BRASIL
Zaeli lança campanha em comemoração ao Dia das Crianças
Campanha é válida para qualquer produto da marca adquirido entre 14 de agosto e 10 de outubro
Para celebrar o Dia das Crianças com muita diversão, a Zaeli Alimentos lançou uma promoção para a data, que vai sortear 12 patinetes elétricas no dia 13 de outubro. Para participar, o cliente deve adquirir um dos mais de 500 produtos da marca entre os dias 14 de agosto e 10 de outubro, e cadastrar o cupom fiscal no site da campanha.
A marca, que já possui a tradição de lançar todo ano uma promoção especial para o Dia das Crianças, irá presentear neste ano, vários consumidores com uma patinete elétrica. A ação será realizada por sorteio no dia 13 de outubro e cada cupom vale como um número de sorteio, além disso, cada pessoa pode participar uma única vez e poderá cadastrar um cupom por CPF válido.
Para o head de marketing da Zaeli, Cracios Consul, o Dia das Crianças merece uma forma especial de comemoração. “Em uma campanha comemorativa, nossa missão vai além de vender produtos, trata-se de criar momentos mágicos e duradouros para as crianças e suas famílias. Através da nossa criatividade e dedicação, buscamos não apenas oferecer produtos, mas também inspirar sorrisos, fazer sonhos se tornarem realidade e construir laços emocionais com nossos clientes”, comenta.
Para participar é simples, basta comprar qualquer produto da marca Zaeli em uma das lojas participantes e cadastrar o cupom fiscal no site da promoção. O período de participação é do dia 14 de agosto até o dia 10 de outubro. Caso seja sorteado, o participante deverá apresentar o cupom ou nota fiscal cadastrada.
Ao todo, são 7 estados participantes: Paraná, Mato Grosso do Sul, Bahia, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Goiás e Maranhão. Toda a divulgação de informações sobre o sorteio será realizada pelo site oficial da promoção appdiadascriancaszaeli2023.polgo.com.br, e os contemplados serão informados por telefone e e-mail cadastrados.
Serviço
Site para cadastro: appdiadascriancaszaeli2023.polgo.com.br
Data limite para cadastro: 10 de outubro
Data do sorteio: 13 de outubro
Sobre a Zaeli
A Zaeli Alimentos é uma empresa paranaense com 53 anos de história, que preza pela tradição e qualidade na fabricação de seus produtos, visando oferecer uma alimentação mais equilibrada às famílias de todo o Brasil. Sua história começou em 1969 como uma empresa varejista de arroz, atuante em Umuarama (PR) e região, e crescendo posteriormente para um parque industrial, comercializando seus produtos em várias regiões do país e exportando para América, Europa e Ásia.
A marca e seu mascote, o “Zaelinho”, já faz parte da família brasileira há muitos anos, presente em mais de 500 produtos nas 26 linhas de alimentos produzidos pela empresa. Atualmente, a marca conta com milhares de pontos de vendas por todo o país, atendidos por 15 centros de distribuição e com a parceria de 20 distribuidores. A Zaeli emprega mais de 800 colaboradores diretos e gera renda para milhares de famílias, entre colaboradores diretos e prestadores de serviço.
Sobre a Zaeli
A Zaeli Alimentos é uma empresa paranaense com 53 anos de história, que preza pela tradição e qualidade na fabricação de seus produtos, visando oferecer uma alimentação mais equilibrada às famílias de todo o Brasil. Sua história começou em 1969 como uma empresa varejista de arroz, atuante em Umuarama (PR) e região, e crescendo posteriormente para um parque industrial, comercializando seus produtos em várias regiões do país e exportando para América, Europa e Ásia.
A marca de seu mascote, o “Zaelinho”, já faz parte da família brasileira há muitos anos, presente em mais de 500 produtos nas 26 linhas de alimentos produzidos pela empresa. Atualmente, a marca conta com milhares de pontos de vendas por todo o país, atendidos por 15 centros de distribuição e com a parceria de 20 distribuidores. A Zaeli emprega quase mil pessoas e gera renda para milhares de famílias, entre colaboradores diretos e prestadores de serviço
Juliane FladzinskiAssessora[email protected](41) 99792-3025
BRASIL
Garantia de direitos trabalhistas no campo ainda enfrenta desafios
Auditora diz que desvantagem ainda é grande em relação aos urbanos
No Dia Internacional de Luta dos Trabalhadores do Campo, nesta sexta-feira (17), ainda há muitos desafios a serem vencidos no Brasil em relação à precarização dos trabalhadores rurais. A afirmação foi feita à Agência Brasil pela auditora-fiscal do Trabalho e representante da Delegacia Sindical de Minas Gerais do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho (Sinait), Alessandra Bambirra.

Apesar da grande mecanização em várias culturas, o país ainda tem grande número de trabalhadores rurais com desvantagem em relação aos urbanos em termos de conhecimento, educação, acesso à informação, à internet, aos meios de comunicação.
“A gente tem uma discrepância muito grande quando trabalha com a fiscalização porque vê uma vulnerabilidade muito maior nos trabalhadores do campo”.
Também é observada no campo uma diferença socioeconômica porque, ao mesmo tempo em que se tem empresas e trabalhadores altamente qualificados na área rural, fazendas com grandes produções, ainda são encontrados trabalhadores em situações degradantes de trabalho, sem condições mínimas que garantam dignidade. “A diferença é muito grande em relação ao que encontramos no campo”, disse a auditora-fiscal.
Trabalho escravo
Alessandra confirmou que o trabalho escravo ainda está presente no país. Na zona urbana é encontrado, em sua maior parte, na construção e no trabalho têxtil. No meio rural, apresenta situações muito críticas.
“Principalmente nas jornadas exaustivas, nas condições degradantes de moradia ou alojamento, servidão por dívida, na qual o empregador cobra do trabalhador tudo que seria obrigação dele. O trabalhador fica com aquela dívida e não consegue se desvincular”, acrescentou.
O estado de Minas Gerais é pioneiro no país no combate ao trabalho escravo, mas Alessandra lembrou que a auditoria-fiscal precisa de estrutura e pessoal para cumprir o seu trabalho. “Dos dois lados ainda encontramos desafios para combater essa chaga”.
Certificação
Ela destacou que é preciso haver política pública mais eficaz, que parta de um interesse genuíno de combate a esse tipo de situação degradante no trabalho. Os auditores-fiscais têm buscado a responsabilização das cadeias produtivas. “Porque, se depender só do cumprimento da legislação, a gente encontra barreiras”.
Alessandra admitiu que já são vistas grandes empresas que trabalham com café, cana, cacau e sisal, por exemplo, tentando fazer o vínculo da marca que está sendo divulgada com todo o processo de produção, que seja livre do trabalho escravo, de trabalho infantil, de condições degradantes, de acidentes e adoecimento por trabalho, e que garanta direitos.
A certificação de alta qualidade deve ser dada não só ao produto e à marca, mas a todo o processo de produção, defendeu. “A certificação do processo também é importante. E é com isso que contamos na responsabilização de toda a cadeia. Isso é muito importante para que se obter resultados econômicos de forma que as empresas comecem a se responsabilizar por todo o processo”.
O trabalho no campo ainda é marcado pela informalidade, por isso o trabalhador segue mais vulnerável à exclusão previdenciária, à precarização e à invisibilidade institucional. Grande parte dos trabalhadores resgatados de situações irregulares de trabalho é oriunda de regiões mais vulneráveis de Minas Gerais e do Nordeste de forma geral, e muitas vezes aliciados por intermediários conhecidos como “gatos”.
Integração
O Dia Internacional de Luta dos Trabalhadores do Campo implica a necessidade de ação que integre tanto o poder público quanto as próprias empresas do setor rural.
“O trabalho no campo nunca vai ser desnecessário, porque a população do mundo só aumenta e precisamos de mais alimentos. Há mais demanda por produtos, e o trabalhador é o elo mais frágil dessa cadeia”.
Toda essa estrutura deve ser voltada para o trabalhador do campo, incluindo políticas públicas e básicas, como saúde, educação, acesso à informação, infraestrutura de acesso, garantias previdenciárias. Para Alessandra Bambirra, existe uma discrepância grande demais em relação ao trabalhador do campo para um país como o Brasil.
OIT
Apesar de todas as dificuldades, o Brasil tem políticas reconhecidas na área internacional. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) destaca o modelo brasileiro de Previdência Rural como referência regional, por assegurar proteção social a agricultores familiares, pescadores artesanais e trabalhadores em regime de subsistência, inclusive sem contribuição direta. Paralelamente, o Ministério do Trabalho e Emprego, por meio da Auditoria-Fiscal do Trabalho e da Rede de Observatórios do Trabalho, faz o monitoramento contínuo da informalidade, do trabalho análogo à escravidão e das desigualdades territoriais.
A delegacia sindical de Minas Gerais do Sinait considera que a fiscalização do trabalho é ferramenta fundamental para combater irregularidades e prevenir violações. Em 2025, naquele estado, foram realizadas 783 ações fiscais em estabelecimentos rurais, que identificaram 2.063 trabalhadores em situação irregular e 3.964 irregularidades relacionadas à saúde e segurança no trabalho.
Operações recentes no sul e centro-oeste de Minas Gerais resultaram em 59 trabalhadores resgatados em lavouras de café. No norte do estado, 18 pessoas foram encontradas em condições degradantes em carvoarias, atividade reconhecida pelo alto risco social e ambiental. Em muitos casos, foram identificadas situações envolvendo núcleos familiares, inclusive com presença de crianças e adolescentes e moradias precárias.
Por; Acontece na Selviria











