram os ferimentos tratados e depois transportadas para Campo Grande em uma aeronave da Força Aérea Brasileira.

Os animais chegaram ao CRAS em 3 de novembro, foram medicados, examinados e colocados em recintos separados para se recuperarem dos ferimentos. Um animal, entretanto, não resistiu e morreu cerca de duas horas depois. O corpo está passando por exame de necropsia para determinar a causa da morte. Segundo adiantou ontem o veterinário Lucas Cazati, o maior problema nesses animais nem são as queimaduras, porém a grande quantidade de fumaça que inalam durante a tentativa de se livrar do incêndio.

Marcelo Armôa, Semagro

Foto: Divulgação

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Na segunda onda, MS volta a ter cidades no grau de risco extremo da Covid

Atualização do Prosseguir aponta que 23 cidades pioraram classificação de risco

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No dia em que voltou a registrar média de mais de 1 mil casos confirmados por dia, Mato Grosso do Sul também voltou a ter municípios no grau de risco extremo de Covid-19.

Dois Irmãos do Buriti e Naviraí são as cidades que se referiram na bandeira cinza.

Relatório situacional do Programa de Saúde e Segurança da Economia (Prosseguir), com o grau de risco de todos os municípios do Estado foi atualizado nesta quinta-feira (3).

Conforme o mapa situacional, não comparativo com o boletim da semana passada, 23 cidades do Estado pioraram seu grau de risco, 44 ​​permaneceram na mesma faixa e 23 melhoraram.

Campo Grande, que é o epicentro da doença no Estado, se manteve no grau de risco alto, representado pela bandeira vermelha.

No total, são 13 municípios na faixa de risco tolerável (bandeira amarela), 44 no grau médio (laranja) e 22 no risco alto (vermelha) e dois no risco extremo (bandeira cinza).

Nenhuma cidade do estado se encontra no risco baixo, que é bandeira verde.

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Secretário estadual de Governo, Eduardo Riedel, afirmou que o retorno de municípios na bandeira cinza é consequência do crescimento da Covid-19 no Estado e que é necessária de medidas por parte dos prefeitos.

“Estamos nos esforçando para estruturar o sistema de Saúde e orientar os prefeitos sobre as medidas necessárias para melhora indicadores. Não podemos relaxar, especialmente agora – próximo às férias e festas de fim do ano, período em que o número de casos tende a aumentar “, alertou.

Boletim divulgado hoje aponta que, em 24 horas, foram confirmados 1.134 novos casos e mortes 11 por Covid-19 no Estado.

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