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Infectados com covid-19 são identificados com pulseiras em cidade do Estado do Paraná.

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Os infectados ou casos suspeitos de covid-19 em Nova Santa Rosa (PR), a 590 quilômetros de Curitiba, são obrigados desde do dia(26/03) a usarem uma pulseira que identifique a sua condição de saúde em relação ao novo coronavírus. A norma também vale aos familiares com contato direto com os pacientes. De acordo com a prefeitura, a proposta é inibir que as pessoas furem o isolamento social durante o tratamento da covid-19. Quem descumprir a regra pode ser denunciado ao MP (Ministério Público) do Paraná, e responder por crime contra a saúde pública, previsto no artigo 267 do Código Penal, com pena de um a dois anos de reclusão.

A prefeitura argumenta que “a ação foi tomada considerando a importância da colaboração da população quanto aos cuidados dos casos suspeitos e confirmados de covid-19”. O protocolo institui duas cores de pulseiras. A vermelha será usada pelas pessoas com caso confirmado de covid-19. A obrigatoriedade da verde abrangerá os com suspeitas e familiares diretos do paciente. A identificação constará com a palavra “isolamento” e o logotipo da prefeitura de Nova Santa Rosa. “O paciente receberá a pulseira no momento em que assina o termo de isolamento, onde o mesmo recebe as orientações necessárias sobre o período em que estará isolado, juntamente com os seus contatos”, explicou a prefeitura.

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A fiscalização será por meio de visitas frequentes de agentes comunitários de saúde na residência dos pacientes a fim de verificar se as pulseiras estão intactas, pois será necessário danificá-la caso a pessoa deseje sair de casa sem a identificação. Não há, por enquanto, descumprimento da norma. Segundo o último boletim epidemiológico publicado no dia (26/03), a cidade, de 8.266 mil habitantes, conta com 15 casos ativos de covid-19 e outros 45 à espera do resultado do exame. Ao todo, desde o início da pandemia, são 366 casos confirmados.

Paraná em lockdown 

Desde meia-noite de hoje (27), o Paraná está em lockdown. A medida segue pelos próximos nove dias. Todos os serviços não essenciais terão que ficar fechados, podendo reabrir a partir das 5h de 8 de março. Aulas presenciais em escolas e universidades estarão suspensas ao longo dos nove dias. Além disso, haverá toque de recolher das 20h às 5h. Ou seja, está proibida a circulação em vias públicas neste horário.

Outras medidas restritivas também foram anunciadas em diversos setores: suspensão das cirurgias eletivas por 30 dias para unidades públicas e privadas; atividades religiosas funcionarão somente com atendimento individual ou culto on-line; haverá regime de teletrabalho para órgãos do estado.

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O pior número de internações foi registrado no dia (26/03), com 3.376 pacientes hospitalizados. Ao todo, desde o início da pandemia, o Paraná registrou 628.999 casos e 11.380 mortes, segundo a Sesa (Secretaria de Estado da Saúde) do estado.

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Na Assembleia Legislativa prefeito de Selvíria José Fernando, reforça solicitação de pavimentação da MS-444

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Retornando de agendas em Brasília, o prefeito de Selvíria, José Fernando Barbosa dos Santos, também passou nesta primeira semana de maio pela capital sul-mato-grossense, Campo Grande, onde esteve reunido com o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), deputado Paulo Correa (PSDB).  O encontro também contou com a presença do diretor de Secretaria Roberto dos Santos Figueiredo, prefeito de Nioaque e presidente da Assomasul Valdir Júnior e outros prefeitos do Estado de MS.

Na reunião, foram pautados assuntos como, renovar a solicitação da pavimentação da MS-444 em Selvíria, que passa pela área rural, e é uma importante via do escoamento da produção agrícola, bacia leiteira, transporte escolar e moradores da região.  Sendo uma antiga demanda, o prefeito solicitou ao presidente da ALEMS, que renove a solicitação junto ao governador Reinaldo Azambuja. “Essa é uma demanda de grande importância no âmbito local e regional”, frisou o prefeito José Fernando.

Outro assunto também tratado no encontro foi sobre a intervenção do presidente da ALEMS para que o CRM autorize o registro provisório de médicos formados no exterior. Seria uma medida pra minimizar a evasão de profissionais, especialmente durante a pandemia. Ficou acordado que a Assomasul – Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul convocará os prefeitos para iniciar o debate, e os dados serão trazidos à Comissão de Saúde da ALEMS.

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Se a conclusão for pela incompetência dos deputados estaduais para legislar sobre o assunto, o presidente Paulo Correa se comprometeu a acionar nossa bancada federal para discutir o assunto no congresso.

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