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Ciclone bomba vai embora e MS respira tranquilo

Fenômeno deixou 12 mortos e marcas históricas

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O fenômeno apelidado de ‘ciclone bomba’ deixa o Brasil, para alívio de Mato Grosso do Sul. Santa Catarina, no Sul do País, não teve a mesma sorte e viveu um verdadeiro terror, com 12 mortes e rastro de destruição.

O presidente Jair Bolsonaro, inclusive, visitou as áreas afetadas ontem (4) em sobrevoo de helicóptero. O parecer de especialistas é que o fenômeno climático já deixou o Brasil.

Quem respira aliviado é MS. Por aqui, houve efeitos indiretos, como ventanias acima do normal, inclusive na capital Campo Grande.

O Estado teve até alerta emitido pelo Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, o Centec-MS. Toda área sul de Mato Grosso do Sul estava em ‘alerta vermelho’.

Por aqui, foram registrados ventos de até 59 km/h na Capital. No interior, uma morte pode ter relação com o ciclone bomba. Trata-se de um trabalhador rural, de 58 anos, que foi atingido por uma árvore, durante um vendaval, nesta terça-feira, na região entre Dourados e Ponta Porã

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Por Vinícius Squinelo

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CIDADES

Estudantes experimentam álcool cada vez mais cedo em MS, mostra pesquisa

Consumo também é maior entre estudantes de escolas públicas

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Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2019, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que estudantes estão experimentando álcool cada vez mais cedo.

Conforme os dados, cerca de 63,3% dos estudantes de escolas públicas e particulares entre 13 e 17 anos já experimentaram bebida alcoólica e mais de um terço deles (34,6%) provou pelo menos uma dose antes de completar 14 anos.

Ainda segundo os dados, as meninas são mais expostas a essa iniciação precoce: 36,8%, contra 32,3% entre os meninos.

Os dados se referem à realidade dos jovens antes da pandemia de Covid-19, cujas medidas de isolamento social e distanciamento físico do ambiente escolar podem ter agravado a situação.

Entre os estudantes que experimentaram bebidas alcoólicas, 47% disseram ter tido episódios de embriaguez.

Esse percentual foi maior entre os estudantes de escolas da rede pública (47,6%) do que entre os da rede privada (43,4%).

Cerca de 15,7% relataram a ocorrência de problemas em consequência de terem bebido, entre eles estão o conflito com a família ou amigos, a perda de aulas ou brigas.
Entre os adolescentes de 13 a 17 anos, 9,7% relataram ter consumido quatro doses ou mais em um mesmo dia. Nesse indicador, o Sul (12%) e o Centro-Oeste (11,1%) ficaram acima da média nacional. Já Norte (7,0%) e Nordeste (7,8%) apresentaram os menores percentuais.

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Cerca de 6,9% dos estudantes dessa faixa etária disseram ter bebido cinco doses ou mais em um dia.

Entre as questões levantadas também estava o uso de bebidas alcoólicas pelos pais dos adolescentes. Mais da metade dos escolares de 13 a 17 anos (58,9%) respondeu que o pai, a mãe ou ambos consumiam esse tipo de produto, sendo os percentuais maiores no Sul (62,4%), no Centro-Oeste (61,9%) e no Sudeste (61,5%).

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