GERAL
ForesToken lança o EyeForest 2.0: infraestrutura digital que revoluciona o mercado florestal brasileiro
Ecossistema digital modular resolve gargalos históricos do setor com rastreabilidade, segurança jurídica e automação
O setor florestal brasileiro vive um momento de expansão acelerada. Segundo a Ibá – Indústria Brasileira de Árvores, estão previstos cerca de R$ 60 bilhões em investimentos até 2028, voltados principalmente à ampliação da produção de celulose, papel e painéis de madeira. Esse crescimento é impulsionado pela demanda global por produtos renováveis e de menor impacto ambiental. No entanto, a sofisticação da cadeia também intensifica desafios estruturais já conhecidos: elevada intensidade de capital, custos transacionais entre produtores e compradores, exigências de rastreabilidade da madeira e a escassez de infraestrutura digital para suportar operações de crédito, governança e conformidade. Em resposta a esse cenário, nasce a versão 2.0 do EyeForest, um ecossistema digital multimodular desenvolvido pela Forestoken para transformar estruturalmente a operação e a gestão da cadeia florestal. Criado no ambiente de inovação do Grupo Index, com mais de 50 anos de expertise no setor, o EyeForest reúne tecnologias como blockchain, smart contracts e geointeligência para oferecer uma nova infraestrutura ao mercado — conectando diretamente produtores, compradores e instituições financeiras, com segurança, automação e rastreabilidade técnica.
“O EyeForest nasceu para resolver um problema real: transformar florestas em dados confiáveis e transformar esses dados em decisões, contratos e negócios seguros. É uma infraestrutura pensada para quem precisa gerir melhor, negociar melhor e provar conformidade — tudo em um único ecossistema”, destaca Rodrigo de Almeida, CEO da ForesToken e sócio fundador do Grupo index.
O sistema integra diferentes módulos que atuam em fases complementares da cadeia produtiva florestal:
· ForestGIS: mais do que um WebSIG, é uma ferramenta de geointeligência aplicada à gestão florestal. Foi desenvolvido para gestores que precisam tomar decisões com base em dados organizados, geoespacializados e integrados ao ciclo de produção.
· ForestTracker: Módulo que garante a rastreabilidade da cadeia produtiva, com foco em compliance, especialmente para atender a regulamentações como a EUDR (Regulamento de Desmatamento da União Europeia).
· ForestChain: é o módulo que estrutura negociações florestais com inteligência, segurança jurídica e automação financeira, eliminando a dependência de múltiplos sistemas paralelos. O ForestChain substitui soluções fragmentadas (como ERPs, CRMs, planilhas e ferramentas jurídicas), oferecendo um ambiente fechado, privado e auditável para quem compra ou financia ativos florestais.
“O EyeForest foi concebido como uma infraestrutura digital confiável e juridicamente sólida, capaz de transformar dados florestais em inteligência operacional, rastreabilidade robusta e relações mais seguras em toda a cadeia produtiva”, informa Fernando Struecker, CLO da ForesToken.
Como funciona o EyeForest?
Cada módulo, como o ForestGIS, ForestChain e ForestTracker, pode ser contratado individualmente conforme a necessidade do usuário.
O acesso é restrito a usuários convidados e autenticados, com perfis e permissões específicas para cada tipo de usuário, seja ele produtor, gestor ou consumidor florestal. No processo de cadastro e onboarding os usuários contam com o suporte da equipe técnica especializada, que auxilia na organização da documentação da empresa, estruturação do cadastro fundiário e florestal e configuração inicial da conta.
Todo o processo é customizado conforme o módulo contratado, o perfil de uso e a quantidade e função dos usuários envolvidos. Para empresas que optam por contratar mais de um módulo, o EyeForest oferece integração completa entre funcionalidades, garantindo uma experiência fluida e centralizada em um único ambiente digital.
A experiência do usuário no EyeForest
Ao acessar o EyeForest, cada usuário encontra um ambiente digital seguro, modular e adaptado à estrutura da empresa e ao plano contratado. As funcionalidades e áreas disponíveis variam de acordo com as permissões atribuídas pelo administrador e com os módulos ativos, permitindo uma gestão granular de acessos por função, projeto ou área. O painel inicial exibe indicadores operacionais, alertas relevantes e atalhos personalizados, oferecendo uma jornada clara e eficiente, ajustada à realidade e à organização de cada cliente.
O sistema EyeForest foi projetado para se integrar nativamente a ERPs, sistemas contábeis e outras soluções corporativas por meio de APIs abertas. Essa integração permite que dados operacionais, financeiros e contratuais circulem de forma automatizada entre o EyeForest e os sistemas já utilizados pelas empresas, reduzindo retrabalho, eliminando falhas manuais e garantindo fluidez entre as áreas técnica, administrativa e financeira.
Ainda no segundo semestre, o sistema EyeForest contará com a Arbor — uma inteligência artificial generativa integrada, projetada para operar como agente florestal digital. Mais do que um chatbot, a Arbor será capaz de interagir em linguagem natural, executar comandos nos módulos do sistema, apoiar análises de talhões, interpretar alertas de risco, gerar recomendações operacionais e acelerar fluxos técnicos. Integrada à base de dados do EyeForest e conectada a modelos de IA avançados, a Arbor aprenderá com o uso e atuará como operadora inteligente dos processos florestais, ampliando a autonomia dos gestores e a eficiência das equipes.
Em resumo, ao acessar o sistema EyeForest, o usuário encontra um ambiente digital profissional, seguro e totalmente integrado, que conecta mapas, contratos, documentos, indicadores operacionais e o monitoramento da floresta em um único local. Com estrutura modular, governança de acesso por função e automação entre etapas técnicas e jurídicas, o sistema consolida o ciclo florestal em tempo real — da gestão da floresta à negociação. O foco é oferecer suporte inteligente à tomada de decisão, aumentar a previsibilidade das operações e transformar dados em oportunidades concretas de negócio.
“O EyeForest conecta o mercado florestal em um sistema único, com rastreabilidade, segurança contratual e eficiência operacional. Produtores estruturam sua gestão, dados e contratos; compradores acessam um ambiente digital auditável, com negociações seguras, entregas monitoradas e pagamentos automatizados. Tudo integrado — da governança florestal ao compliance ESG e regulatório, no Brasil e no exterior” explica Rodrigo. Saiba mais em: www.eyeforest.com.br
GERAL
CTG Brasil promove workshop de segurança de barragem na UHE Ilha Solteira
Reunião tem como objetivo discutir a integração do Plano de Ação de Emergência de barragens (PAE) da usina com os Planos de Contingência (PLANCON) de municípios da região
A CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia limpa no País, realizará no dia 13 de maio o 1º Workshop de Integração entre o Plano de Ação de Emergência (PAE) e os Planos de Contingência Municipais (PLANCON), na Usina Hidrelétrica (UHE) Ilha Solteira.
A programação incluirá apresentação dos aspectos operacionais da UHE Ilha Solteira e momentos de articulação com os órgãos de proteção e defesa civil municipais e estaduais/regionais, com foco na aplicação prática dos procedimentos emergenciais previstos no PAE. O encontro também promoverá a integração dessas ações com os Planos de Contingência Municipais.
São esperados representantes das Defesas Civis de Ilha Solteira (SP), Selvíria (MS), Itapura (SP), Castilho (SP), Andradina (SP), Pereira Barreto (SP) e Três Lagoas (MS),
municípios que integram as Zonas de Autossalvamento (ZAS) e Zonas de Segurança Secundária (ZSS) da usina, além de representantes das usinas hidrelétricas São Simão, localizada no rio Paranaíba, Água Vermelha, localizada no rio Grande e Três Irmãos, localizada no rio Tietê.
O Plano de Ação de Emergência de barragens (PAE) é um instrumento que estabelece as ações a serem adotadas em situações de emergência envolvendo barragens, com foco na proteção da população e na mitigação de riscos. Entre as ações já implementadas na UHE Ilha Solteira estão o cadastramento da população residente na ZAS, a instalação de rotas de evacuação com sinalização adequada, a implantação de sistema sonoro de emergência e a realização de exercícios simulados.
A integração com os Planos de Contingência Municipais é fundamental para garantir respostas rápidas e eficientes, promovendo o alinhamento entre a empresa e os órgãos públicos responsáveis pela gestão de emergências.
“Promover essa integração com os órgãos de defesa civil e demais parceiros é essencial para fortalecer a preparação e a capacidade de resposta em situações emergenciais. Esse alinhamento contribui para a segurança das comunidades e para a eficiência dos protocolos estabelecidos”, afirma Pedro Nunes, gerente de engenharia civil e segurança de barragens da CTG Brasil.
A CTG Brasil reforça que suas usinas hidrelétricas são seguras, classificadas como de baixo risco, conforme avaliação da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), e operam em conformidade com a legislação vigente, seguindo rigorosos padrões de segurança e monitoramento contínuo.
Sobre a CTG Brasil
Uma das maiores geradoras de energia do País, conta com a dedicação de seus talentos locais e está comprometida em contribuir com a matriz energética brasileira, pautada pela responsabilidade social e respeito ao meio ambiente. A empresa tem
investimentos em 15 usinas hidrelétricas, 12 parques eólicos e um complexo solar, com capacidade instalada total de 9 GW. Criada em 2013, é controlada indireta da China Three Gorges Corporation, uma das líderes globais em geração de energia limpa.
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