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CTG Brasil amplia em 34% investimentos em projetos ambientais

Concessionária das usinas Jupiá e Ilha Solteira destinou R$ 22,8 milhões a programas e iniciativas orientados para a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento sustentável

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Uma das líderes em geração de energia limpa no Brasil, a CTG Brasil investiu R$ 22,8 milhões em projetos ambientais em 2020, um aumento de 34% em relação a 2019. O investimento, divulgado recentemente no Relatório Anual de Sustentabilidade da empresa, reforça o compromisso de longo prazo da companhia com a preservação do meio ambiente e com o desenvolvimento sustentável do País.

“Preservar o meio ambiente e a biodiversidade nas regiões onde atuamos é uma prioridade para a CTG Brasil, e faz parte da nossa estratégia de promover desenvolvimento sustentável aliado à geração de energia limpa em larga escala. Fazemos isso por meio de programas que abrangem engajamento de comunidades e parceiros, repovoamento de peixes nos rios, fomento florestal (com distribuição de mudas de árvores), além dos monitoramentos de flora, fauna e ictiofauna, entre outras ações”, afirma o gerente de Meio Ambiente da CTG Brasil, Rogério Marchetto. As iniciativas são conduzidas de acordo com planos aprovados pelos órgãos ambientais licenciadores.

Em 2020, a CTG Brasil soltou 3,6 milhões de peixes nos rios Paraná e Paranapanema. A soltura faz parte do Programa de Manejo e Conservação da Ictiofauna, realizado pela empresa com o objetivo de repovoar e garantir a diversidade de espécies nativas. Desde 2016, quando a empresa assumiu a gestão do programa, já foram soltos mais de 16,5 milhões de peixes.

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As iniciativas de conservação da biodiversidade também se estendem ao ecossistema de matas e florestas, e um desses esforços foi o reflorestamento de 156 hectares, área equivalente a do Parque Ibirapuera, na cidade de São Paulo (SP). Cerca de 260 mil mudas foram utilizadas nessa área reflorestada, e outras 99 mil mudas foram doadas para terceiros.

Atenta às mudanças climáticas, a CTG Brasil neutralizou 100% das suas emissões diretas de CO2 por meio da aquisição de créditos de carbono. A empresa também publicou o seu inventário de gases de efeito estufa, abrangendo todas as suas operações, que contou com o reconhecimento do Selo Ouro no Programa Brasileiro GHG Protocol.

Reforçando a importância da excelência e busca pela melhoria contínua em seus processos, a empresa teve 12 usinas certificadas pela ISO 14001 – Sistema de Gestão Ambiental, a partir da avalição dos aspectos e impactos ambientais e da prevenção da poluição na operação das usinas, com monitoramento, controle e mitigação dos impactos ambientais.

Além dos programas ambientais, a CTG Brasil investe constantemente em projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), visando a inovação e a melhoria contínua na gestão de recursos naturais. Em 2020, cerca de 24% dos recursos de P&D foram direcionados para a linha de pesquisa ambiental, como os projetos de monitoramento do desenvolvimento e deslocamento

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de bancos de macrófitas, conservação e recuperação do estoque pesqueiro do rio Paranapanema e aproveitamento energético de macrófitas, entre outros.

Para saber mais sobre projetos e ações da CTG Brasil ligados ao meio ambiente, acesse a página https://www.ctgbr.com.br/relatorioanual2020/.

 

Sobre a CTG Brasil

 

Criada em 2013, a CTG Brasil é uma empresa da China Three Gorges Corporation, uma das líderes globais em energia limpa. Com investimentos em 17 usinas hidrelétricas e 11 parques eólicos, o portfólio da CTG Brasil hoje tem uma capacidade total instalada de 8,28 GW. Segunda maior geradora privada de energia do país, a CTG Brasil conta com a dedicação de seus talentos locais e está comprometida em contribuir com matriz energética brasileira, pautada pela responsabilidade social e respeito ao meio ambiente.

 

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Estudantes experimentam álcool cada vez mais cedo em MS, mostra pesquisa

Consumo também é maior entre estudantes de escolas públicas

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Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2019, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que estudantes estão experimentando álcool cada vez mais cedo.

Conforme os dados, cerca de 63,3% dos estudantes de escolas públicas e particulares entre 13 e 17 anos já experimentaram bebida alcoólica e mais de um terço deles (34,6%) provou pelo menos uma dose antes de completar 14 anos.

Ainda segundo os dados, as meninas são mais expostas a essa iniciação precoce: 36,8%, contra 32,3% entre os meninos.

Os dados se referem à realidade dos jovens antes da pandemia de Covid-19, cujas medidas de isolamento social e distanciamento físico do ambiente escolar podem ter agravado a situação.

Entre os estudantes que experimentaram bebidas alcoólicas, 47% disseram ter tido episódios de embriaguez.

Esse percentual foi maior entre os estudantes de escolas da rede pública (47,6%) do que entre os da rede privada (43,4%).

Cerca de 15,7% relataram a ocorrência de problemas em consequência de terem bebido, entre eles estão o conflito com a família ou amigos, a perda de aulas ou brigas.
Entre os adolescentes de 13 a 17 anos, 9,7% relataram ter consumido quatro doses ou mais em um mesmo dia. Nesse indicador, o Sul (12%) e o Centro-Oeste (11,1%) ficaram acima da média nacional. Já Norte (7,0%) e Nordeste (7,8%) apresentaram os menores percentuais.

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Cerca de 6,9% dos estudantes dessa faixa etária disseram ter bebido cinco doses ou mais em um dia.

Entre as questões levantadas também estava o uso de bebidas alcoólicas pelos pais dos adolescentes. Mais da metade dos escolares de 13 a 17 anos (58,9%) respondeu que o pai, a mãe ou ambos consumiam esse tipo de produto, sendo os percentuais maiores no Sul (62,4%), no Centro-Oeste (61,9%) e no Sudeste (61,5%).

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