CIDADES

Suzano irá formar 20 novos operadores de máquinas florestais para o mercado de trabalho em Três Lagoas (MS)

Realizado em parceria com o Senai, curso faz parte do Programa de Qualificação da empresa que irá formar novos profissionais em Três Lagoas, Água Clara e Brasilândia

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A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, irá formar 20 novos operadores de máquinas florestais para atuarem no mercado de trabalho em Três Lagoas (MS) e região. O curso, realizado em parceria com o Senai (Serviço Nacional de Apoio à Indústria), faz parte do Programa de Qualificação da empresa, voltado para a qualificação da mão de obra local, que também terá turmas em Água Clara e Brasilândia ainda este ano.
“Faz parte dos valores da Suzano promover o desenvolvimento social e a geração de emprego e renda nas comunidades onde ela atua. Este foi um compromisso assumido quando a empresa chegou a Três Lagoas e que mantemos até hoje, mesmo diante dos desafios gerados pela pandemia do novo coronavírus. Somente neste ano, deverão ser formados mais de 100 novos operadores de colheita florestal, área bastante carente de profissionais qualificados, prontos para ingressarem no mercado de trabalho”, ressalta Angela Aparecida dos Santos, gerente de Gente e Gestão da Unidade Três Lagoas da Suzano.
Entre os meses de julho e agosto, foram qualificados 43 novos operadores por meio de uma inovação da Suzano, que, em parceria com a Evoluir RH, adaptou todo conteúdo teórico do curso para o formato online. Para esta nova turma, o curso retoma ao formato presencial, atendendo a um rigoroso protocolo de biossegurança contra a Covid-19. Outro diferencial foi a não exigência de vivência ou experiência na área para participar do processo seletivo.
“A maioria dos alunos aprovados no processo seletivo tem pouca ou nenhuma experiência na área florestal e esse era o nosso objetivo. Com isso, conseguimos dar mais chances aos profissionais que queiram ingressar nesta carreira e valorizar outras competências e talentos tão importantes além da vivência. Conhecimento a gente tem de sobra e ensina, afinal gerar e compartilhar valores é um dos nossos direcionadores”, completa Angela.
O curso
Durante o curso, os alunos terão acesso a temas como procedimento e planejamento operacional, fundamentos de elétrica e hidráulica, tecnologias aplicadas em Harvester e Fowarder (máquinas de colheita), além de aulas práticas nos módulos florestais da empresa. As aulas serão ministradas por técnicos dos times da Colheita Florestal, Excelência e Gente e Gestão da Suzano e contarão com o apoio da empresa de consultoria Evoluir RH e do Senai para a sua execução. A aula inaugural ocorreu na última segunda-feira (26), no Senai, em uma sala com portas e janelas abertas, distanciamento entre as carteiras, álcool em gel disponível para os alunos, e uso obrigatório de máscaras. Os alunos terão acesso a uma carga horária de 272 horas de curso, sendo 136 horas de aulas teóricas, 128 horas práticas, realizadas nos módulos florestais da empresa e 8 horas para a realização do TCC (Trabalho de Conclusão de Curso).
De acordo com Rodrigo Bastos, gerente do Senai, o curso vem para suprir uma das deficiências da indústria atual, a falta de mão de obra qualificada. “Foi um longo processo para desenvolvermos esse curso com a segurança necessária durante a pandemia. Uma das principais dificuldades das empresas é a mão de obra qualificada e hoje esses alunos estão mais perto de entrar no mercado de trabalho. Esta é uma oportunidade única e esperamos que este seja curso seja o início de um projeto de vida”, disse aos alunos.
É o que espera também Mackendy Guerrier, imigrante do Haiti, aluno do curso. “Estou muito feliz. Primeiro tenho que agradecer à Deus, depois à Suzano pela oportunidade. Uma oportunidade dessa não bate duas vezes. Então, temos que agarrar, nos esforçar para aprender e fazer a diferença”, destacou.
Além de Três Lagoas, serão abertas novas turmas do curso em Água Clara e Brasilândia.
Sobre a Suzano
A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de árvores, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

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Estudantes experimentam álcool cada vez mais cedo em MS, mostra pesquisa

Consumo também é maior entre estudantes de escolas públicas

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Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2019, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que estudantes estão experimentando álcool cada vez mais cedo.

Conforme os dados, cerca de 63,3% dos estudantes de escolas públicas e particulares entre 13 e 17 anos já experimentaram bebida alcoólica e mais de um terço deles (34,6%) provou pelo menos uma dose antes de completar 14 anos.

Ainda segundo os dados, as meninas são mais expostas a essa iniciação precoce: 36,8%, contra 32,3% entre os meninos.

Os dados se referem à realidade dos jovens antes da pandemia de Covid-19, cujas medidas de isolamento social e distanciamento físico do ambiente escolar podem ter agravado a situação.

Entre os estudantes que experimentaram bebidas alcoólicas, 47% disseram ter tido episódios de embriaguez.

Esse percentual foi maior entre os estudantes de escolas da rede pública (47,6%) do que entre os da rede privada (43,4%).

Cerca de 15,7% relataram a ocorrência de problemas em consequência de terem bebido, entre eles estão o conflito com a família ou amigos, a perda de aulas ou brigas.
Entre os adolescentes de 13 a 17 anos, 9,7% relataram ter consumido quatro doses ou mais em um mesmo dia. Nesse indicador, o Sul (12%) e o Centro-Oeste (11,1%) ficaram acima da média nacional. Já Norte (7,0%) e Nordeste (7,8%) apresentaram os menores percentuais.

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Cerca de 6,9% dos estudantes dessa faixa etária disseram ter bebido cinco doses ou mais em um dia.

Entre as questões levantadas também estava o uso de bebidas alcoólicas pelos pais dos adolescentes. Mais da metade dos escolares de 13 a 17 anos (58,9%) respondeu que o pai, a mãe ou ambos consumiam esse tipo de produto, sendo os percentuais maiores no Sul (62,4%), no Centro-Oeste (61,9%) e no Sudeste (61,5%).

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