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Laboratório que fez parceria com o Brasil anuncia sucesso no teste de vacina contra coronavírus

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Sinovac disse que 90% desenvolveram e ninguém teve efeito colateral

Um dos mais avançados na corrida por uma vacina contra o vírus da hepatite, o laboratório chinês Sinovac, que firmou parceria com o Brasil para produção de vacinas, anunciou hoje (14) que mais de 90% das pessoas que administram doses em fases de teste produzem antircorpos contra Covid-19, sem sofrer nenhum efeito colateral.

Os promissores avanços foram observados em um intervalo de 14 dias a partir da aplicação da vacina, batizada de Coronavac.

Na semana passada, o governador de São Paulo, João Doria, anunciou que o Instituto Batantã no Brasil faz parceria com o chinês Sinovac para a fabricação de vacinas, se a mesma for aprovada e pode estar disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) no ano que vem.

O Brasil também inicia uma testagem de Coronavac em 9 milhões de pessoas. Esta é a terceira fase de testes, fundamental para a confirmação da infecção pela vacina, devido ao estado ainda com transmissão ativa do vírus.

Os testes anteriores dos testes, fases 1 e 2, foram realizados na China e tiveram os resultados promissores anunciados neste domingo.  

Vacina of Sinovac usa uma versão atenuada de coronavírus, e está entre as cinco pesquisas chinesas que já atingiram o estágio de testes em humanos. 

Existem outras vacinas promissoras em testes na Europa e nos Estados Unidos. Uma delas, do laboratório AstraZeneca em parceria com a Universidade Oxford, também será testada no Brasil, graças a uma parceria da Fundação Lemann com o Instituto D’Or.

No total, há mais de 130 vacinas contra 19 cobiçadas no teste no mundo, com investimentos somados de 20 bilhões de dólares.

Glaucea Vaccari
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Exposição excessiva a telas pode reduzir capacidade motora de crianças

O estudo abrangeu 900 crianças em idade pré-escolar, de 4 a 6 anos.

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Pesquisa realizada pelo Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina (EPM/Unifesp), sobre a exposição excessiva às telas de computador, televisão, celular tablet ou videogame mostrou que mais de 55% das crianças avaliadas faziam as refeições assistindo televisão, e 28% passavam longos períodos utilizando mídias de tela. Além disso, o uso excessivo de mídia de tela aumentou o risco de as crianças apresentarem habilidades motoras pobres, acentuou a inatividade física e diminuiu as horas de sono. O estudo abrangeu 900 crianças em idade pré-escolar, de 4 a 6 anos.

Para a pesquisa foram entrevistados pais ou responsáveis que responderam a questionário para determinar o perfil de atividade física e duração de sono da criança. As perguntas englobaram informações sobre os níveis de atividade física das crianças, número de horas de sono durante a noite e o dia, uso da mídia de tela e hábitos de uso. Para o tempo de uso das mídias de tela havia quatro opções de resposta: menos de 1h por dia; mais de 1h por dia até menos de 2h por dia; 2h por dia; ou mais de 2h por dia.

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“As crianças realizaram uma avaliação motora completa, com testes como manuseio de objetos, andar em linha reta, pular, ficar na ponta dos pés, imitação de gestos, noções de direita e esquerda, repetir frases e reprodução de estímulos visuais e auditivos”, explicou a fisioterapeuta e doutoranda do Departamento de Psiquiatria da EPM/Unifesp, que conduziu a pesquisa, Erika Felix.

De acordo com Érika, o aumento do risco de comprometimento das habilidades motoras em função do uso excessivo das telas se justifica pelo fato de que a infância é um período crucial para o desenvolvimento motor e cognitivo e é significativamente influenciada pelo ambiente.

“Assim, recomenda-se que crianças de até 11 anos realizem pelo menos 60 minutos de atividade física por dia, tenham 2 horas ou menos de uso de mídia de tela de lazer por dia e durmam de 9 a 11 horas por noite”, disse.

Com a chegada da covid-19 no Brasil e a necessidade do isolamento social, as atividades ficaram limitadas e as crianças aumentaram o uso desses equipamentos. Segundo o levantamento, crianças de todas as idades passavam, em média, cerca de 3 horas de seus dias nas telas antes desta crise, período que passou para 6 horas, número que pode ser até maior, de acordo com a pesquisadora.

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“Temos que fazer o que é prático e possível no momento para sobreviver, e isso inclui, também para as crianças, em ter mais tempo de tela. Mas a supervisão dos pais é de extrema importância, enfatizando que o tempo na tela não deve substituir a atividade física e o sono suficiente para todos”, concluiu a fisioterapeuta.

Edição: Nádia Franco

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