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Selvíria é representada em evento com a ministra Damares

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No final do mês de novembro, a secretária municipal de Assistência Social Tatiane Araújo da Paz; coordenador de Políticas Públicas e Promoção Social Elizabete Teixeira de Souza; conselheiras tutelares Dalila Flávia e Bruna Cavalcante; Kaio Eduardo Silva dos Santos do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) participaram do lançamento do programa “Famílias Fortes” que contou com a presença da ministra Damares Alves. O evento foi organizado pelo deputado federal Dr. Luiz Ovando.

Durante o evento a ministra ressaltou um dado sobre morte de crianças e adolescentes no país. “Há dois anos quando assumimos 32 crianças e adolescentes eram assassinados por dia. Esse número caiu para 18. Não existe no mundo uma queda como essa”, disse. Por fim, mandou um recado. “Pedófilos de MS, vamos pegar vocês todinhos, acabou para vocês”.

Por: Assessoria de Comunicação

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Mãe que enterrou filha viva de cabeça para baixo passou por júri popular nesta quarta-feira

Crime chocou Brasilândia, que nomeou creche e fez lei ‘Gabi Vive’ em homenagem à criança

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Aconteceu nesta quarta-feira (13), o júri popular de Emileide Magalhães, de 30 anos, que matou a filha Gabrielly Magalhães de Souza, de 10 anos, estrangulada e a enterrou viva de cabeça para baixo em Brasilândia, em março de 2020. O julgamento acabou sendo transferido para a cidade de Três Lagoas, após a repercussão do caso.

O julgamento de Emileide aconteceu a partir das 8 horas da manhã de quarta (13). O crime aconteceu em Brasilândia, mas devido à repercussão que causou a defesa pediu pela transferência logo após ser publicada duas leis relativas aos fatos.

Em 8 de junho de 2021, foi publicada a Lei nº 2.886/2021 que institui o dia de mobilização “Gabi Vive”, em memória a Gabrielly Magalhães de Souza. E, no dia 7 de julho de 2021, foi publicada a Lei nº 2.893/2021, que denominou o CREAS de Brasilândia com o nome da vítima, “Gabrielly Magalhães de Souza”.

Com isso, a defesa pediu a mudança: “Desta forma, entende-se que a realização da sessão do Tribunal do Júri em Brasilândia – MS não pode garantir um julgamento isento nos termos previstos em lei, vez que não há garantia de imparcialidade dos jurados”.

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‘Não ocultei, enterrei viva’

A defesa havia tentado afastar a qualificadora de  ocultação de cadáver, por enterrar a filha e ainda por falsa comunicação de crime. Mas, o pedido foi negado. A defesa havia alegado que não houve ocultação do corpo, já que não havia cadáver porque, segundo a defensoria pública, Gabrielly foi enterrada viva, e quando da descoberta do crime, a acusada mostrou onde havia enterrado a filha viva, não ocultando em momento algum o seu paradeiro.

O MPMS (Ministério Público Estadual), ao pedir que fossem incluídas qualificadoras, afirmou que “mal fez a menina a mãe a não ser vítima de agressão, abuso sexual e ameaça, revelando que Emileide agiu com alta imoralidade de sua conduta com menosprezo pela vida da filha, de maneira repugnante, reprovável”.

Ainda havia sido alegado que o crime não configuraria motivo torpe, já que o motivo para o assassinato seria a ocultação de outro crime, o de abuso sexual cometido pelo padrasto da menina contra ela. E, por fim, também é alegado que Emileide não fez comunicação de falso crime, já que apenas disse que a filha estava desaparecida e não disse, em momento algum, que a criança havia sido sequestrada ou levada por terceiros.

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Estupro e homicídio

Em 21 de março de 2020, o crime foi descoberto pela Polícia Civil do município após a criança ser encontrada enterrada. Foi apurado que a própria mãe, Emileide Magalhães, de 30 anos, foi quem matou a filha a estrangulando e enterrando viva, causando a asfixia da criança.

Ainda nas investigações policiais, foi apurado que, em 2019, a vítima chegou a contar para uma colega de sala que estava sendo estuprada pelo padrasto. A colega teria orientado a menina a contar para a professora, mas como a vítima já tinha sido ameaçada pela mãe por conta dos abusos, preferiu manter o silêncio.

A princípio, a mãe da vítima teria cometido o crime por ciúmes do marido, que estuprava a criança. O irmão, três anos mais velho, testemunhou o crime e foi obrigado a ajudar a mãe. Ele também acabou internado na Unei (Unidade Educacional de Internação), mas foi liberado dias depois.

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