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Centro de Hemodiálise em Bataguassu recebe habilitação para funcionamento

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Com capacidade para atender até 60 pessoas por dia, o Centro de Hemodiálise “Dolores Sanches Dias”, em Bataguassu, recebeu nesta segunda-feira (24) habilitação da Secretaria de Estado de Saúde (SES) para o funcionamento, conforme publicação feita no Diário Oficial do Estado.

Na prática, a unidade de saúde atende pacientes desde o dia 20 de julho. Já a inauguração do prédio ocorreu no dia 24 do mesmo mês, com as presenças de autoridades municipais, estaduais e federais.

Desde o mês passado, quando passou a funcionar, o local é referência em hemodiálise para pacientes de Bataguassu e região – municípios de Santa Rita do Pardo, Brasilândia, Anaurilândia e Nova Andradina.

Antes do atendimento, pessoas que precisavam do serviço de hemodiálise precisavam ir até a cidade de Presidente Prudente (SP), a 120 quilômetros de Bataguassu. Como o tratamento é feito três vezes por semana, os pacientes percorriam até 720 quilômetros no período.

“Saía de casa cedinho e só voltava a tarde. As viagens eram desgastantes”, disse Valdenice Saldanha da Silva Santos, de 51 anos, em entrevista à equipe de reportagem da Prefeitura de Bataguassu.

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Presente na inauguração, o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, destacou que a meta do Governo do Estado é “fazer avançar o serviço de hemodiálise em Mato Grosso do Sul”.

Bruno Chaves, Subcom
Foto: Ricardo Minella

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Estudantes experimentam álcool cada vez mais cedo em MS, mostra pesquisa

Consumo também é maior entre estudantes de escolas públicas

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Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2019, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que estudantes estão experimentando álcool cada vez mais cedo.

Conforme os dados, cerca de 63,3% dos estudantes de escolas públicas e particulares entre 13 e 17 anos já experimentaram bebida alcoólica e mais de um terço deles (34,6%) provou pelo menos uma dose antes de completar 14 anos.

Ainda segundo os dados, as meninas são mais expostas a essa iniciação precoce: 36,8%, contra 32,3% entre os meninos.

Os dados se referem à realidade dos jovens antes da pandemia de Covid-19, cujas medidas de isolamento social e distanciamento físico do ambiente escolar podem ter agravado a situação.

Entre os estudantes que experimentaram bebidas alcoólicas, 47% disseram ter tido episódios de embriaguez.

Esse percentual foi maior entre os estudantes de escolas da rede pública (47,6%) do que entre os da rede privada (43,4%).

Cerca de 15,7% relataram a ocorrência de problemas em consequência de terem bebido, entre eles estão o conflito com a família ou amigos, a perda de aulas ou brigas.
Entre os adolescentes de 13 a 17 anos, 9,7% relataram ter consumido quatro doses ou mais em um mesmo dia. Nesse indicador, o Sul (12%) e o Centro-Oeste (11,1%) ficaram acima da média nacional. Já Norte (7,0%) e Nordeste (7,8%) apresentaram os menores percentuais.

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Cerca de 6,9% dos estudantes dessa faixa etária disseram ter bebido cinco doses ou mais em um dia.

Entre as questões levantadas também estava o uso de bebidas alcoólicas pelos pais dos adolescentes. Mais da metade dos escolares de 13 a 17 anos (58,9%) respondeu que o pai, a mãe ou ambos consumiam esse tipo de produto, sendo os percentuais maiores no Sul (62,4%), no Centro-Oeste (61,9%) e no Sudeste (61,5%).

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