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No primeiro dia oficial de vacinação, Mato Grosso do Sul atinge 2,7 mil mortes por Covid-19

São 19 mortes e 1.082 novos casos da doença nas últimas 24 horas no Estado

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Mesmo imunizados, pessoas devem manter cuidados com higienização após 1 mês a contar da data que foram vacinados - Divulgação

Mato Grosso do Sul já tem 152.026 casos confirmados de Covid-19 e 2.705 óbitos pela doença, desde o início da pandemia.

Os dados são do Boletim Epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (SES) desta terça-feira (19).

De ontem para hoje, foram registrados 1.082 novos casos e 19 mortes no Estado. Em isolamento domiciliar encontram-se 12.372 doentes. Recuperados somam em 136.372.

Há 577 pessoas internadas, sendo 316 em leitos clínicos (204 público; 112 privado) e 261 em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) (192 público; 69 privado).

Campo Grande 331; Dourados 168; Três Lagoas 43; Caarapó 34; Corumbá 27; Ponta Porã 27; Nova Alvorada do Sul 24; Paranaíba 24; Amambaí 20; Cassilândia 17; Novo Horizonte do Sul 17 e Itaporã 16.

Campo Grande, Cassilândia, Ribas do Rio Pardo, Deodápolis, Dourados, Ponta Porã, Fátima do Sul, Jardim, Ponta Porã, Anastácio e Amambaí são as cidades que apresentaram mortes nas últimas 24 horas.

Panorama da Covid-19 no Brasil

Já são 8.511.770 brasileiros infectados pelo vírus e 210.299 óbitos. É o segundo maior número de mortes em todo o mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos.

Em um dia, o país registrou 23.671 novos casos e 452 mortes.

O sudeste é o que mais preocupa tanto em casos, quanto em mortes. A região já possui 3.033.967 casos confirmados e 96.809 óbitos.

A região norte é a que tem menor número de casos (938.636). A região Centro-Oeste é a que possui menor número de mortes (18.963), desde o início da pandemia.

Os dados são do Ministério da Saúde.

Panorama da Covid-19 no mundo

Já são 95.668.817 casos confirmados e 2.043.713 mortes por Covid-19 em todo o mundo. A situação é pior nos Estados Unidos, que já tem 24 milhões de casos e quase 400 mil óbitos.

A Índia vem em segundo lugar com o pior número de casos, que já somam 10.581.823. Em terceiro, o Brasil.

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O país europeu mais afetado pela pandemia foi o Reino Unido, com 3.433.494 casos e 89.860 óbitos desde o início da pandemia.

O país com menor número de casos é Saara Ocidental (10), localizado na África.

Cambodja, Aland, Dominica, Vaticano e Groenlândia são alguns dos países que não registraram nenhuma morte.

Quadro de risco 

Conforme o relatório situacional do Programa de Saúde e Segurança da Economia (Prosseguir), o índice de grau de risco da Covid-19 em municípios de Mato Grosso do Sul encontra-se alarmante.

A bandeira vermelha representa grau baixo; a amarela, tolerável; a laranja, grau médio; a vermelha, grau alto e a cinza, grau extremo.

Nenhum dos 79 municípios do Estado estão nas bandeiras amarela ou verde. Todos estão nas faixas de maior risco.

  • Em nível extremo, encontram-se dois municípios: Japorã e Dois Irmãos do Buriti.
  • Em nível alto, encontram-se algumas das seguintes cidades: Campo Grande, Dourados, Ponta Porã, Maracaju, Bonito, Coxim, Camapuã, Porto Murtinho, Três lagoas, Sete Quedas, Sonora e São Gabriel do Oeste.
  • Em nível médio, destaca-se os municípios: Bodoquena, Rochedo, Jaraguari, Corumbá, Corguinho, Ivinhema, Aquidauana, Mundo Novo, Terenos e Ribas do Rio Pardo.

Esperança

Ontem (18), 158.760 doses da vacina Coronavac desembarcaram na Base Aérea de Campo Grande.

De lá, algumas doses seguiram para o Hospital Regional de Mato Grosso do Sul para imunizar quatro pessoas: uma indígena, um médico, uma auxiliar de enfermagem e uma idosa. Em ato simbólico, eles foram os primeiros vacinados do Estado.

As vacinas já estão em todos os 79 municípios de Mato Grosso do Sul. A operação começou ontem às 20h, e até a manhã de hoje (19), todos já estavam abastecidos com a dose.

A força tarefa de distribuição de vacinas contou com o apoio da Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros.

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De acordo com o Instituto Butantan, eficácia geral da Coronavac é de 50,4%.

“Viva o sus, viva a vacina e viva a nossa esperança que poderemos modificar o ano de 2021”, celebra Christinne Maymone, secretária adjunta de saúde.

“Não vamos descansar sábados, domingos, feriados. Vamos trabalhar incessantemente para ter sucesso nessa batalha final que é aguardada por tanta gente”, disse Geraldo Resende, secretário de Estado de saúde.

Mais de 158 mil vacinas desembarcaram ontem (18) na Base Aérea de Campo Grande – Álvaro Rezende

Sintomas do novo coronavírus

É possível que o cidadão esteja infectado pelo vírus da Covid-19, caso apresente os seguintes sintomas:

  • Febre
  • Tosse seca
  • Perda do olfato
  • Perda do paladar
  • Falta de ar
  • Dificuldade para respirar
  • Dor ou pressão do peito

Orientações

A SES afirma que o isolamento social; o uso de máscara e álcool gel e a higienização das mãos com água e sabão são medidas imprescindíveis para conter a propagação do novo coronavírus.

Pessoas que apresentarem febre, tosse seca ou dor de garganta devem permanecer em isolamento por 14 dias e procurar uma unidade básica de saúde mais próxima.

“Qualquer sintoma, não importa sua idade, se você é uma criança ou idoso. Vá à uma unidade de saúde”, pede a secretária adjunta.

“A doença tem comportamento diferente de pessoa para pessoa. Procure atendimento médico”, finaliza.

“Fique em casa, só saia se for exercitar atividades essenciais. Lave as mãos com água e sabão e use álcool gel. O uso da máscara é importantíssimo”, apela o secretário.

É importante ressaltar que mesmo já imunizado, o paciente demora cerca de um mês para criar imunidade contra o vírus, por isso, é aconselhado o uso de máscara, higienização das mãos e distanciamento social.

 

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CIDADES

Estudantes experimentam álcool cada vez mais cedo em MS, mostra pesquisa

Consumo também é maior entre estudantes de escolas públicas

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Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2019, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que estudantes estão experimentando álcool cada vez mais cedo.

Conforme os dados, cerca de 63,3% dos estudantes de escolas públicas e particulares entre 13 e 17 anos já experimentaram bebida alcoólica e mais de um terço deles (34,6%) provou pelo menos uma dose antes de completar 14 anos.

Ainda segundo os dados, as meninas são mais expostas a essa iniciação precoce: 36,8%, contra 32,3% entre os meninos.

Os dados se referem à realidade dos jovens antes da pandemia de Covid-19, cujas medidas de isolamento social e distanciamento físico do ambiente escolar podem ter agravado a situação.

Entre os estudantes que experimentaram bebidas alcoólicas, 47% disseram ter tido episódios de embriaguez.

Esse percentual foi maior entre os estudantes de escolas da rede pública (47,6%) do que entre os da rede privada (43,4%).

Cerca de 15,7% relataram a ocorrência de problemas em consequência de terem bebido, entre eles estão o conflito com a família ou amigos, a perda de aulas ou brigas.
Entre os adolescentes de 13 a 17 anos, 9,7% relataram ter consumido quatro doses ou mais em um mesmo dia. Nesse indicador, o Sul (12%) e o Centro-Oeste (11,1%) ficaram acima da média nacional. Já Norte (7,0%) e Nordeste (7,8%) apresentaram os menores percentuais.

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Cerca de 6,9% dos estudantes dessa faixa etária disseram ter bebido cinco doses ou mais em um dia.

Entre as questões levantadas também estava o uso de bebidas alcoólicas pelos pais dos adolescentes. Mais da metade dos escolares de 13 a 17 anos (58,9%) respondeu que o pai, a mãe ou ambos consumiam esse tipo de produto, sendo os percentuais maiores no Sul (62,4%), no Centro-Oeste (61,9%) e no Sudeste (61,5%).

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