CIDADES

Com pandemia, quase metade das cidades de MS já declararam calamidade pública

Das 79 cidades de Mato Grosso do Sul, 36 já foram reconhecidas com estado de calamidade

Publicados

em

Desde o início da pandemia em Mato Grosso do Sul, 36 municípios declararam estado de calamidade pública devido ao aumento de casos do novo coronavírus. O número representa 45,5% do total de cidades do Estado, que já passou dos nove mil casos da doença.

Maior parte dos municípios com calamidade pública decretada são do interior de MS, regiões em que o cenário de pandemia do coronavírus é mais preocupante. A doença já atingiu 89% do Estado, ou seja, 70 das 79 cidades sul-mato-grossenses já possuem casos confirmados. O balanço é realizado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde).

Para receber a declaração, o município deve realizar solicitação para a  Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul). Após o requerimento, os Projetos de Decreto Legislativo são elaborados pela Mesa Diretora. Em votação dos deputados decidem se a cidade será reconhecida como calamidade pública.

Assim, com estado de calamidade é reconhecido, o município pode abrir crédito extraordinário, remanejar, transferir e utilizar reserva de contingência, com o imediato conhecimento da Câmara de Vereadores. Além disso é possível realizar contratação emergencial de pessoal e adotar outras medidas.

Leia Também:  Auxílio Brasil: ministro diz que governo usará R$ 30 bi fora do teto

Então, com os projetos sejam aprovados pela Alems, os municípios permanecem em estado de calamidade até 31 de dezembro. De acordo com a CNM (Confederação Nacional dos Municípios), até 31 de março, mais de 1.900 municípios brasileiros haviam decretado estado de calamidade por conta do novo coronavírus .

Entre os municípios com a calamidade já declarada, Brasilândia foi a primeira, seguida de Água Clara, Fátima do Sul, Campo Grande, Glória de Dourados, Inocência, Paranaíba, Cassilândia, Batayporã, Rio Brilhante, Aral Moreira, Guia Lopes da Laguna, Naviraí, Costa Rica, Chapadão do Sul, Sidrolândia, Douradina, Jardim, Aquidauana, Bonito, Miranda, Rio Negro, Laguna Carapã, Santa Rita do Pardo, Itaporã, Ponta Porã, Juti, Caarapó, Aparecida do Taboado, Rio Verde de Mato Grosso, Iguatemi, Eldorado, Anaurilândia, Deodápolis, Pedro Gomes e Ivinhema.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

CIDADES

Suzano divulga Resumo do Plano de Manejo Florestal em Mato Grosso do Sul

Documento reúne as práticas adotadas pela companhia, abordando os aspectos sociais, ambientais e econômicos de suas operações florestais e pode ser acessado pela página

https://storage.googleapis.com/stateless-site-suzano-com-br/2021/08/adedc7da-resumo2020-ms_v6.pdf

Publicados

em

Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, disponibilizou o Resumo Público do Plano de Manejo Florestal com as práticas adotadas pela empresa em seu negócio florestal em Mato Grosso do Sul. O documento, publicado anualmente, também contempla os aspectos sociais, ambientais e econômicos das operações florestais da companhia no Estado e está disponível no site: https://storage.googleapis.com/stateless-site-suzano-com-br/2021/08/adedc7da-resumo2020-ms_v6.pdf.

 

A publicação vem ao encontro do compromisso da Suzano com a transparência e com a responsabilidade de informar a sociedade em geral – poder público, comunidades vizinhas, além de colaboradores e prestadores de serviços – sobre a forma como administra os seus recursos florestais, as boas práticas de manejo adotadas pela empresa e as ações voltadas para a conservação da biodiversidade nas regiões onde mantém operações.

 

Com atuação em nove municípios sul-mato-grossenses (Água Clara, Aparecida do Taboado, Bataguassu, Brasilândia, Inocência, Ribas do Rio Pardo, Santa Rita do Pardo, Selvíria e Três Lagoas), a Suzano destaca-se pelo desenvolvimento de práticas de manejo florestal responsável. Por meio dele, a administração dos 572,2 mil hectares (dados de 2020), sendo 391,1 mil hectares de florestas plantadas de eucalipto e 162,2 mil hectares destinados exclusivamente para a preservação ambiental, é executada com o intuito de obter benefícios econômicos e sociais, respeitando o ecossistema. O objetivo é harmonizar produtividade elevada com a conservação do meio ambiente.

 

“O manejo florestal adotado pela Suzano tem produzido resultados positivos ao longo dos anos, com destaque para as ações de conservação do solo, restauração de florestas nativas e preservação da fauna e da flora. Além disso, também tem colaborado diretamente para a geração de trabalho, renda e bem-estar social.   Neste Resumo Público do Plano de Manejo Florestal, a Suzano apresenta informações importantes sobre as atividades florestais da região, incluindo nossas estratégias na adoção de práticas de manejo florestal responsáveis, visando o desenvolvimento sustentável, hoje um dos principais compromissos da empresa”, destaca Jansen Barrozo Fernandes, gerente Executivo de Operações Florestais da Suzano.

Leia Também:  AÇÕES de combate à corrupção da Polícia Civil em MS tem apoio do DRACCO. Órgão é especialista nesta modalidade de crime contra cofres públicos

 

Em todo o País, a Suzano possui uma área de mais de 1,6 milhão de hectares de florestas certificadas nas principais certificações florestais nacionais e internacionais, como FSC® – Forest Stewardship Council® (Conselho de Manejo Florestal), código de licença FSC-C100704, e CERFLOR (Certificação Florestal), que atestam as práticas sustentáveis da empresa.

 

Produção e conservação ambiental

 

De acordo com o Resumo do Plano de Manejo Florestal, somente no ano de 2020, a Suzano plantou o equivalente a 43.080 hectares de suas áreas florestais, sendo elas próprias, por contrato de arrendamentos ou por meio de parcerias com produtores rurais. Paralelamente ao plantio, foram colhidos 11,426 milhões de m³ de eucalipto para abastecer as duas fábricas da Suzano em operação em Três Lagoas. Todo o processo, do plantio à colheita, respeita as características da região e utiliza sistemas eficientes que contam com equipamentos de última geração.

 

A companhia ainda mantém programas de monitoramento da qualidade do ar, da água e de conservação de biodiversidade. Nas florestas da Suzano em Mato Grosso do Sul, já foram catalogadas 1.376 espécies diferentes de animais e plantas, sendo 395 aves, 53 peixes, 136 artrópodes, 82 mamíferos, 62 répteis, 607 plantas e 41 anfíbios. O último monitoramento de espécies de plantas nativas registrou um número de 17 novas espécies, o que denotou um aumento próximo a 3% do total de espécies registradas.

Leia Também:  Crise energética chinesa põe vidas em risco e ameaça o controle inflacionário global

 

Informações adicionais, dúvidas e sugestões que possam surgir durante a leitura devem ser enviadas para o e-mail [email protected] ou pelo telefone 0800 022 1727.

 

 

 Sobre a Suzano

Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 97 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br

Informações à Imprensa

Performa Comunicação

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

SELVÍRIA

ACONTECEU

MATO GROSSO DO SUL

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA