ECONOMIA

Economia brasileira cresce 1% no 1º trimestre, diz IBGE

O PIB totalizou R$ 2,2 trilhões, no primeiro trimestre

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O Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 1% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o trimestre anterior. O dado foi divulgado hoje (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o IBGE, o PIB totalizou R$ 2,2 trilhões, em valores correntes, no primeiro trimestre do ano.

Na comparação com o primeiro trimestre de 2021, a economia do país cresceu 1,7%. Os dados também mostram um crescimento de 4,7% no acumulado de 12 meses.

Setores

O setor de serviços impulsionou o crescimento do primeiro trimestre deste ano, na comparação com o quarto trimestre de 2021. O setor cresceu 1%. A indústria teve variação de 0,1%. A agropecuária recuou 0,9% no período.

Sob a ótica da demanda, a alta do PIB no período foi puxada pelo consumo das famílias, que subiu 0,7%. O consumo do governo variou 0,7%, enquanto que a formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos, caiu 3,5%.

No setor externo, as exportações de bens e serviços cresceram 5%, enquanto as importações caíram 4,6%.

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Matéria alterada às 9h12 para acréscimo de informações.

Edição: Kelly Oliveira

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ECONOMIA

Dólar encosta em R$ 5 com dados de inflação nos Estados Unidos

Bolsa cai 1,51% e fecha no menor nível em um mês

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Em mais um dia de nervosismo no mercado internacional, o dólar teve forte alta e encostou em R$ 5. A bolsa de valores caiu para o menor nível em um mês e encerrou a semana com perdas de mais de 5%.

O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (10) vendido a R$ 4,986, com alta de R$ 0,073 (+1,49%). A cotação operou em alta durante todo o dia, chegando a R$ 5,01 na máxima da sessão, por volta das 11h30.

A moeda norte-americana atingiu o maior valor desde 16 de maio, quando tinha encerrado em R$ 5,052. Apenas nesta semana, o dólar subiu 4,39%. A divisa acumula alta de 4,9% em junho, mas cai 10,58% em 2022.

O mercado de ações também teve um dia turbulento. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 105.481 pontos, com recuo de 1,51%. O indicador está no menor nível desde 11 de maio. Nesta semana, o índice caiu 5,06%, a maior baixa semanal desde outubro do ano passado.

O dólar subiu e as bolsas de valores caíram em todo o planeta após a divulgação de dados da inflação dos Estados Unidos. O Índice de Preços ao Consumidor norte-americano atingiu 1% em maio. Em 12 meses, o indicador chega a 8,6% e está no maior nível desde 1981, pressionado pelo preço dos combustíveis em meio à guerra entre Rússia e Ucrânia.

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Preços mais altos nos Estados Unidos aumentam a expectativa de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) endureça a política de altas dos juros. Taxas mais altas em economias avançadas estimulam a fuga de recursos de países emergentes, como o Brasil.

As bolsas norte-americanas também tiveram forte queda nesta sexta. O índice Dow Jones, das empresas industriais, caiu 2,73%. O Nasdaq, das empresas de tecnologia, recuou 3,52%. O S&P 500, das 500 maiores empresas, teve baixa de 2,91%. Quando as bolsas caem em países desenvolvidos, investidores retiram recursos do Brasil para cobrirem prejuízos no exterior.

*Com informações da Reuters

Edição: Nádia Franco

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