ECONOMIA

Projeto “PROPEIXE” prevê duplicar a produção de processamento até 2022 no Estado

Piscicultura contará com instrumento para aumentar a produção durante os próximos ano; projeto é esperança para secretários e produtores

Publicados

em

Produção de pescado gera emprego e renda. - Divulgação

Para ajudar na produção, a piscicultura de Mato Grosso do Sul passará a contar com um instrumento de apoio. Desenvolvido pela Semagro, o Programa Estadual de Fortalecimento da cadeia produtiva do peixe (PROPEIXE) foi lançado nesta quarta-feira (7) e tem como objetivo aumentar o processamento de peixes até 2022.

Mato Grosso do Sul conta com 7 polos de produção de pescado, distribuídos nas regiões Norte, Centro, sudoeste, fronteira, Grande Dourados, e Cone Sul, a maioria destes, de pequenos produtores, com a Costa Leste tendo a maior produção de tilápia.

Atualmente, o Estado é responsável por 84,84% das vendas externas brasileiras de tilápia, liderando o ranking de maior exportador do produto.

O secretário Jaime Verruck, da Semagro, conta que o setor está em expansão “Temos investimentos sendo realizados em cinco municípios do Estado com previsão de início em 2021, o que mostra o potencial para crescimento do setor e a necessidade de apoio do Governo.”

Ele ainda explica que o programa foi construído no momento ideal e as principais metas para o PROPEIXE são dobrar a produção e aumentar a capacidade de processamento, para colocar Mato Grosso do Sul entre os 5 maiores produtores do país – hoje o Estado se encontra em oitavo.

Leia Também:  Poliomielite e multivacinação: Selvíria continua vacinando crianças e adolescentes até o dia 30

O superintendente de Ciência e Tecnologia, Produção e Agricultura Familiar da Semagro, Rogério Berretta, informou que Mato Grosso do Sul tem hoje uma capacidade instalada para processamento de 40 mil toneladas anuais, e para produção, 23 mil toneladas.

Nos próximos dois anos esse valor deve subir para 62 mil toneladas, precisando produzir mais para atender essa demanda.

Já o Secretário de Aquicultura e Pesca do Mapa, Jorge Seif Junior, acredita que a produção de pescado gera emprego, renda e segurança alimentar. Além disso, se Mato Grosso do Sul consolidar a aquicultura e piscicultura por meio do PROPEIXE, se tornará referência federal, pois, apenas o Pará possui uma política semelhante.

Melhoria nos negócios

O PROPEIXE tem como objetivo a simplificação de normas e procedimentos, e também a adequação da carga tributária sobre o produto, visando uma maior competitividade.

Entre outros serviços estão o apoio à visibilidade de crédito e recursos financeiros ao setor e premiação, nos moldes do Precoce MS e Leitão Vida.

Com o projeto, o Governo do Estado prevê uma produção de 35 mil toneladas de peixe para este ano, aumentando a capacidade de processamento para 37 mil toneladas em 2021.

Leia Também:  Após atropelar capivara, veículo capota, deixando dois mortos e um ferido

O titular da Semagro destacou que “o PROPEIXE traz uma política bem definida, com enfoque no emprego, renda, inclusão dos produtores e adoção de práticas sustentáveis de produção.”

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

ECONOMIA

Primeira indústria Mato Grosso do Sul receberá indústria de etanol de milho

A empresa será instalada em março de 2021 na cidade de Jaraguari

Publicados

em

Indústria prevê iniciar operações com produção de 200 mil litros de etanol por dia. - Divulgação

Mato Grosso do Sul terá sua primeira usina de etanol instalada em março de 2021, no polo industrial da cidade de Jaraguari.

Com sede em Mato Grosso, a empresa Petromar pretende gerar 200 empregos formais no início das suas ações, além da criação de empregos em locais próximos, visto que suas operações se estendem para outras cidades como a Costa Rica. 

O grupo Petromar ainda pretende empreender em áreas de energia renovável, como painéis fotovoltaicos e o biogás.

“O empreendimento é importante por representar o investimento em um novo segmento no Estado, e por agregar valor a uma matéria-prima importante para a economia estadual, que é o milho”, explica o secretário do Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar , Jaime Verruck.

A vinda da indústria para o estado está próxima e só aguarda as últimas ofertas do Corpo de Bombeiros e do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) para o incio da construção. 

Em nota, o presidente da Petromar, Celso Carlos Silva, falou da importância da escolha de Mato Grosso do Sul para o setor.

“Mato Grosso do Sul se destaca no Centro Oeste pela produção de milho e, por este motivo, optamos pela abertura de uma indústria no Estado. Nossa meta é a produção diária de 200 mil litros por dia de etanol de milho ”, disse.

Além da produção do etanol, a Petromar trabalha na fabricação de ração para animais, óleo de cozinha e outros derivados do milho. 

O objetivo da empresa é a criação de filiais em outros municípios do estado para auxiliar também nas demandas locais, como é o cado de Jaraguari, que fica localizado a 150 km das principais plantações de milho de Mato Grosso do Sul.

Além da cidade, outra que está na lista de intenções da Costa Rica.

“Conversamos com a Semadur para a instalação de empreendimentos como o projeto de energia renovável que a empresa trabalha, com o biogás e painéis fotovoltaicos”.

Por fim, foram destacadas as vantagens de se trabalhar com milho.

O grão poder ser armazenado para ser manuseado conforme a necessidade da indústria, diferente da cana-de-açúcar, que precisa ser utilizado logo após a colheita.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Nitazoxanida reduz carga viral de pacientes com covid-19, diz pesquisa
Continue lendo

SELVÍRIA

ACONTECEU

MATO GROSSO DO SUL

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA