CIDADES

Suzano incentiva a preservação ambiental e práticas sustentáveis em escolas públicas de MS

Mesmo com os desafios impostos pela pandemia, o programa JornalEco beneficiou mais de 1.250 estudantes em 2020 e segue, de forma remota, em 2021

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Com o objetivo de promover a educação ambiental e a conscientização sobre a importância do meio ambiente e sustentabilidade, a Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, mantém o programa JornalEco, periódico lúdico utilizado como uma ferramenta auxiliar para abordar de forma didática e divertida questões socioambientais em escolas públicas dos municípios vizinhos às operações da empresa.

Com uma temática diferente a cada ano, o JornalEco tem sido trabalhado pela equipe de Meio Ambiente Florestal da Suzano há 16 anos, chegando a sua 105ª edição. Em 2020, mesmo diante das limitações impostas pela pandemia do coronavírus e adaptação para o ensino remoto, o projeto continuou e auxiliou, de forma remota, os professores na realização das atividades ambientais. Ao todo, foram mais de 1.250 alunos e alunas beneficiadas pela iniciativa, nos municípios de Três Lagoas, Brasilândia, Selvíria, Água Clara e Ribas do Rio Pardo.

“Assim como as escolas, tivemos de encarar o desafio de adaptar o JornalEco para o ensino à distância e, um ano depois, podemos dizer que tivemos sucesso nessa empreitada. Essa iniciativa faz parte do compromisso da Suzano com o futuro e vem ao encontro do direcionador da Suzano de gerar e compartilhar valor. Mesmo não estando presente em sala de aula, o programa conseguiu atingir seu objetivo, e de forma lúdica e didática, se manter como importante ferramenta na difusão da percepção do estudante sobre a sustentabilidade. Acreditamos que a conscientização das nossas crianças hoje irá resultar em melhorias ambientais e sociais no amanhã”, ressalta Renato Cipriano Rocha, coordenador de Meio Ambiente Florestal da Suzano.

Por meio do JornalEco, os alunos e alunas têm acesso a temas como consumo consciente de água, reciclagem, uso do solo e podem colocar em prática técnicas como compostagem, plantio de mudas, criação de terrários e técnicas de agricultura. As atividades propostas pelo programa têm colaborado para motivar os alunos.

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De acordo com Patrícia Martinez, técnica na Semec (Secretaria Municipal de Educação e Cultura) de Três Lagoas. o JornalEco tem sido de grande auxílio para educação dos alunos em tempos de pandemia. “Todos os anos o projeto ajuda muito no desenvolvimento dos alunos, proporcionando uma participação ativa deles nas atividades. Em especial, destaco o ano de 2020, no qual, mesmo em momentos difíceis de pandemia, o projeto fez os alunos se animarem e se dedicarem para a realização de todas as atividades. Esse ânimo refletiu na melhora de notas e nas produções textuais”, explica Patrícia.

Além das mudanças na vida escolar dos alunos, o programa tem colaborado para fomentar o envolvimento de pais e responsáveis na vida escolar das crianças. Como, por conta da pandemia, todas as atividades são feitas em casa por meio de aulas online, a família também é envolvida e está aprendendo a temática socioambiental com os alunos e alunas.

Para este ano, o projeto traz temas como histórias das comunidades tradicionais, a origem e curiosidades do calendário, as fases da lua, os serviços do ecossistema e a biodiversidade, dentre outros temas. A ação beneficia mais de 2.100 estudantes da rede pública de ensino de Três Lagoas, Brasilândia, Selvíria e Ribas do Rio Pardo. Somente em Três Lagoas, são 11 escolas participantes neste ano, atendendo, assim, todas as escolas do município.

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Capacitação para professores

Nos dias 27 e 28 de abril, 38 professores do 4º ano de 27 escolas públicas participaram de uma capacitação online. Durante o evento, foram abordadas as atividades do JornalEco para este ano e como a ferramenta lúdica poderá auxiliar os professores no modelo híbrido de ensino.

“A capacitação foi bastante proveitosa. O projeto abordou temas muito importantes, como comunidades tradicionais e biodiversidade, que constantemente estão na vida dos alunos de Brasilândia. Todo o processo também reflete em sala de aula, servindo como um importante suporte para toda a equipe pedagógica, caminhando lado a lado com o nosso material didático”, enfatiza Joana Nogueira professora e coordenadora da Escola Municipal Antônio Henrique Filho, de Brasilândia.

Sobre a Suzano

A Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 97 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br

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Estudantes experimentam álcool cada vez mais cedo em MS, mostra pesquisa

Consumo também é maior entre estudantes de escolas públicas

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Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2019, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que estudantes estão experimentando álcool cada vez mais cedo.

Conforme os dados, cerca de 63,3% dos estudantes de escolas públicas e particulares entre 13 e 17 anos já experimentaram bebida alcoólica e mais de um terço deles (34,6%) provou pelo menos uma dose antes de completar 14 anos.

Ainda segundo os dados, as meninas são mais expostas a essa iniciação precoce: 36,8%, contra 32,3% entre os meninos.

Os dados se referem à realidade dos jovens antes da pandemia de Covid-19, cujas medidas de isolamento social e distanciamento físico do ambiente escolar podem ter agravado a situação.

Entre os estudantes que experimentaram bebidas alcoólicas, 47% disseram ter tido episódios de embriaguez.

Esse percentual foi maior entre os estudantes de escolas da rede pública (47,6%) do que entre os da rede privada (43,4%).

Cerca de 15,7% relataram a ocorrência de problemas em consequência de terem bebido, entre eles estão o conflito com a família ou amigos, a perda de aulas ou brigas.
Entre os adolescentes de 13 a 17 anos, 9,7% relataram ter consumido quatro doses ou mais em um mesmo dia. Nesse indicador, o Sul (12%) e o Centro-Oeste (11,1%) ficaram acima da média nacional. Já Norte (7,0%) e Nordeste (7,8%) apresentaram os menores percentuais.

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Cerca de 6,9% dos estudantes dessa faixa etária disseram ter bebido cinco doses ou mais em um dia.

Entre as questões levantadas também estava o uso de bebidas alcoólicas pelos pais dos adolescentes. Mais da metade dos escolares de 13 a 17 anos (58,9%) respondeu que o pai, a mãe ou ambos consumiam esse tipo de produto, sendo os percentuais maiores no Sul (62,4%), no Centro-Oeste (61,9%) e no Sudeste (61,5%).

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