CIDADES

CRIME AMBIENTAL – Lenhador e fazendeiro são multados em R $ 5,5 mil por desmatamento ilegal

PMA flagrou o lenhador no momento do crime. Caso sejam condenados, os acusados ​​podem pegar pena de até um ano de detenção

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PMA / Cedida

Um lenhador e um fazendeiro foram multados em R $ 5.500, na tarde do último sábado (20), por desmatamento ilegal em uma propriedade rural de Miranda.

Segundo a Polícia Militar Ambiental (PMA), os acusados ​​cortaram 15 árvores da espécie aroeira, sem permissão dos órgãos ambientais do Estado.

Ainda conforme a PMA, os agentes chegaram até o local após uma denúncia anônima e flagraram um dos indiciados com uma motosserra cometendo o crime ambiental.

Ao fazer a verificação dos documentos, policiais militares ambientais descobriram ainda que a máquina não tinha Licença de Porte e Uso (LPU).

Parte da madeira já foi retirado e não se encontrava mais no local. O gerente da propriedade admitiu que a fazenda não tinha permissão para cortar árvores.

O dono da terra, de 69 anos, foi multado no valor de R $ 4,5 mil pela exploração ilegal e também respondá pelo crime ambiental de exploração ilegal de madeira. Se condenado, pode pegar pena de seis meses a um ano de detenção.

Já o proprietário da máquina, de 53 anos, teve a motosserra recolhida e foi multado em R $ 1 mil.

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Ele também terá que responder judicialmente pelo crime de uso de motosserra ilegal, podendo ficar de três meses a um ano preso.

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CIDADES

Prefeitos de MS decidem que volta às aulas será on-line antes do retorno de forma presencial

Gestores preferem aguardar a continuidade do calendário de vacinação no Estado

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Prefeitos de cidades de Mato Grosso do Sul decidiram retornar de forma on-line por mais 30 dias antes da volta às aulas presenciais nas escolas municipais, durante assembleia-geral nesta terça-feira (23), na sede da Assomasul (Associação dos Municípios de MS), em Campo Grande.

A decisão saiu após discussão sobre o cumprimento do protocolo de biossegurança, uma vez que a maioria dos presentes à reunião entendeu que não é momento para o retorno do ano letivo diante da gravidade da pandemia do coronavírus.

Além disso, os gestores preferem aguardar a continuidade do calendário de vacinação no Estado.

Por meio de deliberação, a diretoria da Assomasul entende necessária a prorrogação para iniciar as aulas em abril para que os municípios se adequem ao Protocolo de Retorno as Aulas, entre outros aspectos, diante da dificuldade de entrega dos insumos e EPIs (equipamento de proteção individual) licitados para cumprir as exigências de biossegurança.

A ideia inicial defendida por alguns era que os municípios seguissem o calendário escolar defendido pela SES (Secretaria de Estado de Educação), que prevê volta às aulas no dia 1º de março. Outra justificativa apontada na reunião foi a eleição de 38 novos prefeitos, uma vez que não houve tempo suficiente para ter transição de cargos.

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Opiniões

Antes da votação sobre o retorno às aulas ou não, o presidente da Assomasul e prefeito de Nioaque, Valdir Júnior (PSDB), ouviu a opinião dos colegas.

O prefeito de Aquidauana, Odilon Ribeiro (PSDB), sugeriu equilíbrio no momento como forma de prevenir novas contaminações, principalmente de professores e alunos.

O gestor também disse que o controle de crianças com uso de máscaras e distanciamento social é complicado, a exemplo de outros colegas prefeitos que se manifestaram no encontro.

“Outro problema são as aulas remotas. Aquidauana tem dificuldade até de sinal de celular, imagine sinal de internet”, acrescentou.

O prefeito de Douradina, Jean Fogaça (PSDB), sugeriu o retorno às aulas somente quando todos os professores forem vacinados. Ele também pontuou as dificuldades para o cumprimento do calendário escolar alegando uma série de fatores.

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