ECONOMIA
Arrecadação de ICMS em maio é 48% maior que em 2020
Em relação ao mês anterior a queda foi de 8,15%
O estudo do Observatório Econômico, projeto do Sindicato dos Fiscais Tributários do Estado de MS – Sindifiscal/MS, apresentou incremento nominal de 48,19% na arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) em maio deste ano em comparação com o mesmo período de 2020. O valor arrecadado foi de R$ 1,07 bilhão, enquanto que no ano anterior o total foi de R$ 721,53 milhões. Já comparado a abril, os cofres sofreram uma queda de 8,15%, quando o valor foi de R$1,15 bi. Já incremento real do ICMS, que desconta a inflação do período, é de 41,78%.
“Dados são estratégicos, se a saúde financeira do estado é boa, com a arrecadação em dia, isso significa que o governo continuará com recursos para investir na manutenção dos serviços públicos. As empresas também têm segurança para investir, uma vez que os tributos precisam garantir serviços de qualidade aos seus colaboradores”, explica o presidente do Sindifiscal/MS, Chiquinho – Francisco Carlos de Assis, que foi o incentivador desse projeto.
Mato Grosso do Sul apresentou aumento de arrecadação de ICMS de petróleo-combustível-lubrificantes do incremento real (48,08%) e nominal (54,78%) em maio de 2021. Com relação ao ICMS primário, o aumento nominal foi de 27,37%, do secundário 94,62% e do terciário 53,04%.
Outra análise do estudo do Observatório Econômico refere-se à gestão fiscal e traz as despesas do governo do estado. De janeiro a abril, MS as despesas com pessoal e encargos sociais foi de R$ 634,92 milhões, já com saúde foi de R$ 161,164 mi e com educação R$ 270,86 mi.
As informações são postadas no site www.sindifiscalms.com.br na página do Observatório Econômico. Os dados subsidiam a própria entidade e os Poderes Públicos. Por conta da análise, consórcios intermunicipais e prefeituras municipais fizeram parceria com o Sindifiscal/MS para obter estudos e análises de suas contribuições e consigam fazer projeções para obter recursos de forma mais sustentável.
Para acessar o estudo completo é só clicar aqui.
OBSERVATÓRIO ECONÔMICO
O Observatório Econômico é uma estrutura pertencente ao Sindifiscal/MS. O principal objetivo é monitorar a economia do Estado de Mato Grosso do Sul. O projeto foi lançado em 2015 e produz pesquisas e elabora estudos técnicos com informações e propostas que possibilitem a atuação da entidade e municípios no cenário governamental. E assim, cumprir sua responsabilidade social, pensando soluções para o seu desenvolvimento.
Relatório Observatório- MS Julho 2021
ECONOMIA
Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago nesta segunda
INSS, seguro-desemprego e contribuições têm novos valores
O novo salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago nesta segunda-feira (2) aos trabalhadores. O valor pode ser conferido no contracheque referente a janeiro.

O reajuste de 6,79%, equivalente a R$ 103, foi oficializado pelo Decreto 12.797/2025. O aumento segue a política de valorização do salário mínimo, que combina inflação (INPC) e crescimento do Produto In terno Bruto (PIB), respeitando os limites do arcabouço fiscal, que restringe o reajuste a 2,5% acima da inflação do ano anterior.
Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começaram a receber o novo salário mínimo no último dia 26. O pagamento segue até sexta-feira (6), conforme o número final do cartão, sem considerar o dígito verificador.
Quanto vale o mínimo em 2026
• Mensal: R$ 1.621;
• Diário: R$ 54,04;
• Hora: R$ 7,37.
Como foi calculado
• Inflação pelo INPC: 4,18%;
• Somada ao crescimento real do PIB: 3,4%;
• Adicional de 3,4% limitado a 2,5% pelo arcabouço fiscal;
• Reajuste total: 6,79%.
Impactos
Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o novo salário mínimo impacta 61,9 milhões de brasileiros. O aumento deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia em 2026.
O reajuste tem efeitos amplos tanto sobre a renda das famílias quanto sobre as contas públicas. O governo estima impacto combinado de R$ 110 bilhões na economia, ao considerar o reajuste e a isenção do IR. No entanto, haverá custo adicional para a Previdência Social estimado em R$ 39,1 bilhões.
Além de afetar diretamente trabalhadores que recebem o piso nacional, o novo valor serve como referência para uma série de benefícios previdenciários, assistenciais e trabalhistas, como aposentadorias do INSS, pensões, seguro-desemprego e salário-família.
Confira como ficam os benefícios e as contribuições atreladas ao salário-mínimo:
INSS
• Benefícios no piso (1 salário mínimo): reajuste integral de 6,79%, para R$ 1.621
• Acima do piso: reajuste de 3,90% (INPC de 2025)
• Teto do INSS: R$ 8.475,55
Contribuições ao INSS (CLT)
• Até R$ 1.621: 7,5%
• De R$ 1.621,01 a R$ 2.902,84: 9%
• De R$ 2.902,85 a R$ 4.354,27: 12%
• De R$ 4.354,28 a R$ 8.475,55: 14%
Autônomos, facultativos e MEI
• Plano normal (20%): R$ 324,20
• Plano simplificado (11%): R$ 178,31
• Baixa renda (5%): R$ 81,05
• MEI (5%): R$ 81,05
Seguro-desemprego
• Reajustado pelo INPC (3,90%), com vigência desde 11 de janeiro
• Parcela mínima: R$ 1.621
• Parcela máxima: R$ 2.518,65
• Valor varia conforme salário médio dos últimos meses.
Salário-família
• Salário-família: R$ 67,54 por dependente
• Pago a quem recebe até R$ 1.980,38 mensais











