GERAL
Cenipa está com caixas-pretas da aeronave que caiu no interior de SP
Equipamentos são importantes para esclarecer queda de avião
Os técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) já conseguiram achar os gravadores de dados e de voz da aeronave que caiu nesta sexta-feira (9) em Vinhedo, no interior de São Paulo. Os equipamentos serão encaminhados para Brasília para análise dos dados. 

Segundo o chefe do Cenipa, brigadeiro do ar Marcelo Moreno, são dois gravadores: o Cockpit Voice Recorder, que grava as vozes dos pilotos e todo o som da cabine, e o Flight Data Recorder, que grava informações técnicas como velocidade da aeronave, inclinação, se estava com os flaps ou o trem de pouso baixado.
“Isso é importante para a investigação, para gente conseguir reconstruir o acidente, de forma a entender aquela ocorrência para entregar a prevenção de acidentes e a segurança de transporte para a sociedade”, explicou.
Ele informou que os dados serão analisados com a maior celeridade possível, mas a investigação vai depender do estado em que os equipamentos foram encontrados.
“Depende do grau de destruição dos gravadores. Nós temos capacidade de fazer a extração estando os gravadores até muito danificados, mas depende de cada evento. Porventura, teremos que levar para o fabricante dos gravadores, nos Estados Unidos, pois temos grande necessidade de descobrir o que aconteceu. Não consigo dizer agora com quanto tempo isso irá acontecer”, informou Moreno.
Atualmente, existem dois laboratórios no Hemisfério Sul com capacidade de analisar as caixas pretas, um na Austrália e outro no Cenipa, em Brasília.
O Cenipa não adiantou quais seriam as causas do acidente. Moreno informou que todas as informações sobre o voo serão analisadas para a elaboração do relatório final sobre o acidente.
“Tudo é muito importante para a nossa informação. A nossa investigação é integrativa e envolve fatores humanos, operacionais e materiais. Todas as informações, sejam elas de controle aéreo, de meteorologia, tudo será coletado na primeira fase para posterior análise dos dados”, disse.
Acidente aéreo
A aeronave, umturboélice modelo ATR-72, matrícula PS-VPB, caiu enquanto fazia o voo 2283, de Cascavel (PR) a Guarulhos (SP). A queda ocorreu em Vinhedo, no interior de São Paulo, e deixou 61 mortos (passageiros e tripulantes).
Edição: Carolina Pimentel
GERAL
CTG Brasil promove workshop de segurança de barragem na UHE Ilha Solteira
Reunião tem como objetivo discutir a integração do Plano de Ação de Emergência de barragens (PAE) da usina com os Planos de Contingência (PLANCON) de municípios da região
A CTG Brasil, uma das líderes em geração de energia limpa no País, realizará no dia 13 de maio o 1º Workshop de Integração entre o Plano de Ação de Emergência (PAE) e os Planos de Contingência Municipais (PLANCON), na Usina Hidrelétrica (UHE) Ilha Solteira.
A programação incluirá apresentação dos aspectos operacionais da UHE Ilha Solteira e momentos de articulação com os órgãos de proteção e defesa civil municipais e estaduais/regionais, com foco na aplicação prática dos procedimentos emergenciais previstos no PAE. O encontro também promoverá a integração dessas ações com os Planos de Contingência Municipais.
São esperados representantes das Defesas Civis de Ilha Solteira (SP), Selvíria (MS), Itapura (SP), Castilho (SP), Andradina (SP), Pereira Barreto (SP) e Três Lagoas (MS),
municípios que integram as Zonas de Autossalvamento (ZAS) e Zonas de Segurança Secundária (ZSS) da usina, além de representantes das usinas hidrelétricas São Simão, localizada no rio Paranaíba, Água Vermelha, localizada no rio Grande e Três Irmãos, localizada no rio Tietê.
O Plano de Ação de Emergência de barragens (PAE) é um instrumento que estabelece as ações a serem adotadas em situações de emergência envolvendo barragens, com foco na proteção da população e na mitigação de riscos. Entre as ações já implementadas na UHE Ilha Solteira estão o cadastramento da população residente na ZAS, a instalação de rotas de evacuação com sinalização adequada, a implantação de sistema sonoro de emergência e a realização de exercícios simulados.
A integração com os Planos de Contingência Municipais é fundamental para garantir respostas rápidas e eficientes, promovendo o alinhamento entre a empresa e os órgãos públicos responsáveis pela gestão de emergências.
“Promover essa integração com os órgãos de defesa civil e demais parceiros é essencial para fortalecer a preparação e a capacidade de resposta em situações emergenciais. Esse alinhamento contribui para a segurança das comunidades e para a eficiência dos protocolos estabelecidos”, afirma Pedro Nunes, gerente de engenharia civil e segurança de barragens da CTG Brasil.
A CTG Brasil reforça que suas usinas hidrelétricas são seguras, classificadas como de baixo risco, conforme avaliação da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), e operam em conformidade com a legislação vigente, seguindo rigorosos padrões de segurança e monitoramento contínuo.
Sobre a CTG Brasil
Uma das maiores geradoras de energia do País, conta com a dedicação de seus talentos locais e está comprometida em contribuir com a matriz energética brasileira, pautada pela responsabilidade social e respeito ao meio ambiente. A empresa tem
investimentos em 15 usinas hidrelétricas, 12 parques eólicos e um complexo solar, com capacidade instalada total de 9 GW. Criada em 2013, é controlada indireta da China Three Gorges Corporation, uma das líderes globais em geração de energia limpa.
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