MATO GROSSO DO SUL

Campanha de vacinação contra a febre aftosa começa em 1° de novembro em duas regiões de MS

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Mato Grosso do Sul começa no dia 1° de novembro a segunda etapa de vacinação contra a febre aftosa, que é obrigatória para bovinos e bubalinos. A previsão da Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal) é de que 9 milhões de cabeças sejam imunizadas no Planalto e do Pantanal.

Com a extinção da ZAV (Zona de Alta Vigilância), o calendário do Estado será dividido em apenas duas regiões. A decisão foi tomada pelo Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e esta será a primeira campanha de vacinação com a nova divisão para fins de controle sanitário animal no Estado.

Dessa forma, na região do Planalto a vacinação é obrigatória para animais até 24 meses entre os dias 1° e 30 de novembro. O registro no sistema da Iagro deve ser realizado pelo produtor rural entre os dias 1º de novembro e 15 de dezembro.

Já no Pantanal, os optantes de novembro devem vacinar todo o rebanho entre 1° de novembro e 15 de dezembro. O registro deve ser realizado no sistema da Iagro entre os dias 1° de novembro e 31 de dezembro. Nas duas regiões a liberação do sistema para comercialização da vacina é 28 de outubro.

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Titular da Semagro (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), o secretário Jaime Verruck, que preside o Comitê Gestor do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), explica que o cronograma para a retirada da vacina segue com previsão de que a última vacinação seja em maio de 2021.

O PNEFA tem como objetivo principal “criar e manter condições sustentáveis para garantir o status de país livre da febre aftosa e ampliar as zonas livres de febre aftosa sem vacinação, protegendo o patrimônio pecuário nacional e gerando o máximo de benefícios aos atores envolvidos e à sociedade brasileira”.

Priscilla Peres, Semagro

Foto: Arquivo

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MATO GROSSO DO SUL

Na segunda onda, MS volta a ter cidades no grau de risco extremo da Covid

Atualização do Prosseguir aponta que 23 cidades pioraram classificação de risco

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No dia em que voltou a registrar média de mais de 1 mil casos confirmados por dia, Mato Grosso do Sul também voltou a ter municípios no grau de risco extremo de Covid-19.

Dois Irmãos do Buriti e Naviraí são as cidades que se referiram na bandeira cinza.

Relatório situacional do Programa de Saúde e Segurança da Economia (Prosseguir), com o grau de risco de todos os municípios do Estado foi atualizado nesta quinta-feira (3).

Conforme o mapa situacional, não comparativo com o boletim da semana passada, 23 cidades do Estado pioraram seu grau de risco, 44 ​​permaneceram na mesma faixa e 23 melhoraram.

Campo Grande, que é o epicentro da doença no Estado, se manteve no grau de risco alto, representado pela bandeira vermelha.

No total, são 13 municípios na faixa de risco tolerável (bandeira amarela), 44 no grau médio (laranja) e 22 no risco alto (vermelha) e dois no risco extremo (bandeira cinza).

Nenhuma cidade do estado se encontra no risco baixo, que é bandeira verde.

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Secretário estadual de Governo, Eduardo Riedel, afirmou que o retorno de municípios na bandeira cinza é consequência do crescimento da Covid-19 no Estado e que é necessária de medidas por parte dos prefeitos.

“Estamos nos esforçando para estruturar o sistema de Saúde e orientar os prefeitos sobre as medidas necessárias para melhora indicadores. Não podemos relaxar, especialmente agora – próximo às férias e festas de fim do ano, período em que o número de casos tende a aumentar “, alertou.

Boletim divulgado hoje aponta que, em 24 horas, foram confirmados 1.134 novos casos e mortes 11 por Covid-19 no Estado.

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