ECONOMIA

Bancos não terão expediente durante feriado de carnaval

Informação é da Febraban

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Em razão da pandemia de covid-19, muitos estados e munícipios brasileiros revogaram seus pontos facultativos e cancelaram suas festas e desfiles de carnaval.

Apesar disso, a Federação Brasileira de Bancos (Febrabab) informa que, de acordo resolução do Banco Central, o calendário de feriados bancários está mantido e nos dias 15 e 16/02 – segunda e terça-feira de carnaval – não haverá atendimento ao público nas agências.

Na quarta-feira de cinzas (17) o início do expediente será às 12h, com encerramento em horário normal de fechamento das agências.

Edição: Graça Adjuto

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ECONOMIA

Petrobras anuncia novos reajustas para gasolina, diesel e gás de cozinha

Em meio a polêmica, a Petrobras anuncia novo reajuste que deve chegar nas bombas ainda hoje

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Foto - Ilustrativa

Em meio ao debate sobre reajustes dos combustíveis e independência da Petrobras para definir seus preços, estatal anunciou nesta segunda (8) novos reajustes para gasolina, óleo diesel e gás de cozinha vendidos em suas refinarias.

A gasolina subirá, em média, 8,1% (ou R $ 0,17) passando para R $ 2,25 por litro. O diesel terá alta de 5,1% (R $ 0,11), indo a R $ 2,24 por litro. Já o GLP (gás liquefeito de petróleo) sobe 5,05% (R $ 1,81 por botijão).

Todos os valores correspondentes a preços médios nacionais – a Petrobras pratica preços diferentes por refinaria. 

Eles passam a vigorar a partir desta terça (9). Não cobrar impostos nem os outros custos da cadeia de distribuição e revenda.

Será o terceiro reajuste da gasolina e o segundo do diesel em 2021. 

Nas bombas, os dois produtos acumulam alta de 5,5% e 3,5%, respectivamente, no ano. Na semana passada, a gasolina custava, em média, R $ 4.769 por litro, enquanto o diesel saía a R $ 3.762 por litro.

Os reajustes nas refinarias acompanham a recuperação das cotações internacionais do petróleo, impulsionada pelas expectativas de retomada da economia com o avanço da vacinação contra a Covid-19 pelo mundo.

“Os preçosados ​​pela Petrobras têm como referência os preços de paridade de importação e, dessa maneira, acompanham as variações do valor dos produtos no mercado internacional e da taxa de câmbio, para cima e para baixo”, disse a empresa nesta segunda.

Críticas de caminhoneiros aos aumentos geraram uma tentativa de reação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que reuniu na sexta (5) a área econômica do governo e o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, para anunciar propostas sobre o tema.

O esforço trouxe de volta às dúvidas sobre a independência da Petrobras para definir seus preços, reforçadas após revelação, na tarde daquele dia, que a estatal lá estendido em 2020 o prazo para avaliação da paridade entre os preços internos e as cotações internacionais do petróleo.

“A veiculação de ruídos, como tal, distancia a companhia do sucesso em sua trajetória e torna mais longínqua e improvável a redução do desconto pelo qual transaciona [suas ações] perante seus pares globais”, escreveram analistas da Ativa Research, em divulgado no relatório sexta.

A Petrobras nega que a medida seja um sinal de interferência e diz que foi tomada em junho, período em que os preços do petróleo já se recuperavam do tombo recorde do início da pandemia.

“Uma modificação simples do período da aferição da aderência entre o preço realizado e o preço internacional, promovida há oito meses, não se constitui em rompimento com nosso compromisso inarredável com o alinhamento de nossos preços no Brasil aos preços internacionais e o consequente geração de valor para os acionistas “, afirmou a empresa neste domingo (7).

Segundo concorrente, a Petrobras vem segurando os preços internos nos meses, o que indicaria intervenção do governo na política da estatal.

Para a Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis), mesmo após os reajustes desta terça, a defasagem nos preços da gasolina e do diesel permanecerá. No primeiro caso, cairá para R $ 0,17 por litro. No segundo, para R $ 0,12.

Bolsonaro tenta dividir com os estados responsabilizados por os preços e sugeriu, na sexta, mudar o modelo de cobrança do ICMS, pauta antiga das distribuidoras de pacotes que enfrenta forte resistência dos governos estaduais e não traria impactos imediatos sobre os preços.

Em outra frente, o Ministério da Economia estudará como reduzir a alíquota de PS / Cofins sobre o óleo diesel.

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